19.4.13

Obama, a Virgem dos Prados, e a nova padroeira da Guerra Global, no Oriente




Imagem do Kaos

Paris faz-me sempre bem, apesar de terem demolidos Les Halles, e do Louvre estar encerrado, dia sim, dia não, por causa das crianças carteiristas de Leste. As Ucranianas continuam a deixar cair pseudo anéis de ouro, perto da Ópera Garnier, para sacarem esmolas grandes às chinesinhas idiotas, e, brevemente, está previsto um atentado, para fazer inveja aos Americanos.
Felizmente estamos na Era Hollande, mais uma période vache, senão, ainda mandavam uma carta com rícino à Carla Bruni, e a gaja punha-se a snifar aquilo, pensando que era coca com corante,
todavia,
tudo isto são trocos, perante o almoço com os guias espirituais do Mediterrâneo Oriental, o Patriarca Siríaco de Antioquia, mon ami, Ignace Joseph III, os Bispos Maronitas, e, sobretudo, le très beau Grégoire III, Laham, Patriarca da Igreja Melkita, do Rito Monárquico do Oriente, mais uns nomes que estou inibido de colocar aqui, por óbvias razões.

Como estes encontros não são exatamente os conselhos de ministros extraordinários da sarjeta portuguesa -- para substituir Relvas por relvinhas -- nem decorrem num HLM lisboeta, chamado Presidência do Conselho de Ministros, coisa que envergonharia qualquer povo com dois olhos na cara, que também não confundisse os ganidos da Mariza com canto, e os farrapos do Saramago com leitura, os temas também foram preocupantes, já que suas reverências, os ilustres, os eméritos, as santidades, e os excelentíssimos, bon dieu, quando falam, é mesmo para falar das causas profundas do abismo para que estamos a caminhar. 

As causas são claras, os processos típicos, e o semear dos sinais tão evidente que só não os vê quem não quer. Na América, entregue ao nirvana escarumbista de Obama, também conhecido pelo ópio do povo, a máquina de guerra está em plena organização: já começaram as cartas armadilhadas, os atentados de cozinha, para pôr os varões do Tennessee com vontade de ir perder as duas pernas e um olho, nas muralhas de Diyarbakir, pátria do fabuloso, inimitável, inigualável, altíssimo Leonardo da Vinci do glorioso Islão Medieval, Al Jazari, para depois poderem trazer uma medalha póstuma, para a sua boca da servidão, anafada de burgers-king, e as suas crias, de Q.I. 75.

Como se sabe, a Ultradireita Americana não brinca em serviço, nem qualquer dos seus braços armados europeus, que acabou de enterrar uma das mais pútridas carcaças do último quartel do séc. XX, a criminosa Margaret Thatcher, cujos restos deviam ter sido dados aos porcos, só para ver a repugnância dos focinhos, a afastarem-se dos despojos, mau grado a fama de comerem tudo...

Comerem tudo, realmente, só certos portugueses, entre Cristianos Ronaldos, Mourinhos e Joanas Vasconcelos, o que é altamente conveniente para as fabulosas máquinas de fabrico de armamento, como a Americana e a Inglesa, que já estão a produzir, em força, para avançar para Oriente.

Como é sabido, as decisões de guerra não vão ser convencionais, nem os meios, já que a virulência informática já decidiu os destinos. Importa, todavia, que os estragos civis, e nas infraestruturas,  sejam elevados, como referia Sua Reverência Joseph III, já que, estando a Síria em puro equilíbrio de contas, face ao Banco Mundial, é fundamental que as ruínas sejam de tal dimensão que entrem na escravidão da servidao das empresas euro-americanas de reconstrução, e seus arredores russos e chineses, durante décadas, um pouco como a Troika entre os saloios portugueses, mas com menos devastações patrimoniais. Os Sírios vão agradecer, vão fabricar vários mártires bomba, e vão andar pelas cidades do Ocidente a mutilar velhinhas e caniches, para maior horror, e entretimento, das manhãs da paneleira do Goucha e da histérica da Júlia Pinheira. A Síria, onde Saddam depositou as armas químicas que todas as potências do género lhe venderam, como atestam os recibos, e Carlos Moedas é disso testemunha, já que datam da sua passagem pela escola do crime da Goldman Sachs, vai ser a porta de entrada para todos os horrores, que só cessarão em Teerão. Pelo meio, como suas eminências reverendíssimas atestam, está toda a mistela islâmico-cristã, velha dos Basileus Bizantinos e das Cruzadas Falhadas dos Templários, que vai ser envolvida num arrastão genocida, que quebrará equilíbrios centenários, e os mais recentes, quando a Inglaterra, esse estado pária, decidiu partilhar o Oriente entre os países que tinham reservas de petróleo e os que não tinham. Ficaram com os primeiros, e os últimos, comme d'habitude, sobraram para a França, que prefere semeá-los de Corbusiadas, para a máquina militar inglesa vir depois destruir, e as empresas do Velho Amigo Americano reconstruir. Os milhares de mortos e mutilados são meros efeitos colaterais, como um pouco, por todo o lado, mas quem se importa, com o Chelsea, em ascensão?

É evidente que tudo isto é História, e, como História, traição, já que o Califado não foi reconstruído, tal como prometido à nobilíssima família dos descendentes do Profeta, que governa a Jordânia, mas antes caiu nas mãos da pior máquina fundamentalista e assassina, que são os plebeus da Casa de Saud, que, a partir de Riad, subvencionam todo o terrorismo mundial. Se o Ulrich ganha por minuto um salário mínimo, os assassinos sauditas fabricam, por minuto, um futuro fundamentalista assasssino.

Depois da Síria, e de deitadas as mãos às novas reservas de gás descobertas nas suas costas mediterrâneas, como referiu Monseigneur XXXXX, será a vez de a Argélia, com as suas multidões de jovens desempregados, a meia centena de quilómetros das frágeis fronteiras europeias -- que os obamistas juraram destruir, quer politicamente, quer financeiramente -- com o ataque ao Euro e os desembarques, em massa, de desgraçados, em Lampedusa. As compras mensais de 40 000 000 000 de euros da Reserva Federal Americana não são ingénuas: bastará despejar isso, de uma só vez, nos mercados, e aquelas moedas feias e frouxas passarão a valer... nada, tal como previsto pelos tentáculos da Goldman Sachs, e dos genocidas de Bilderberg.

Fortificada a Turquia, a Europa ficará de joelhos, com um novo Israel no Próximo Oriente, o Estado Curdo, finalmente talhado nos escombros da Síria, do Iraque e do Irão: uma velha nação com novas fronteiras, prestes para desempenhar o papel do estado-cuco, numa região perpetuamente instabilizada. 

O diálogo com o Islão, como referem os altos teólogos das Igrejas do Oriente, não é hoje mais do que uma das fabulosas fraudes intelectuais do Ocidente, a quem Ratzinger, que tinha tanto de inteligente como de facínora, passou a maior de todas as rasteiras, que foi deixar o Titanic nas mãos das mafias cardinalícias, e dizer, roam-lhe agora os ossos, posto que já devoraram a carne... Como é de prever, será um emérito de vida breve, com muito pouco Falla, e o Francisquinho nem dará por isso, com a sua demência própria e o seu andar de ganso coxo, as suas batinas transparentes, para poupar nos tecidos, e os seus vergonhosos sapatos pretos.

Há quantos séculos é que a mafia jesuíta sonhava com sentar-se no Trono de Pedro, hein?... Pois... já se sentou... :-) 

Diz que quer uma Igreja pobre, para ajudar os pobres, como se qualquer igreja que fosse pobre tivesse meios para ajudar na Pobreza, para além dos mitos obsoletos das cadelas de leprosos, como a de Calcutá, cúmplice dos maiores miseráveis instigadores da ultrapobreza, como Woytila, Thatcher e Reagan. Como se sabe, até isso passou de moda, e o que vem aí é demasiado mau para caber nestas linhas: o próximo sinal será a abdicação de Beatriz da Holanda, uma das cabeças da Górgona do Clube de Bilderberg, fundado pelo seu querido e criminoso papá.

O diálogo entre religiões cessou, como dizia o nosso grande amigo de L'Oeuvre d'Orient, desde o momento em que os falsificadores das novas versões do Corão retiraram as suras em que se dizia que o Profeta Jesus morrera na cruz, para salvar os homens, e as subsituiram por aquelas em que a salvação do Mundo viria com a ressureição de Maomé, do qual Cristo não seria senão um reles seguidor. Isto não passaria de mera Teologia, se não entrasse pela contabilidade, já que, sendo o número de suratas e os ayaf equilibrado, foi preciso estender o tipo da caligrafia, para esconder as passagens eliminadas. Quando as religiões chegam a este estado de decadência, para quê os pseudo diálogos?

A conclusão é a Guerra, pelo que este texto não é humorístico. Passa-se nas muralhas bizantinas deste fim de estação, e, lá em baixo, um novo Maomé II se prepara para abater as muralhas do Prefeito Antémio.



(Quarteto patriárquico siríaco melkita, de Antioquia, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers") 

17.4.13

Press Release Duque de Bragança Absolvido


Press Release

Assunto : Duque de Bragança Absolvido de todas as acusações

Milão 15 de Abril de 2013

Em audiência realizada ontem no tribunal de 2ª instância de Milão caíram por terra as duas últimas acusações contra o Duque de Bragança S.A.R D. Rosário resultado a absolvição total e completa.

D. Rosário foi recorde-se começou a ser incomodado pelas autoridades italianas em 2006 sendo detido em 2007 na sequência de denuncias caluniosas do então embaixador Vasco Valente junto das autoridades judiciais italianas.

Ao longo destes 7 anos o D. Rosário e a sua família tiveram de suportar todo o tipo de injustiças, calunias e ataques na Internet por parte dos apoiantes do falso duque de Bragança Duarte Pio que não tendo outra forma de fazer defender as suas posições recorreram ao que de mais baixo se podiam valer.

A Casa Real Portuguesa e S.A.R D. Rosário congratulam-se com esta derradeira vitória e apelam agora aos jornalistas portugueses que digam a verdade ao povo revelando de uma vez por todas a verdade sobre a Casa Real Portuguesa http://www.scribd.com/doc/114996263/D-Rosario-de-B raganca-Um-Rei-Um-Povo-A-Vontade-de-Vencer

A Casa Real Portuguesa informa que se encontram a decorrer processos na justiça portuguesa contra os vários funcionários do MNE envolvidos neste ataque sem procedentes à Casa Real Portuguesa, estando o nosso advogado Dr. Francisco Nicolau- Garcia Pereira e Associados- em condições de prestar eventuais esclarecimentos sobre o desenrolar do processo que esperamos resulte na condenação para breve destes funcionários.

A Casa Real Portuguesa é hoje uma entidade sancionada pela justiça e por esse motivo a única Casa Real Portuguesa legitima e goza junto das Nações Unidas do estatuto de Organização Intergovernamental http://esango.un.org/civilsociety/showProfileDetai l.do?method=showProfileDetails&profileCode=618874 e está inscrita na lista da transparência internacional da UE http://ec.europa.eu/transparencyregister/public/co nsultation/displaylobbyist.do?id=48512405429-11&is ListLobbyistView=true


Como já vem sendo apanágio a Casa Real Portuguesa e S.A.R D. Rosário continuarão a fazer intervenções de carácter politico junto do povo português até à restauração da monarquia com vista à recuperação da dignidade e da identidade nacional completamente destruída por 100 anos de catastróficas politicas do regime republicano!

Vincenza, 16 de Abril

A secretaria

6.4.13

Ministro Rouba M€4 e Assassina os Roubados

Portugal é dos países do mundo com mais acidentes rodoviários, constato plenamente justificado pelo conhecido ditado de que «na estrada se vê o civismo de um povo». Nestas infelizes circunstâncias, os programas de prevenção.

A relação entre o civismo, o saber conduzir e os acidentes é bem conhecida nos países em que o seu número é mais reduzido. Reconhecendo os seus erros têm a oportunidade de usar os meios necessários para os corrigir. Exemplos não faltam. Em fins da década de 1950, diziam as Selecções do Reader’s Digest que a Polónia e a Suíça eram os países europeus com mais levado número de acidentes rodoviário. Sabemos que a Polónia fez grande progresso na sua redução e que a Suíça consegui mesmo colocar-se à cabeça do pelotão dos que menos acidentes registam. Como? Civilizando as pessoas, fazendo-as compreender que o código devia ser respeitado, ensinando-as a conduzir, submetendo-as a exames rigorosos para obtenção de carta.

Paralelamente, corrigiram os vários tipos de erros existentes nas estradas, nos traçados e na aplicação do código, dentro das cidades, e a sinalização foi adequada consoante as circunstâncias. Implantares radares fixos e móveis simulados de fixos com muitas caixas, muitas delas vazias mas com rotatividade dos aparelhos. Mais uma falta flagrante em Portugal. Much Ado About Nothing (título duma comédia de William Shakespeare).

Sobretudo, a fim de que o conjunto de medidas sortisse o efeito desejado ajudariam os condutores a compreender que a culpa era deles.

Será realmente necessário lembrar as medidas tomadas pelos vários governos portugueses a esse propósito para analisar a catástrofe da mortandade nacional? Não saberão já todos que os dois países em que estrangeiros têm mais medo de conduzir são a França e Portugal?

É isso, as medidas tomadas em Portugal, por serem no sentido contrário às que forem seguidas nos países que diminuíram esse género de acidentes, só puderam aumentar o seu número ou mantê-lo e não reduzi-lo. Um pequeno resumo é elucidativo e justificativo dessa desgraça nacional e dá-nos a intuição de que tudo foi feito ao contrário, que se procurou aumentar a matança nas estradas.

O ponto básico que actua directamente sobre a mentalidade humana, neste caso o reconhecimento do erro para abrir a possibilidade da sua correcção é uma condição sine qua non para permitir um melhoramento a todo e qualquer nível. Ora esse ponto foi aniquilado à partida pela obra dos políticos com a imprescindível e costumeira ajuda da oligarquia jornaleira, impingindo à população em geral um falso e injustificado sentimento de superioridade na inferioridade, apoiando os seus ídolos e escolhas rascas em lugar de os ajudar num exame de consciência, como nos países que reduziram eficientemente os ditos acidentes.

5.4.13

As Várias Facetas do Império do Mal

Este post tem a intensão de ajudar a completar o anterior, intitulado «Goldman Sachs, escola do terrorismo financeiro», por o assunto ser extenso e a sua óptima apresentação merecedora. Ainda pela razão da extensão e dada a profusão de matéria existente sobre o assunto, não se pretende ser exaustivo e não se apresentam fontes, dada a sua enormidade e fácil acesso, pelo que é aconselhável que cada um procure escolha o que lhe aprouver. O Youtube é uma das fontes.

A Wikipedia em inglês tem não só a história da Goldman Sachs, como os resumos das das famílias dos judeus alemães Marcus Goldmann e Samuel Sachs, os fundadores da associação de roubo mundial com maior êxito devido a um desapropriado sentimento de pena fomentada por outro de empolado remorso sobre os seis milhões de vítimas do holocausto, pela enésima vez reclamado como verídico pelos judeus ao longo de alguns milénios, mas que afinal, mais uma vez, desta, não passaram de 1,4 milhões. Muitas, que um só seria demasiada, mas menos da quarta parte da monstruosa, exagerada e repetida impostura, tal como confirmado múltiplas vezes e com cruzamentos de dados.

A desfaçatez da condescendência é tão exagerada como absurda, a ponto de se ter chegado a obrigar a Igreja Católica a admitir que os judeus não mataram Jesus, quando todos conhecem a história repetidamente mostrada em filmes e há 2000 anos contada das mais diversas formas. Todos os crimes sionistas de todas as formas têm ficado impunes, incluindo os genocídios de Chatila e Sabra, cujo principal responsável, elevado a primeiro-ministro, foi punido pelo Deus dos judeus e jaz há anos como um legume inerte.

A desfaçatez da condescendência é tão exagerada como absurda a ponto de se ter chegado a obrigar a Igreja Católica a admitir que os judeus não mataram Jesus, quando todos conhecem a história repetidamente mostrada em filmes e há 2000 anos contada das mais diversas formas.

Na Wikipedia lemos que esta associação do mal é ainda mais antiga do que no post. Segundo consta, Marcus Goldman (Goldmann), era um imigrante judeu-alemão e Samuel Sachs, nascido nos EUA, era filho de um outro. Sachs era amigo do também conhecido financeiro judeu Philip Lehman (Lehmann em alemão) da Lehman Brothers. Samuel Sachs casou com Louisa Goldman (filha de Marcus). Em 1904 juntou a sua firma de investimento bancário à semelhante do sue sogro e a firma passou a chamar-se Glodman Sachs.

Note-se a propensão judaica para adaptar os nomes aos países que os albergam. Os judeus adaptaram os nomes ao estilos germânico, polaco, russo e inglês, os mais conhecidos, e outros. Golda Meyersohn (Golda Mehir), David Grün (David Ben-Gurion) são exemplo bem conhecidos. Cohen, Khoen, Khun ou Khan, é tudo o mesmo (Leonard Cohen e Dominique Strauss-Kahn são disso exemplos conhecidos). Praticamente todos os nomes terminados em stone, stein, feld são judeus. Há 42 bases de dados de nomes, talvez mais, com muitas centenas de milhares de nomes e suas variantes, mas alguns como estes são mais que evidentes.

Espalharam-se pelo mundo dito ocidental como uma praga, porque noutros países, como no norte de África, lá também estão há muito, mas não têm perpetrado os mesmos crimes, o que leva a pensar que a culpa não estará propriamente neles, mas em permitir-lhes. Idêntico com os políticos: são corruptos e roubam porque se lhes permite. Parece diferente, mas não é; é a mesma forma sobre um fundo diferente. Não é que «a ocasião faz o ladrão»?

Onde há dinheiro, há geralmente judeus. Devido à deslocada e exagerada complacência derivada do último holocausto falhado, aproveitaram-se par deitar mão dos bens de vários países. Nos EUA foi um «vê se te avias» e por seu intermédio passaram para virtualmente todos os países que os toleram. Nos EUA têm tido políticos e hobbies no congresso, inclusivamente um ex-governador da Reserva Federal. Lá têm operado e praticado os maiores vigaristas financeiros e ladrões mundiais à mais alta escala. Ultimamente passaram para a Europa, onde têm estendido os tentáculos e provocado quedas financeiras, como na Grécia, onde as suas acções foram verdadeiramente inacreditáveis, como diz o post anterior, resumidamente, bem escrito, mas incompleto, não por defeito, mas pelo extrema abundância de informações existentes sobre o assunto, dado o infinito número dos seus actos destruidores. Estão na raiz de quase todas as crises financeiras, como na da Argentina. Com o dinheiro que nos roubam estão a armam o estado sionista de Israel e dominam a política dos EUA, de tal modo que os nazis a seu lado são meninos de coro. A única esperança actual para arrancar esse espinho do próximo oriente é a de que os persas finalmente apaguem Israel do mapa, como eles dizem querer. E quem apagará os Goldmanns, os Sachs, os Lehemanns e outros da família?

Vale ainda a pena lembrar que o sucesso dos seus métodos é garantido apenas pela abundância da colaboração de políticos corruptos nos governos dos países que eles sugam e destroem. Ora isto não pode acontecer nos países em que os políticos são controlados por povos soberanos. Tal como se conhece bem que a corrupção em qualquer país é inversamente proporcional ao controlo popular a que os políticos são submetidos, o mesmo acontece com essa lepra financeira. Países como os nórdicos ou a Suíça não se lhes submetem porque os seus povos não o permitem. Uma vez mais, é a falta de democracia ou a sua inexistência, como em Portugal, em Espanha ou na Grécia que está na origem do seu sucesso. O caso da Irlanda não é idêntico, embora ela não seja um modelo de democracia e lá tenha havido alta corrupção há cerca de um quarto de século. Cá desconhece-se devido à tradicional desinformação. A crise da Islândia foi também devida à corrupção, que foi entretanto decapitado. Democracia implica o poder no povo, ou seja, num sistema representativo, o controlo dos governantes após eleitos.

— — — — — —           — — — — — —            — — — — — —

Nota 1. As biografias dos ditos na Wikipedia foram encolhidas no mês passado (Março de 2013) e a da empresa sofreu remodelações ainda ontem. Sabemos que a Wikipedia é de colaboração e domínio públicos, mas a frequência das modificações aumentou desde 2011, especialmente para a de Marcus Goldman. Uma comparação das edições deverá prestar algumas elucidações. Mão de algum ou alguns acólitos?

Nota 2. Os substantivos próprios, tal como os comuns, têm plural em português como sempre tiveram, assim como nas outras línguas, salvo em francês (quem os desconhecer e duvide que ouça simplesmente pronunciá-los nos filmes), isto contrariamente ao que dizem os rascas da desinformação jornaleira e anti-social. Após ouvirem os pais da criança desaparecida na Praia da Luz pronunciar o seu nome mais de uma centena de vezes ainda não aprenderam ou julgam saber melhor e dizem-no como rascas iletrados que são. São eles os pais da teoria que fez de Portugal uma lixeira: copia-se só o que está mal e abastarda-se o que estiver bem. Para eles, em Portugal também deixou de haver cozinheiros... descubram de que os alcunham, como o escrevem e donde os idiotas julgam que copiaram. Não é modernismo, nem neologismo, nem adaptação, mas pura estupidez de pedantes. Uma outra prova disso é julgarem saber melhor que os gramáticos e pronunciarem os erres em contradição com as regras de fonética mais elementares e contra a tradição de que tanto rosnam, mas assassinam. A ignorância geral e as notas obtidas nos exames escolares de Português não devem ser completamente alheias à audácia destes rascas. Será por isso que se apressaram a aplicar o assassínio da língua portuguesa de que não são donos nem guardas, nem sobre ela têm qualquer direito, o dito acordo ortográfico que lhes assenta como uma luva, que o Brasil adiou, Angola nem assinou nem aplicou e os outros não diferem muito Só Portugal, por intermédio desses trogloditas iletrados.


O começo do Relvismo, como enciclíca menor, das enciclícas maiores das fraudes académicas generalizadas, em Portugal





Imagem do Kaos


É com profundo pesar que recebo a notícia da demissão de Miguel Relvas, por razões que são simples, e estão muito limitadas pelo meu inconsolável romantismo: ao contrário das figuras pardas que enformam as comissão de gestão angolana, que rege o enclave de Cabinda Norte (Portugal), e que não me conseguem despertar o menor sorriso, caso do facínora Carlos Moedas, do boca torta do Miguel Macedo ou do sinistro Nuno Crato, o Relvas era uma anedota, e uma referência.

Num país sem humor, haver um palhaço de que nos pudéssemos rir diariamente, era saudável, ao contrário da sensação que nos percorre, de cada vez que o Gaspar vem comunicar, com voz de boneco de corda, as últimas diretivas da seita para que trabalha, a Goldman Sachs, destinadas a mergulhar os níveis de vida dos nossos concidadãos em padrões piores do que os do Salazarismo.

É péssimo que a licenciatura de Relvas venha a ser anulada, porque isso vai pôr em causa o Reitor da Lusófona, Fernando Santos, corrido da FCT da UNL por uma longuíssima série de semestres de faltas -- tal o "Professor" Cavaco, quando o escroque João de Deus Pinheiro o salvou do processo disciplinar que tinha no lombo, na Nova -- e, é isso que me toca ainda mais profundamente, pode vir a pôr em causa as provas de agregação de equivalências por orgasmos, das Vice Reitora, Clara Pinto-Correia, conhecida pela sua ascensão horizontal, ao contrário de Cristo, que subiu aos Céus, de pé, e de braços abertos.


Desde Aristóteles que estas coisas se chamam "catarse", ou seja, uma forma engenhosa de descomprimir panelas de pressão forçadas muito para além das resistências das suas paredes, só que, como os tempos mudaram, e estávamos, e estamos, em riscos de uma intervenção militar, para recompor a ordem constitucional, esta pequenina catarse não vai servir de nada, porque os seus verdadeiros motivos são nulos: o Relvas sair, ou não sair, é totalmente indiferente, porque, de facto, já não estava lá, o que estava lá era um governo de tal forma decomposto e desacreditado que até permitia ter Relvas no seu seio. Muito mais me preocupam os dividendos que Nuno Crato, uma sinistra figura pós (?) maoísta, com licenciatura típica, possa vir a tirar deste enxovalho público, do seu colega, já que um Nuno Crato, fortalecido pelo linchamento do idiota Relvas, pode ser prejudicial para o país inteiro, posto que o Relvas ter licenciatura, ou não, era-me totalmente indiferente. Já não me é indiferente o destino que o pernicioso Crato tenha para multidões de licenciados deste país, e para jovens em busca de formação, meramente regido por critério de economicismo, que, na lógica de Bilderberg, nos querem voltar a fazer afundar numa nova Idade Média.

Numa frase, tudo o que fortaleça o Crato é muito mau para Portugal.

O resto ameaça ser pior, porque a tal ideia da "remodelação", que se pressupunha vir depois do chumbo do Constitucional, mas que, ao ter começado hoje, deixa pouco espaço para remodelações maiores, tirados os rumores da Opus Dei, através de Paulo Macedo, se ir deslocar da Saúde para a Economia, de onde sairá a anomalia Santos Pereira, e outras baixaria afins. Ou seja, uma vez chumbadas as contas no Constitucional, as tais contas que evitaram pegar o touro pelos cornos, esse touro, que se chama encarar o BPN, os "offshores" e as parcerias público privadas, que deveriam já, há muito, ter conduzido à prisão de Aníbal de Boliqueime e de muitos dos facínoras políticos que estiveram em campo, nas últimas décadas, pouco fica para fazer, exceto o essencial. 

Mais sucintamente, se fosse séria, essa tal remodelação deveria incluir Cavaco Silva, Passos Coelho e afins, ou seja, limpar o Regime, e isso, obviamente, só à força, não com paninhos quentes: tudo o resto é andar a entreter os ingénuos.

Não vamos assistir a nada disto: como o Professor Marcelo, o oráculo das banalidades, já anunciou, parece que querem ir buscar o cadáver do Fernando Nogueira, enfiado até ao pescoço nos interesses de Angola, para substituir o Relvas. Em linguagem cinematográfica, vão trocar um canastrão por outro, mantendo o enredo do filme sem qualquer alteração.

Nisto tudo, uma palavra de carinho para Paulo Portas, que Laura "Bouche", através dos oráculos da "Sheila", já antevê no Palácio de Belém. Terá uma vantagem: pela primeira vez, na História de Portugal, não vamos ter de gramar com a galeria de aberrações da "Primeira Dama", e talvez tenhamos acesso a paisagens renovada de escort-boys, ou atletas em pelota.

Outras remodelações, mais modestas, valem-se de truques velhos como o Mundo, como o célebre "golpe da barriga". Quem se atreverá, no meio da ruína da Agricultura, a pôr na rua a prenhe Assunção Cristas, que, depois de cuspir cá para fora o seu pequeno neanderthal, ainda terá direito a licença pós parto, e seis meses de repouso pagos, como mérito de ter despejado para o Mundo mais um foco de poluição humana?... Com um pouco de sorte, continuará Ministra, depois de todo o Governo ter caído.

Ah, o filho vai-se chamar Coreia Cristas, em honra da guerra próxima.

(Quarteto ad majorem angola gloriam, no empancado "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
Related Posts with Thumbnails