Este blog serve de escape, um anti-stress, um ombro amigo que me faz manter a calma quando vejo o caminho que o nosso país leva... AI O FUTURO DAS MINHAS FILHAS!!!
Enviem novas aldrabices, tachos, cunhas, corrupções, injustiças... para tiago.democracia@gmail.com

27.11.11

CARTA ENVIADA À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, AO GOVERNO E À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA!


"Exma Srª Presidente da Assembleia da República: Pela presente, exponho um assunto da máxima importância, face à necessidade de implementar uma relação de proximidade com os problemas dos cidadãos, no sentido de criar maior justiça social e relações de boa fé entre todos! Confronto-a com as actuais condicionantes de atribuição de bolsas de estudo, sobretudo no ensino superior, onde o Estado deve tomar medidas, não de abandono, mas sim da prossecução da continuidade de estudos, para que Portugal possa atingir os índices de formação, pretendidos pela União Europeia, sobretudo no domínio da formação de nível de ensino superior, onde nos encontramos altamente deficitários! Para que as políticas possam concorrer para os mesmos fins e princípios, na produção coerente legislativa, urge corrigir as limitações actuais na atribuição de bolsas aos mais economicamente carenciados! Como vossa excelência deve saber, os estudantes, cujos progenitores ou agregado tenham dívidas à Segurança Social ou às Finanças, não têm direito à atribuição de bolsa de estudo, mesmo que tenham uma situação de emergência económica debilitada e aflitiva; ora, se estão financeira e economicamente impossibilitados de pagar as dívidas contraídas para com o Estado, porque é que são impedidos de beneficiarem de uma bolsa pecuniária, que podia e devia ser usada para liquidar qualquer dívida para com o Estado? Mais ainda, informo que muitas das pessoas que devem actualmente às Finanças e/ou à Segurança Social é porque as entidades a quem prestam serviço, nomeadamente como formadores independentes, não pagam os serviços contratados, no âmbito da formação financiada pelo IEFP ou pelo quadro do POPH, nuns casos há mais de seis meses ou pagando irregularmente, obrigando as pessoas a contraírem empréstimos, sobretudo para se deslocarem entre as escolas onde prestam serviço em horários reduzidíssimos, que têm de devolver com juros! Como pode o mesmo Estado recusar atribuir bolsas a particulares, a quem também não provê ao pagamento, impossibilitando-os de contribuir para a segurança social ou para as finanças?! Lembro-lhe que este procedimento de acerto de contas já é usual, relativamente à atribuição de subsídios de desemprego, em que se desconta o valor da dívida, no encontro de contas entre o recebido pelo subsídio e o devido ao Estado! Sugiro que Vª Exª mande agendar a discussão deste assunto de enorme importância, dando conhecimento desta missiva aos vários grupos parlamentares, no sentido de corrigir-se o diploma legal, limitativo da atribuição de bolsas de estudo e gerador de acentuação de pobreza, desigualdades e injustiças graves, de modo que os portugueses possam encontrar nesse acto uma medida exemplar de boa fé do Estado, capaz de contribuir para um melhor clima de paz social, ultimamente afectado pela revolta sentida na população, face a incompreensão por actos governativos, geradores de maior dificuldade às classes económicas mais desfavorecidas! Julgo que não querem enraizar a ideia, de que o actual governo pretende dificultar o acesso dos mais desfavorecidos e injustiçados ao sistema de ensino superior, destacando o poder cultural de uma minoria privilegiada! Aguardando pela vossa diligência, com os melhores cumprimentos; o cidadão, interessado numa maior envergadura política estadista, para uma melhor atitude de bom senso dos nossos governantes!"

E, se esta Lei não for corrigida, o povo que vos paga, tirará a conclusão magna, autêntica prova-dos-nove, de que este governo não está interessado na justiça social, liquidando-se a última esperança do actual estado de graça, pelo que entre o povo surgirá uma alternativa de condução de Portugal ao lugar, que as suas bases humildes eleitorais merecem, e que as elites governativas têm constantemente renegado; por falta de sabedoria (incompetência autista)? Por negligência (irresponsabilidade)? Por obediência cega aos patrocinadores (seguidismo)? Por ingenuidade (fanatismo académico dos alunos aristotélicos)? Por má-fé (traição do povo)? Ou por um pouco disto tudo?..., ou este ciclo se corrige e emenda, ou acaba, pela inércia dos dirigentes míopes, para se instalar a democracia e se assegurar a justiça social, para a felicidade partilhada de todos, no usufruto dos bens comuns!

26.11.11

Despesas e iluminação feérica

Notícia de 22 de Outubro dizia que Barcelos apaga as luzes, mas paga férias, e que o presidente da Câmara prometeu resistir aos cortes nos subsídios e querer pagar aos funcionários com as poupanças que faz na iluminação pública.

Agora, em 25 de Novembro surge a notícia de que a Câmara de Alenquer ameaça retirar lâmpadas dispensáveis se a EDP não o fizer. A Câmara está na disposição de retirar centenas de lâmpadas de iluminação pública que considera desnecessárias depois de andar há mais de dois anos, segundo o presidente da autarquia, Jorge Riso, a tentar que a EDP o faça.

É escandalosa a iluminação feérica dos espaços públicos, muito acima do necessário e conveniente, que resulta em pesada factura a pagar pelos impostos dos contribuintes, só para benefício da EDP.
A imagem mostra uma avenida de Cascais que, como muitas outras, abusa da quantidade e potência das lâmpadas de iluminação pública. Para cúmulo, perto do local da foto, há um espaço privado, rigorosamente vedado com rede de arame, em cujo interior, em locais junto ao limite mais distante do espaço público, estão quatro candeeiros da iluminação pública, iguais aos da praceta contígua.

Os exemplos de Barcelos e de Alenquer merecem ser seguidos pelos restantes municípios, mas infelizmente, parece haver interesses ocultos que impedem a adequada gestão do dinheiro público.

25.11.11

As Greves Justas e os Oportunistas

Não se pode nadar na estrumeira para onde a roubalheira, a corrupção e a impunidade nos atiraram sem reclamar. As greves têm razão de ser. Sobretudo quando um governo se aproveita da ocasião parra aprofundar um fosse já único na Europa pelo seu tamanho. Porém, nem todos os grevistas tem razão de fazer greve.

Com o salário mínimo mais baixo da UE, é injusto diminuí-lo ainda mais. No entanto, caso seja imprescindível, são os que mais têm quem mais deve contribuir. Sobretudo aqueles que mais cooperaram para o estado de desgraça. É exemplo que os que nos roubam impunemente não dão. Daí, talvez, que tantos aceitem greves absurdas sem se darem conta de que nem todas as razões são razão. Algumas são mesmo ultrajantes, camufladas e falsas, em que os grevistas seguem os exemplos dos culpados.

Os ferroviários e maioria do que trabalham nos transportes, por exemplo, usufruem de autênticas mordomias que, ainda que os valores sejam num grau bastante inferior, comparam-se às dos corruptos e ladrões que nas governam, relativamente à restante população.

Em cima dos salários, os ferroviários da CP, se fizerem o especial favor de cumprirem o seu contrato de trabalho e não faltarem um só dia num mês, apenas por isso recebem um subsídio de €230, mensal, evidentemente. Os maquinistas usufruem dum subsídio por quilómetro, como se a sua profissão não fosse a de percorrer quilómetros. Se num mês faltarem menos de 5 horas ao trabalho têm mais um subsídio de €68. Se no mês que se segue não tiverem uma falta, têm mais outro subsídio de €223. Os prémios por fazerem o favor de se apresentarem ao trabalho chegam a atingir os €6 diários, ao qual se acumula um outro anual.

No Metropolitano de Lisboa e na Carris têm 30 dias de férias. Nestas e ainda na Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, SA (S.T.C.P.), têm subsídio de reforma que a nivela com o último salário recebido. As reformas nestas companhias estendem-se para bem além dos €5.000 sem perda desse subsídio. Com baixa por doença, em cima do subsídio relativo ainda lhes é oferecido um complemento.

Estes grevistas, no activo ou reformados, com suas famílias e parentes próximos viajam de graça na maioria das empresas de transportes. Como revelado, para satisfazer esta única mordomia só a REFER gasta mais de M€4 por ano. Juntem-se-lhes os subsídios, prémios e outras mordomias dos directores e dirigentes, os desvios para as contas privadas, etc., e não será difícil de adivinhar uma das causas dos buracos nas empresas de transportes. Quando se conhece (escondido pela jornaleiragem imunda em benefício da corrupção) que em todos os países há décadas que os transportes públicos dão prejuízo e são subsidiados, compreende-se que se neles há buracos, em Portugal há uma fossa descomunal.

São estes os que fazem as maiores greves e que mais afectam a vida de toda a população. Querem que lhes paguemos todas as exigências de roubo absurdo. Todos os prejuízos que eles causam nos saem do bolso, mas querem que não se lhes toque e exigem ainda mais.

24.11.11

Indignação Geral





Imagem do Kaos


Há momentos em que compete aos escritores tornarem-se nos porta vozes da História. O meu cansaço, para poder ser sincero, é idêntico ao da maioria dos Portugueses e, sem qualquer exagero, dos povos que ficaram subitamente reféns de um sistema do qual em nada usufruiriam, e para o qual se anuncia agora a ameaça do Armagedão, de tudo terem de pagar.

Idiossincraticamente, são diversos os paladares do que está a ser servido nas múltiplas mesas da Aldeia Global. Enquanto Ocidental, Europeu, e, por acidente, Português, irei fazer o relato, do geral para o particular.

Reza a História que a coisa estoirou na América, com a falta de requinte da Senhora Dona Branca, em Portugal, onde se prova que a pose imperial da Primeira Democracia do Ocidente tem muito da sabujice espertalhona do canteirinho da Europa, e a coisa é simples e elementar, com dois polos de criminalidade, em conluio, e uma consequência existencial a gerar o trucidar de uma geração inteira.

Por formação, e pelo asco que o processo sempre me desencadeia, a lenda resume-se assim: as pessoas, desde que são pessoas, precisam de ter onde morar. Isso é coisa que varia imensamente, de cultura para cultura, mas passa sempre por um teto, um chão e uma cama, mais Sony, menos Sony, e a teia montou-se assim: o construtor civil, por essência, uma das formas mais corruptas de estar em sociedade, conluiava-se com os bancos, que avaliavam a bela obra, ou bela merda, que lhe saía das mãos, e tratava de chapar com 30, 40, ou 50 anos de servidão de juros, por cima do comprador. Todos beneficiavam, o comprador, porque pensava que tinha casa, o construtor, porque via o seu lixo ser avalizado muito acima do preço de custo, e o usurário, que, ao longo de décadas mantinha refém, manso e cumpridor, o seu pagador de juros.
Como se sabe, e como acontece em todos os processos afins, a entropia é crescente, ou seja, começa por ser quase ingénua, até se tornar absolutamente aberrante.
A América, megalómana, decidiu, um belo dia, que ia assumir o lado "rocaille" do tema, e a bolha estoirou, porque nesta jigajoga de dinheiros inexistentes, de proventos futuros da usura dos juros e da presença crescente de almas cada vez mais negras no processo, emergiram aqueles que viviam do virtual do virtual, como o célebre Madoff, uma espécie de híbrido de Dias Loureiro com Vítor Constâncio, que fez colapsar o sistema financeiro americano, e apanhou com 150 anos de prisão, enquanto cá o maçónico era promovido a vice presidente do Banco Central Europeu e o protopedófilo, traficante de armas e facínora era condenado a férias bronzeadas, em Cabo Verde, e em Cascais.
O Sr. Obama, um caneco, portanto, um gajo cuja cor de pele, sendo mista, não sabe a que matriz obedecer, e, pelo sim, pelo não, trai ambas, estúpido, como é tradicional na linhagem dos piores ocupantes da Casa Branca, achou que isto tudo se resolvia com um "Yes we can", e uma preta que gostava de férias, amantes e vestidos caros. A Europa, imbecil, e sempre viciada nas suas nostalgias de Maio de 68, lá engoliu o anzol, e baixou as defesas, embarcando na mais espantosa fraude do início do séc. XXI, que era ter um pseudoamigo a destruir a recém construída moeda única.

O cenário europeu é desastroso: o célebre Clube de Bilderberg, que coloca os mais incapazes nos mais altos postos de decisão chegou ao cúmulo de semear o Velho Continente de palhaços descarados, cujos nomes vos são familiares, Berlusconi, Sarkozy, Sócrates, Blair, Merkel, Rajoy e mais uns quantos que vocês vão enumerar, porque a mim não me apetece mesmo nada, agora, por questões de vómito.

A curiosidade histórica, todavia, talvez nunca tenha sido enunciada, tal como eu a vou fazer hoje: o célebre eixo Franco-Alemão, que chegou a ser aristocrático e estruturante, está, neste momento, nas mãos de uma mulher que alguém já classificou como das mais perigosas da contemporaneidade, uma mulher a dias, que, quando a Europa séria se estava a construir, lá vivia num miserável quintal, chamado Alemanha de Leste, onde os amanhãs cantavam, tal como o solzinho dançava em Fátima. Suponho que essa criatura, provinda de onde veio, tenha tido uma infância, uma adolescência e uma idade madura miseráveis, uma espécie de Maria de Lurdes Rodrigues a falar língua de cavalo, e que rapidamente se esqueceu de que toda a Europa civilizada se cotizou, para acolher a porcaria geográfica e política de onde ela vinha, apoiando uma coisa que ainda cheirava a Iluminismo, que foi a reunificação da Alemanha, um ajuste de contas da História consigo mesma. Como se sabe, a essência de uma mulher a dias é inalterável, desde o motor imóvel, de Aristóteles, portanto, a criaturinha nunca consegui ver mais acima do lado cinzento do Muro de Berlim, onde não se grafitava, exceto com o sangue dos que queriam fugir para o lado de cá.
No que a Sarkozy, um cocainómano descarado, se reporta, a história não deve ter sido diferente, já que, por muito sangue azul que queira invocar, como o Nuno Crato -- esta vão confirmar: "primo-sobrinho-trineto em 2º grau do 1º Barão e 1º Visconde de Nossa Senhora da Luz", porque revela todo um caráter -- a verdade é que se a Hungria era tão boa, não se percebe porque saiu de lá, de onde se intui que foi mais uma espécie de retornado de um "comunismo" em agonia.

Deriva do anterior que a Europa Ocidental está, neste preciso instante, na mão de dois trastes justamente provindos daquele erro histórico -- a Cortina de Ferro -- contra a qual a sofisticada Europa Ocidental se ergueu. Isto é tão espantoso quanto verdadeiro, que é o facto dos cabecilhas do nosso espaço cultural, ideológico e civilizacional nos terem empurrado para cair nas garras de tudo aquilo que o pós guerra passou o tempo a combater.

Se nunca tinham pensado nisto, pensem agora, porque é tarde demais.

Se me é permitido um juízo pessoal, agarrava na Merkel e no Sarkozy, e dava-lhes o mesmo tratamento que os Romenos deram ao Ceausescu e respetiva boca da servidão, aquando da queda do Muro de Berlim, mas esqueçam o que eu escrevi: foi uma coisa que se me escapou...

Curiosamente, ao assumir as taras das economias planificadas, o Capitalismo, que já estava transformado na lepra da usura, tornou-se, subitamente... marxista, com umas bestas nomenklaturadas a arrotarem postas de pescada, e a exigirem que a liberdade e maleabilidade dos fluxos económicos e financeiros se escravizassem aos programas estalinistas desses tarados de uma Europa Oriental, que tinha caído de podre.

Para evitar que isto se alongue, muito, até porque há muito que escrever, nestes dias breves que vão anteceder os levantamentos militares, em Portugal, eu vou fazer uma breve análise do estado da Nação, no dia 24 de novembro de 2011, dia de uma memorável indignação geral, como nunca se viu.

A cabeça do Estado não existe: é um saloio, vindo do interior algarvio, com graves problemas do foro neurológico. A segunda figura é uma provinciana, com sotaque de criada de fora, ou lavadeira, como queiram, ignara, até à quinta casa, de tudo, a começar pelo Regulamento da Assembleia da República, e que, estúpida, como todas as ladies gagas do seu género, resolveu confessar que tanto servia para a Opus Dei, como para a Maçonaria, o que explica a ligeireza com que foi eleita para o cargo, e agora vem o pior, porque, supondo nós que o Parlamento é o espaço da democracia representativa, onde nós colocamos os nossos eleitos, de acordo com as nossas preferências políticas, a verdade é substancialmente outra, porque o que acontece não é termos lá grupos parlamentares do PSD, do PS, do PCP, do BE, ou do CDS, entre outros, mas sim grupos sombra, que se chamam Maçonaria, Opus Dei, Opus Gay, Opus Fufa, Hammerskins, Traficantes de Armas, Traficantes de Droga, Traficantes de Corpos, Pedófilos, Traficantes de Plutónio, entre outros, numa geometria variável, para a qual, involuntariamente, contribuímos, quando votamos. Sendo mais explícito: ao pensar eleger um democrata cristão, poderei estar, sem saber, a acrescentar mais um deputado ao Grupo Parlamentar das Bichas, assim como votando num certo PSD, estarei a votar num membro de um bando de assassinos, de velhas ricas do Brasil, e por aí fora. Há os casos sintomáticos e patológicos, em que, "suddenly", convergem várias seitas, caso da pálida e insípida senhora de Mota Amaral, conhecida como alto membro da Opus Dei, que, ao mesmo tempo, ao fazer à Maçonaria o favor de declarar inválidas as escutas do "Face Oculta", e vindo do tempero Gay associado à subsecção da Pedofilia de Rabo de Peixe, do "Farfalha", cumpre um cúmulo de pertencer a quatro grupos parlamentares-sombra, ao mesmo tempo. De aí, um motorista, gabinete, secretária e BMW.
Um autêntico estudo de caso.

Objetivamente, quando se chega a este estado, a democracia representativa está morta e enterrada, e é necessário abater, pela força, o Sistema.

Judicialmente, e aqui vamos ao mais grave da questão, terminou a separação de poderes, no momento em que vemos um Procurador-Geral da República a pedir inquéritos urgentes sobre fugas de informação de crimes graves, em vez de pedir a aceleração das sentenças dos referidos crimes. O lado felliniano da coisa, é isso ir sempre parar às mesmas mãos, uma tal de Cândida Almeida, que, em termos de maquilhagem, parece a Amália, na fase terminal.

Honra lhe seja feita, é o melhor detergente do mercado...

Queria deixar uma palavra de estima para Carla Cardador, uma juíza que se atreveu a prender um cadastrado maçónico, Isaltino de Morais, que o Supremo Aventalinho imediatamente pôs na rua. Com um pouco de sorte, ficará bloqueada, para sempre, na carreira, como o célebre Rui Teixeira, que foi prender o pedófilo Paulo Pedroso, e nunca mais progredirá no qu quer que seja.

Um país destes só pode estar bom para Pintos da Costa, Claras Ferreiras Alves e Dias Loureiros.

Esta gente devia estar toda presa.

Suponho que será por estas e por outras coisas que amanhã se dá o primeiro passo para o dia em que uma multidão de silenciosos militares irá proceder, em silêncio, 30 de novembro, defronte do Palácio da Vergonha da República, a uma pacífica transição de regime

(Quatro castelos de brio militar no "Arrebenta-Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")



19.11.11

A HISTÓRIA DAS PRIVATIZAÇÕES E A PERDA DE SOBERANIA DE UM POVO!



Sabemos, da nossa vida privada, que o desespero nunca foi bom conselheiro, nos momentos de aflição e emergência da nossa situação de vida, quer em termos económicos, quer em termos financeiros, quer em termos de escassez de recursos, essenciais à nossa sobrevivência, ou à manutenção de um estatuto adquirido, pois que agimos em função de uma pressão psicológica intensa, que nos tolda o raciocínio lógico, que devíamos fazer sobre as consequências das nossas decisões a quente!
Ora, ampliando o âmbito dos nossos problemas caseiros, hoje, mais do que nunca, devemos pensar à escala mundial, porque os interessados movem-se sempre a uma escala, proporcional ao seu poder de intervenção na vida dos outros..., para que estes sejam obrigados a agir em favor de terceiros contrários!
E sabemos bem que o poder que nos controla é, de facto, o poder da riqueza financeira dos grupos transnacionais; que conspiram, para resolver os seus problemas e necessidades egoístas, no âmbito da sua identidade nacionalista, ou de grupo restrito/ discreto de interesses accionistas, em proveito da actividade económica particular de operadores, bem aversos à cultura de bens morais e da sensibilidade solidária humana!
Sabemos quais são os problemas, com que se debatem os actuais decisores do mundo; a escassez crescente de recursos, face ao crescimento demográfico da espécie humana; o que é bom para o crescimento económico, pode ser fatal para a sustentabilidade económica, por asfixia da regeneração dos recursos naturais. Fala-se da projecção futura da escassez energética, da escassez de água, da escassez alimentar e até da "escassez financeira", contrapostas ao aumento demográfico humano; esta, a que está a originar a actual crise...!
E o curioso é que são os países emergentes, quer do ponto de vista do crescimento económico, quer do ponto de vista da pressão demográfica, quer do ponto de vista da detenção de recursos energéticos clássicos de escala, que se perfilam para ajudar os países em crise financeira, a caminho da recessão económica...!
E a outra curiosidade é que os países em crise, por intermédio dos representantes políticos dos seus Estados, se dispõem a vender as suas participações estatais accionistas em empresas, ainda detidas por centros de decisão nacionais, controladoras dos recursos comuns de um povo auto-determinado, como a água, a energia, a mobilidade, etc., como forma de devolverem rapidamente os empréstimos, contraídos para se desenvolverem acima das suas possibilidades e para formar uma nova classe de novos ricos corruptos, no repetitivo processo de ascensão e queda de novas burguesias, aproveitadoras e subversivas da emergência de revoluções!
E a terceira curiosidade é que esses países, em crise, são os que têm recursos, cobiçados pelos potenciais interessados na privatização, grupos económicos definitivamente ligados aos países, onde esses recursos vão ter cada vez maior importância nas suas estratégias de crescimento económico, em função da pressão demográfica populacional lá registada!
Ora, esses eventuais accionistas, da nossa futura economia, vão pressionar as exportações dos nossos recursos nacionais, nomeadamente os financeiros, pois basta-lhes ordenar aos administradores, para aumentarem a rentabilidade financeira das "nossas" empresas, pressionando a inflacção dos preços e impedindo-nos de usufruir livremente do que devia ser nosso, inalienável para a nossa sobrevivência!

Depois da tentativa de criar a democracia, os governos sucessivos liquidaram o projecto e renderam os concidadãos à ditadura dos mercados!
Num tempo em que se fala, e bem, do desenvolvimento sustentado, não podemos deixar-nos alienar pelo crescimento, nomeadamente económico, permanente, uma vez que este é sempre limitado pelas condições naturais e pela capacidade natural de suporte da vida no nosso planeta; os recursos são finitos e as populações dimensionam-se, incontornavelmente, à disponibilidade quantitativa e qualitativa deles!
Ora, o nosso governo actual, permeado de ingénuos, tecnocratas autistas, que cederam à pressão do desespero financeiro, endereçou convites a investidores da China, Médio Oriente, Índia e de outros países emergentes..., para comprarem participações accionistas nos negócios portugueses da água, transportes, energia, extracção e processamento de recursos naturais! Ou seja, querem entregar a decisão, sobre os preços dos bens essenciais à nossa sobrevivência, a accionistas que não se identificam culturalmente com a justiça social, nem com a necessidade do nosso povo, pelo que nos sujeitaremos à ganância e necessidades próprias dos governantes económicos de outros povos, que ainda estão longe de entenderem a necessidade da cooperação entre todos, na salvaguarda dos recursos naturais do planeta, de forma a estabelecermos o verdadeiro desenvolvimento sustentado, que não se compadece com os orgulhos das classes milionárias, unicamente apostadas na velha mentalidade de concentração de recursos em poucas mãos!
E quais são os argumentos falaciosos dos nossos traidores políticos, para privatizar tudo?
Que as empresas públicas funcionam mal, que os funcionários públicos trabalham mal, que os administradores públicos são corruptos, que a "Troika" quer, que é preciso cortar na despesa, que é preciso ter menos Estado mas mais impostos, que as empresas privadas são mais eficientes, que o consumo só é racionalizado quando se paga um preço, e outros disparates vigaristas, facilmente deitados por terra, dizendo que não se deve acabar com o que funciona mal, mas sim deve-se corrigir, começando por identificar problemas, para promover a mudança intelectual de atitudes, de mentalidades e competências, que são transversais à generalidade das pessoas, quer trabalhem no sector privado ou no sector público e ainda não entenderam que tudo devem a quem servem, sejam clientes ou contribuintes! Que o Estado se constituiu, para garantir a justiça das relações, entre todos, e para impedir a exploração das nossas necessidades mais básicas e vitais, controlando os ímpetos primitivos dos egoístas e gananciosos, acumuladores de riqueza e competidores, sonegadores de oportunidades aos outros!
Isto é, os governantes ainda não entenderam a missão do Estado, que dizem querer servir!
Ou seja, querem vender-nos aos que nada entendem de regulação e redistribuição de recursos e muito menos de justiça social, portanto, que nada entendem de eco-economia, nem de recirculação de bens e racionalidade de usos, num esquema de preservação de todas as espécies!
Por enquanto, estamos num processo de aprendizagem e divulgação de informação, na bruma da crise; cada vez mais, outras consciências são despertadas e a cognição das pessoas mais humildes aumenta, por força do acesso à informação, hoje disponibilizada para as classes médias, precisamente as que sofrem com a crise e com a perda de estatutos; no passado, o liberalismo capitalista conseguiu ter aliciados os trabalhadores da classe média, pela via de uma certa distribuição de rendimento e conforto melhorado, mas hoje já não conseguem isso, o que dita o crescente ódio às ideologias liberais capitalistas e, fundamentalmente, à velha mentalidade de domínio e escravização das sociedades, em benefício da felicidade extrema de uns poucos senhores do planeta...!
Isso quer dizer que, se houver teimosia em avançar com o programa de liberalização capitalista mundial, haverá trevas, porque a luta se fará no limite do medo pela perda da sobrevivência, num último grito violento dos que estão a ser esmagados pela ganância dos anti-sociais, que querem montar o negócio, sobre a exploração de tudo o que precisamos para sobreviver, exagerando mais o fosso entre ricos e pobres, resultante desse velho esquema de enriquecimento, verdadeiramente ilícito, sempre que se pratica um preço escandaloso ou um imposto excessivo, para manter a sumptuosidade de uma classe política e económica florescente!
As respostas são sempre equivalentes às pressões, no sentido de se conseguir um novo equilíbrio, ditado pela capacidade de resiliência da Natureza e até pela capacidade de um povo se regenerar! Face ao pântano, em que se encontram os decisores políticos, surge a possibilidade de uma nova lufada de ar fresco...!
Por isso, tratam-se as águas inquinadas, por processos de injecção de ar em profundidade...!

14.11.11

Na Peugada da Grécia

Não restam dúvidas e a melhor prova é aquela que se tem invariavelmente constatado: quanto mais os vigaristas corruptos falam e negam um determinado assunto, maior é a garantia da sua certeza.

Como o homem é o único animal que repete os seus erros e os portugueses não perdem nenhuma oportunidade para demonstrarem que seguem a regra com maior afinco do que a generalidade, os políticos estão certos de os enrolar mais uma vez. Os carneiros provam sempre a sua carneirice. Que diferença esperar duma corrupção superior à da Grécia?

A miséria será maior e mais profunda. Os falsos subsídios do 13º e 14º mês – que na realidade são parte integrante dos ordenados e das pensões por assim terem sido sempre tratados oficialmente e de facto – são intocáveis de acordo com o Decreto-lei n.º496/80 de 20 Outubro. Enquanto isto, os ladrões corruptos afirmam que os sacrifícios são partilhados, mas não cortam os seus ganhos como outros países fizeram. Os hipócritas limitaram-se a um bluff ridículo de 5%, o que equivale a uma chapada na população, continuando com ordenados superiores aos dos países ricos. Tendo em conta a realidade do salário médio e do custo de vida, são três ou quatro vezes superiores aos dos seus homónimos europeus e de além-Atlântico.

Cortam os ditos pseudo-subsídios aos ordenados e às pensões aos reformados e outros mais necessitados e auto-exceptuam-se, como se lê do orçamento publicado no Diário da República, 1.ª série, N.º 200, de 18 de Outubro de 2011, página 4659: €2.093.650 de subsídio de férias e de natal aos broncos da Lavandaria Nacional. Aqueles que dizem que nos representam quanto se apresentam a eleições, que fazem o contrário do que disseram e do que queremos, parem leis estúpidas que atrasam o país e impedem o seu desenvolvimento e perdem tempo infinito corrigindo as anteriores. Ladrões incapazes.

O primeiro acto da Maria da Assunção como chefe das osgas que de vez em quando comparecem no Palácio de São Banto, reformada aos 42 anos e acumulando pensão com ordenado (a esta canalha o roubo é permitido de todos os modos e constantemente ainda inventam mais) ao ocupar o seu posto de chefe de quadrilha, foi o de oferecer um BMW 320 ao Mota Amaral, pago com o dinheiro daqueles a quem cortam as pensões. Não é facto evidente que casos destes só podem ter lugar por os carneiros tudo consentirem? Acabem com eles: enforquem os ladrões e exponham-nos em praça pública como fazem na Arábia Saudita aos executados em público.

11.11.11

O declínio da Democracia, enquanto agricultura criminosa de continuadas trocas de robalos, alheiras e pão de ló

Imagem do Kaos
11 do 11 do 11, para os adeptos da Numerologia, vai ser uma data especial.

Se Vítor Constâncio, essa aberração maçónica, fosse vivo, diria mais, 11,00 do 11,00 de 11,00, mas já não está, e o roteiro do golpe de estado em preparação prevê, mal o Ministério dos Negócios Estrangeiros esteja numa mão musculada e fardada, que o consulado português, em Frankfurt, desencadeie os meios imediatos de execução de um mandato internacional de captura, contra esse facínora.
Os mandatos de captura, aliás, no dia seguinte ao despoletar da coisa, vão dividir-se em duas tipologias: os internos e os de caráter internacional.

Como diz Otelo, e é estranho que tenhamos, no início do séc. XXI, de repescar uma figura que já deveria estar inertemente incrustada na nossa história recente, bastam 600 homens armados, para fazer a limpeza do estado miserável a que chegou a mais antiga Nação europeia. Suponho que, com a formação de milícias populares, que apenas estão à espera de uma mão bem direcionada para se organizarem, talvez nem precisemos de tantos militares.
As pessoas andam fartas, e qualquer coisa que acontecesse, por exemplo, entre as trocas de robalos, pãos de ló, e farinheiras dos sucateiros do Socratismo, alguém se lembrasse de apanhar um deles e trocar um tiro nos cornos por todos esses bens alimentares, o movimento se despoletasse.
Noronha do Nascimento, outra das figuras saídas dos painéis de Bosch, o tal que mandou queimar as escutas do Vigarista de Vilar de Maçada, diz agora que o Isaltino já devia estar preso, e eu acrescento que devia estar preso o Isaltino e o Noronha de Nascimento, por destruição de provas, e conivência com crime de lesa-estado continuado, mas isso competirá aos militares cumprir, não a mim, que sou mero cronista destes finais dos tempos. Um golpe militar, aliás, a ser certeiro, para lá da necessária ocupação dos canais de televisão pública e privada deveria passar por coisas muito bem assestadas, como o imediato encerramento dos epicentros de burla, que são, entre outros, os escritórios de José Miguel Júdice e Proença de Carvalho. O de Duarte Lima já fechou, por "causas naturais"... Por estranho que pareça, uma ocupação do "Eleven", em dia de almoço de traficantes de armas, droga e corpos, constituiria outro alvo estratégico, bem como o cerco militar a bairros problemáticos, como a Cova da Moura, a Quinta do Lago, o Bairro da Bela Vista e as Quintas da Marinha e da Beloura, entre outros, onde a polícia não consegue entrar, com imediata identificação, um a um, dos seus locatários, profissão, fonte de rendimentos, e elaboração de cadastro adequado.
Depois, há o simbolismo, dentro da ótica da estratégia, e a RTP, e só exemplificativamente, deveria ter a emissão a sair do ar, naquele elevado momento cultural em que a Serenela Andrade tira as bolas da roleta, por 50 000 €/mês.

Ela que vá mexer nas bolas do paizinho.

Como se costuma dizer, e esta é da Laura "Bouche", todas as revoluções começam com canções, e acabam com cantigas, o que é de uma profundidade que impressiona, pelo que, desta vez, deveria começar com cantigas, e tentar fixar canções. Se procuram músicas que sejam palavras de ordem, comecem com a banda sonora do genérico dos "Morangos com Açúcar", o que porá em estado de alerta os Comandos da Amadora, e passem depois a introdução da "Casa dos Segredos", para o GOE sair à rua e ocupar a Presidência do Conselho de Ministros.
Para a coisa ser à antiga portuguesa, os dois submarinos da Catherine Deneuve deveriam ancorar defronte do Palácio de Belém, com os mísseis apontados à residência oficial da Vergonha da República, e disparar duas, ou três salvas, as suficientes para desentocarem de lá o filho do vendedor de feiras do ALLgarve, mais o seu cangalho mariano, e as excrescências da Patrícia e da Perpétua. Caso a Patrícia estivesse a tentar regonociar a sua entrada, como estrela "VIP" do sanitário nacional, na Medicina Dentária, era só virar as baterias para a Margem Sul, e bombardear a Egas Moniz, onde o cio familiar cavaquista se instalou.
Seria magnífico voltar a ver a Família Cavaco, como faziam o Américo Thomaz e o Caetano, a fugir para as criptas dos Paraquedistas de Monsanto, todos disfarçados de irmãzinhas beatas claras do menino jesus. Depois, como na Monarquia, embarque, sem regresso, na Ericeira.

Os tribunais, cuja independência, relativamente ao Poder Político, salvo honrosas exceções, são uma contraprova da separação de poderes, seriam substituídos por tribunais marciais, com prazo de um mês para resolução de todos os escandalosos processos pendentes.

Uma revolução, todavia, não deveria passar só por estes fogos de artifício, que de fogaças e efeitos especiais já nós andamos fartos, mas passar para coisas práticas, como ocupar todas as empresas que se dedicam a criar "off-shores", com cativação imediata dos ficheiros dos seus clientes, e listagem dos dinheiros fugidos ao Fisco da Nação. Prisão domiciliária para os detentores dos bens, até que decidissem declarar onde estavam, com a finalidade de imediato arresto, para constituição de um Fundo Financeiro de Financiamento Nacional.
O Ministro da Economia devia ser informado de que o Dia de Finados já passou, e que é escusado andar a visitar o necrotério da Indústria Nacional, destruída desde a hecatombe cavaquista, e antes ser solto, num barco sem remos, naquelas zona do Mar da Palha, onde se apanha aquela amêijoa tóxica, e proibida.
O Sr. Vítor Gaspar, porque as revoluções também devem ser pedagógicas, devia ser internado no Hospital da Luz, e obrigado a uma cura de sono de um mês, para acordar, como o outro, e descobrir que o Monetarismo é uma teoria obsoleta, pelo menos, há cem anos, e dedicar-se ao cultivo das batatas, já que não percebeu que o Erário Público deve encontrar as suas fontes, por identificação dos canais do que por lá nunca passou, e não pela sobrecarga daqueles que já não têm caudal. Citando o "Kaos", e, decerto, reproduzindo um daqueles emails terríveis que circulam por toda a Net, poderia cortar-se nas seguintes "gorduras" do Estado, que passo a enumerar, supondo que isto são trocos, perante a gigantesca maré oculta que criou o barril de pólvora em que vivemos:

1.Nome:João Montenegro
Cargo: Adjunto do primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi vice-presidente da Comissão Política Nacional da JSD
Vencimento: 3.287,08 euros

2. Nome:Paulo Pinheiro
Cargo: Adjunto do primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi adjunto do gabinete de Durão Barroso
Vencimento: 3.653,81 euros

3.Nome: Carlos Sá Carneiro
Cargo: Assessor do primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi adjunto de Pedro Passos Coelho na São Caetano à Lapa
Vencimento: 3.653,81 euros

4.Nome: Marta Sousa
Cargo: Assessora do primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Responsável por deslocações e imagem de Passos Coelho enquanto líder do PSD
Vencimento: 3.653,81 euros

5.Nome: Inês Araújo
Cargo: Secretária do primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi secretária do Governo PSD chefiado por Pedro Santana Lopes
Vencimento: 1.882,76 euros

6.Nome: Joaquim Monteiro
Cargo: Adjunto do primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi deputado do PSD entre 1983 e 1985
Vencimento: 3.287,08 euros

7.Nome: Raquel Pereira
Cargo: Adjunta do ministro das Finanças
Ligação ao PSD: Foi adjunta no gabinete do Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Miguel Frasquilho e chefe de gabinete da secretária de Estado Maria do Rosário Águas.
Vencimento: 3.069,33 euros

8.Nome: Rodrigo Guimarães
Cargo: Chefe de gabinete do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Ligação ao PSD: Foi chefe de gabinete de Morais Leitão no Governo Santana
Vencimento: 4.791 euros

9.Nome: Gonçalo Sampaio
Cargo: Adjunto do gabinete do ministro da Defesa
Ligação ao PSD: Ex-candidato a deputado pelo PSD e presidente da secção B do PSD Lisboa
Vencimento: 3.183,63 euros

10.Nome: Cláudio Sarmento da Silva
Cargo: Assessor do gabinete do ministro da Defesa
Ligação ao PSD: Eleito membro da Assembleia da freguesia da Costa da Caparica pelo PSD
Vencimento: 3.356,34 euros

11.Nome: Paulo Cutileiro Correia
Cargo: Adjunto do ministro da Defesa
Ligação ao PSD: Ex-vereador da Câmara Municipal do Porto
Vencimento: 3.183,63 euros

12.Nome: Ana Santos
Cargo: Assessora do gabinete do ministro da Defesa
Ligação ao PSD: Fez parte da equipa, que, no Instituto Francisco Sá Carneiro, elaborou o programa do PSD para as últimas eleições Legislativas; Ex-dirigente da Universidade de Verão.
Vencimento: 3.356,34 euros

13.Nome: Nuno Maia
Cargo: Adjunto de imprensa do gabinete do ministro da Defesa
Ligação ao PSD: Foi assessor no grupo parlamentar do PSD quando Aguiar Branco era líder
Vencimento: 3.183,63 euros

14.Nome: Marta Santos
Cargo: Adjunta do Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional
Ligação ao PSD: Foi assessora de António Prôa, vereador do PSD na Câmara Municipal de Lisboa
Vencimento: 3.183,63 euros

15.Nome: João Pedro Saldanha Serra
Cargo: Chefe de gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional
Ligação ao PSD: Ex-líder da bancada do PSD na Assembleia Municipal de Lisboa
Vencimento: 3.892,54 euros

16.Nome: João Miguel Annes
Cargo: Adjunto do gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional
Ligação ao PSD: Presidente da JSD Algés/Carnaxide . Faz parte do Conselho Nacional do PSD.
Vencimento: 3.183,63 euros

17.Nome: Rita Lima
Cargo: Chefe de gabinete do ministro da Administração Interna
Ligação ao PSD:Foi chefe de gabinete de Regina Bastos, secretária deEstado da Saúde no Governo de Santana Lopes
Vencimento: 3.892,53 euros

18.Nome: Jorge Garcez
Cargo: Assessor do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Administração Interna
Ligação ao PSD:Secretário-Geral Adjunto da Comissão Política Nacional da JSD
Vencimento: 3.069,33 euros

19.Nome: António Valle
Cargo: Adjunto do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares
Ligação ao PSD: Assessor de comunicação de Passos Coelho na São Caetano à Lapa
Vencimento: 3.069,33 euros

20.Nome: Ricardo Sousa
Cargo: Adjunto do Sec. de Estado Adjunto do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares
Ligação ao PSD: Delegado ao Congresso do PSD pela JSD
Vencimento: 3.069,33 euros

21.Nome: Nuno Correia
Cargo: Chefe de gabinete do Sec. de Est. Adj. do Ministro Adj. dos Assuntos Parlamentares
Ligação ao PSD: Ex-candidato do PSD à Câmara Municipal de Castanheira de Pêra
Vencimento: 4.542.00 euros

22.Nome: Ademar Marques
Cargo: Adjunto do Sec. de Est. Adj. do Ministro Adj. dos Assuntos Parlamentares
Ligação ao PSD: Presidente do PSD/Peniche
Vencimento: 3.069,33 euros

23.Nome: Marina Resende
Cargo: Chefe de gabinete da Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade
Ligação ao PSD: Ex-assessora do Grupo Parlamentar do PSD (Junho)
Vencimento: 3.892.53 euros

24.Nome: Ricardo Carvalho
Cargo: Adjunto do Secretário de Estado da Administração Local e Reforma
Ligação ao PSD: Secretário da Junta de Freguesia Prazeres, eleito pelas listas do PSD
Vencimento: 3069,33 euros

25.Nome: João Belo
Cargo: Adjunto do secretário de Estado da Administração Local e Reforma
Ligação ao PSD: PSD/Coimbra
Vencimento: 3069,33 euros

26.Nome: André Pardal
Cargo: Especialista do gabinete
Ligação ao PSD: Vice-presidente da JSD; Delegado no último Congresso do PSD (XXXII)
Vencimento: 3069,33 euros

27.Nome: Diogo Guia
Cargo: Chefe de gabinete do Secretário de Estado do Desporto e Juventude
Ligação ao PSD: Membro da Assembleia Municipal Torres Vedras pelo PSD
Vencimento: 3.892.53 euros

28.Nome: Sónia Ferreira
Cargo: Especialista do gabinete do Secretário de Estado do Desporto e Juventude
Ligação ao PSD: Candidata a deputada pelo PSD nas últimas eleições Legislativas
Vencimento: 3.069,33 euros

29.Nome: Manuel Martins
Cargo: Adjunto do Ministro da Economia e do Emprego
Ligação ao PSD: Integrou as listas do PSD à junta de freguesia de Santa Isabel; Delegado ao Congresso do PSD
Vencimento: 3.069,34 euros

30.Nome: Álvaro Reis Santos
Cargo: Chefe de gabinete do sec. de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional
Ligação ao PSD: Ex-vereador do PSD na Câmara Municipal de Ovar
Vencimento: 3.892,53 euros

31.Nome: Quirino Mealha
Cargo: Adjunto do secretário de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento RegionalLigação ao PSD: Colaborou com o Instituto Sá Carneiro
Vencimento: 3.463,49 euros

32.Nome: Jaime Bernardino Alves
Cargo: Adjunto do secretário de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional
Ligação ao PSD: Ex-presidente da Comissão Política do PSD/Resende
Vencimento: 3.069,34 euros

33.Nome: Rui Trindade
Cargo: Especialista do gabinete do sec.de Estado Adj.da Economia e do Desenv. Regional
Ligação ao PSD: Deputado na Assembleia de freguesia de Mafamude pelo PSD
Vencimento: 3.069,34 euros

34.Nome: Isabel Nico
Cargo: Adjunta do Secretário de Estado do Emprego
Ligação ao PSD Foi adjunta do sec. de Estado das Obras Públicas, Jorge Costa, num Governo PSD
Vencimento: 3.069,34 euros

35.Nome: Amélia Santos
Cargo: Chefe de gabinete do Secretário de Estado do Emprego
Ligação ao PSD:Foi chefe do Gabinete do Secretário de Estado das Obras Públicas, José Castro, no Governo de Durão Barroso
Vencimento: 3.892,53 euros

36.Nome: Carla Mendes Sequeira
Cargo: Especialista no gab. do sec. de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação
Ligação ao PSD: Em 2006 era membro do Conselho Nacional do PSD
Vencimento: 4.297,75 euros

37.Nome: Margarida Benevides
Cargo: Especialista no gabinete do sec. de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Ligação ao PSD: Foi delegada ao XIX Congresso Nacional da JSD em 2007
Vencimento:3.069,34 euros

38.Nome: Carlos Nunes Lopes
Cargo: Chefe do gabinete do Sec. de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Ligação ao PSD: Presidente do PSD/Mangualde
Vencimento:3.892,53 euros

39.Nome: Marcelo Rebanda
Cargo: Chefe do gabinete do Sec. de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Ligação ao PSD: Foi adjunto da secretária de Estado do Turismo
Vencimento:3.069,34 euros

40.Nome: Eduardo Diniz
Cargo: Chefe do gabinete do Secretário de Estado da Agricultura 
Ligação ao PSD: Foi assessor do gabinete do Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Fernando Bianchi de Aguiar num anterior Governo PSD
Vencimento:3.892,53 euros

41.Nome: Joana Novo
Cargo: Chefe do gabinete do Secretário de Estado da Agricultura
Ligação ao PSD: Candidata a deputada municipal de Viana do Castelo nas autárquicas de 2009 na coligação PSD/CDS
Vencimento:3.069,33 euros

42.Nome: Ana Berenguer
Cargo: Adjunta do Secretário de Estado do Mar
Ligação ao PSD: Foi adjunta do secretário de Estado Adjunto e das Pescas, Luís Filipe Gomes, no Governo de Durão Barroso
Vencimento:3.069,33 euros

43.Nome: Paulo Assunção
Cargo: Especialista do gabinete do Secretário de Estado do Mar
Ligação ao PSD: Foi adjunto do secretário de Estado Adjunto do Ministro da Presidência, Feliciano José Barreiras, no Governo de Santana Lopes
Vencimento:2.167,56 euros

44.Nome: Tiago Cartaxo
Cargo: Especialista no gabinete do Sec. de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território
Ligação ao PSD: Conselheiro Nacional da JSD; candidato derrotado à liderança da JSD
Vencimento: 3.069,33 euros

Cargo: Especialista no gabinete do Sec. de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território
Ligação ao PSD: Presidente do Gabinete de Estudos do PSD/Cascais
Vencimento: 3.069,33 euros

46.Nome: Nuno Botelho
Cargo: Apoio técnico ao gabinete do Sec. de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território
Ligação ao PSD: Vereador do PSD na Câmara Municipal de Loures
Vencimento: 1930 euros

47.Nome: Paulo Nunes Coelho
Cargo: Chefe de gabinete do secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território
Ligação ao PSD: Foi chefe de gabinete do secretário de Estado da Administração Local de Miguel Relvas, no Governo Durão
Vencimento: 3.892,53 euros

48.Nome: António Lopes
Cargo: Adjunto do gabinete do Secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território
Ligação ao PSD: Foi candidato à Câmara Municipal da Azambuja pelo PSD
Vencimento: 3.069,33 euros

49.Nome: Ricardo Morgado
Cargo: Especialista/Assessor do Secretário de Estado do Ensino Superior Ligação ao PSD: JSD
Vencimento: 2505,47 euros

50.Nome: Francisco José Martins
Cargo: Chefe de gabinete do secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Ligação ao PSD: Ex- chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PSD
Vencimento: 3.892,53 euros

51.Nome: Francisco Azevedo e Silva
Cargo: Adjunto do secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Ligação ao PSD: Ex- chefe de Gabinete de Manuela Ferreira Leite
Vencimento: 3.069,33 euros

52.Nome: José Martins
Cargo: Adjunto do secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Ligação ao PSD: Adjunto do Secretário de Estado da PCM, Domingos Jerónimo no Governo de Santana Lopes
Vencimento: 3.069,33 euros

53.Nome: Ana Cardo
Cargo: Especialista jurídica no gabinete do secretário de Estado da Cultura
Ligação ao PSD: Adjunta do gabinete de Teresa Caeiro (CDS), no Governo Santana Lopes
Vencimento: 3.069,33 euros

54.Nome: Luís Newton Parreira
Cargo: Especialista no gabinete do secretário de Estado da Cultura
Ligação ao PSD: Presidente da secção D do PSD Lisboa
Vencimento: 3.163,27 euros

55.Nome: João Villalobos
Cargo: Assessor no gabinete do secretário de Estado da Cultura
Ligação ao PSD: Prestação de serviços de assessoria em Comunicação Social e New Media, junto Gabinete dos Vereadores PPD/PSD na Câmara Municipal de Lisboa
Vencimento: 3.163,27 euros

56.Nome: Inês Rodrigues
Cargo: Adjunta da secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário
Ligação ao PSD: Adjunta do gabinete da secretária de Estado da Educação, Mariana Cascais, no Governo de Durão Barroso
Vencimento: 3.069,33 euros

57.Nome: Marta Neves
Cargo: Chefe de gabinete do ministro da Economia
Ligação ao PSD: Adjunta do ministro as Actividades Económicas e do Trabalho, Álvaro Barreto, no Governo de Santana Lopes
Vencimento: 5.821,30 euros

58.Nome: Fernando Faria de Oliveira
Cargo: Chairman da CGD (Sector Empresarial do Estado)
Ligação ao PSD: Ex-secretário de Estado do PSD

59.Nome: António Nogueira Leite
Cargo: Vice-presidente da CGD (Sector Empresarial do Estado)
Ligação ao PSD: Conselheiro económico do presidente do PSD, Pedro Passos Coelho

60.Nome: Norberto Rosa
Cargo: Vice-presidente da CGD (Sector Empresarial do Estado)
Ligação ao PSD: Ex-secretário de Estado em Governos PSD (Cavaco Silva e Durão Barroso)

61.Nome: Nuno Fernandes Thomaz
Cargo: Vogal da Comissão Executiva da CGD (Sector Empresarial do Estado)
Ligação ao PSD: Ex-secretário de Estado de Santana Lopes

62.Nome: Manuel Lopes Porto
Cargo: Presidente da Mesa da Assembleia-geral da CGD (Sector Empresarial do Estado)
Ligação ao PSD: Presidente da Assembleia Municipal de Coimbra, eleito nas listas do PSD

63.Nome: Rui Machete
Cargo: vice-pesidente da Mesa da Assembleia-geral da CGD (Sector Empresarial do Estado)
Ligação ao PSD Ex-presidente do PSD

64. Nome: Joana Machado
Cargo: Assessora do secretário de Estado da Administração Interna
Ligação ao CDS: Integrou as listas do CDS-PP para a Assembleia Municipal de Lisboa nas autárquicas de 2001
Vencimento: 2.364,50 euros

65. Nome: André Barbosa
Cargo: Assessor do secretário de Estado da Administração Interna
Ligação ao CDS: Ex-assessor do Grupo Parlamentar do CDS-PP
Vencimento: 2.364,50 euros

66. Nome: Tiago Leite
Cargo: Chefe de gabinete do secretário de Estado da Administração Interna
Ligação ao CDS: Candidato do CDS a Presidente da Câmara de Santarém nas autárquicas de 2009 e nº3 na lista de deputados à Assembleia da República nas últimas eleições Legislativas.
Vencimento: 3.892,53 euros

67. Nome: José Amaral
Cargo: Chefe de gabinete da Secretária de Estado do Turismo
Ligação ao CDS: Candidato nas Europeias como suplente, nas listas do CDS.
Vencimento: 3.892,53 euros

68. Nome: Antero Silva
Cargo: Adjunto da ministra da Agricultura
Ligação ao CDS: Líder do grupo municipal do CDS/PP na assembleia municipal de Vila Nova de Famalicão e membro da JP
Vencimento: 3.069,33 euros

69. Nome: Carolina Seco
Cargo: Adjunta Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural
Ligação ao CDS: Era a nº3 da lista à Assembleia da República pelo CDS no distrito de Viana do Castelo
Vencimento: 3.069,33 euros

70. Nome: Tiago Pessoa
Cargo: Chefe do gabinete ministro da Solidariedade e Segurança Social
Ligação ao CDS: Presidente do Conselho Nacional de Fiscalização do CDS
Vencimento: Vencimento de origem (HS-Consultores de Gestão, SA)

71. Nome: João Condeixa
Cargo: Adjunto do gabinete ministro da Solidariedade e Segurança Social
Ligação ao CDS: Candidato pelo CDS em Lisboa nas últimas Legislativas
Vencimento: 3069,33 euros

72. Nome: Diogo Henriques
Cargo: Adjunta do gabinete ministro da Solidariedade e Segurança Social
Ligação ao CDS: Chefe de gabinete da presidência do CDS-PP.
Vencimento: 3069,33 euros

73. Nome: Arlindo Henrique Lobo Borges
Cargo: Assessor do Secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar
Ligação ao CDS: Deputado municipal pelo CDS em Braga
Vencimento: 3069,33 euros.



TOTAL: 3.056.829,58 Euros por ano.

Como podem, perceber, depois de ler isto, não me apetece escrever mais, embora esta crónica vá ser mantida, até que o Polvo, a bem ou a mal seja desmantelado.
Acreditamos que hoje, dia 11, comecem a ser escavadas as primeiras trincheiras.


(Quarteto do limpar armas, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")




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