Este blog serve de escape, um anti-stress, um ombro amigo que me faz manter a calma quando vejo o caminho que o nosso país leva... AI O FUTURO DAS MINHAS FILHAS!!!
Enviem novas aldrabices, tachos, cunhas, corrupções, injustiças... para tiago.democracia@gmail.com

29.9.11

Dizem-se Trabalhadores!

Há já tempo demasiado que os funcionários nos massacram com a sua incompetência em engatarem os nossos processos em geral e com a sua conhecida mândria, ininterruptas paragens e pausas no trabalho, bate-papo com os colegas, etc. Ultimamente mudou. Só que, como quase tudo em Portugal, a mudança foi para pior.

Tendo tomado conhecimento de que este governo se empenha em acabar com a mândria nacional, em que os funcionários detêm o Prémio Nobel, posto que nada podem fazer sem patentearem a sua desonestidade, tomaram medidas altamente agressivas contra quem lhes paga: Nós. A ronha e parasitagem estão imbuídas no comportamento geral nacional, mas nos funcionários atingem o completo sumo dos sumos. Intitulam-se de trabalhadores.

O roubo de pequeno material, o desleixe, a incompetência e o desinteresse por nos servirem com que nos tratam, transformaram-se agora no mais agressivo desprezo por quem lhes paga. Sabendo que as suas atitudes incivilizadas e de parasitas imbecis, de baixos sentimentos e maldade, vão ser atacadas por, neste caso, justas decisões governamentais, tomam medidas dissuasoras vingando-se em nós.

Só quem se lhes compare e neles se reveja pode aprovar um governo encabeçado por um criminoso1 e composto por uma baixa ralé2 onde predominam os ministros sem envergadura, ordinários, sacanas e vigaristas mesquinhos3, e fazendo disso bandeira como jamais aconteceu neste país. Fazem da ordinarice bandeira e com isso se pavoneiam porque o povo aprova (dá votos). Por isso tem o que quer e merece. É de certo o pior de sempre, mas relativo ao grau que a mentalidade nacional atingiu. Todavia, as medidas acertadas devem ser reconhecidas em quaisquer circunstâncias. Não vamos agora aprovar o caixeiro-viajante que anda a vender Portugal aos sugadores estrangeiros e nos vai deixar uns miseráveis deserdados, quando se desaprovou o outro caixeiro-viajante que tentou vender o impingir o lixo português aos outros países para entrarem alguns cobres. Tanto o certo como o errado devem ser denunciados, seja de que lado vier, e a decisão de acabar com os calões improdutivos é de certo uma das mais necessárias, benéficas e mais bem vindas a nível nacional. Quer eles se intitulem ou não de trabalhadores.

Só quem não necessitou ultimamente dos serviços da administração pública pode não estar ao corrente. A corja dos já tradicional e monstruosamente calões, num acesso de pura maldade, na insustentável reivindicação do direito à mândria, tomaram a decisão comum de diminuírem drasticamente a sua já mais baixa produtividade no país onde ela já é a mais baixa da Europa. Se já eram lentos passaram a sê-lo bem mais para queimarem o tempo e se fingirem ocupados. Se passavam tempo em saídas ao café ou a tratar dos seus negócios, passam agora muito mais. As baixas por motivos de saúde subiram a pique – as férias foram-lhes adversas à saúde, não as deveriam ter, já que nem as merecem por não as ganharem. Para acrescerem o prejuízo causado, o serviço de informação do tempo de espera deixou de funcionar e ainda desligaram o de SMS. Poderão mostrar um maior desprezo por quem lhes paga tudo o que ganham? Não se querem escravos, mas quem faça simplesmente o trabalho que lhe é pago.

Sabemos que por enquanto os calões ainda não foram corridos. Sabemos que o trabalho desses parasitas não aumentou sensivelmente nos últimos tempos. Donde o que se segue não pode por isso ser justificado. Pois quem seja obrigado a necessitar dos serviços do estado verificará o exponencial aumento do tempo de espera. Nalguns locais as suas atitudes são mesmo uma afronta descarada e maldosa aos utentes. Nas lojas do cidadão, que fecham às 19h00, nos serviços do estado com mais concorrência habitual, como a Segurança Social, os canalhas param a distribuição de senhas de atendimento cerca do meio-dia. Grande parte encontra-se em baixa médica fraudulenta, o que é uma burla e faz deles criminosos.

Que se passa, então? Todas estas atitudes foram recentemente tomadas no pretendido fingimento de mostrarem ser poucos, tentando convencer a população e a administração de que fazem falta e não devem ser corridos da mamadeira. Isto, no país da UE com a maior percentagem de funcionários relativamente ao número de habitantes. Fora com os calões para diminuir os encargos do estado – os nossos. Não ganham muito, mas já ganham mais do dobro do valor que merecem. Paralelamente, diminua-se a burocracia, que impede o crescimento, promove a corrupção e faz aumentar o número de funcionários.

Estes trabalhadores são ladrões do erário público. Não como os políticos, mas roubam igualmente e como são tantos a roubar o roubo não pode ser pequeno. Fora com os calões, ladrões, vigaristas, parasitas e burlões, que também impedem o crescimento, fruto duma cultura implantada pelos interesses da corrupção política, como previsto e exposto há décadas4. Nem outras consequências se podiam ter esperado dum povo tão atrasado que nunca compreendeu na armadilha em que caía constantemente. Um povo completamente embrutecido por uma jornaleiragem em aberto conluio com os corruptos políticos em cujas mãos entregou os miseráveis depois de os desmiolar, como quem entrega carneiros mansos no matadouro.

27.9.11

L'affaire KAOS, seguido de Madame Miriam e o agente técnico de engenharia José Sócrates, passando pelos talheres perdidos de Isabel dos Santos





Imagem do Kaos


Suponho que já toda a gente tenha percebido que isto está em pura rota de colisão, ou seja, por dias, semanas, ou meses, como queiram, façam vocês as contas que eu sou péssimo em cálculo mental: sou infinitamente mais dado ao qualitativo do que ao quantitativo. Deixo o quantitativo para os vítores constâncios deste mundo, que só tenho pena que não tenha sido fuzilado às centésimas, na devida altura: a Grande Loja não deixou, mas ele que se cuide, porque há braços mais extensos do que os Regulares.

Hoje, pela primeira vez, estive 100% de acordo com aquela doméstica que (ainda) governa a Alemanha, quando disse que os países portugueses de corrupção oficial europeia deviam ceder parte da sua soberania, como penalização pelo incumprimento dos seus deveres de dignidade. É verdade. Ainda a Senhora Merkel andava a fazer fretes aos filhos da puta da Alemanha de Leste, onde o solzinho, dos amanhãs que cantavam, dançava, todos os dias, como no idolatrário de Fátima, e já eu defendia uma coisa exemplarmente simples, que nos teria evitado chegar onde chegámos. Vou ser mais explícito: um pouco como fazem os militares, quando são chamados a intervir em infraestruturas de interesse público, como a edificação de uma ponte, e isso acontece em muitos países civilizados, ao contrário do Quartel de Queluz, para onde as fufas vão, só para poderem ter cenas noturnas de camarata, ou os quartéis da Ajuda, onde os mancebos vão ser buscados pelos senhores das altas cilindradas, para lhes aliviarem os excessos de hormonas dos colhões,
dizia eu de que,
mal os fundos comunitários começaram a vir para certas entidades nacionais de perfil duvidoso, como Portugal, a coisa se deveria ter processado assim: quando, nessa hiperestrutura iluminista, chamada Espaço Económico Europeu, os órgãos competentes decidiam que vinha uma dose de dinheiro para uma determinada função, Educação, por exemplo, que é uma coisa que distingue os países civilizados do nosso, a par do dinheiro, vinha logo uma equipa de técnicos, a tempo inteiro, que zelava, no terreno, pela chegada do capital, pelos alicerces das obras, os primeiros pisos, e o telhado, metaforicamente falando, Quando a coisa estivesse concluída, entregavam-na aos nativos, e mantinham um fiscal, que zelava para que a coisa estivesse, em campo, durante o tempo vital, à altura do projeto inicial.
Adorava que esta perda de soberania tivesse sido aplicada logo em 1986, quando o bando de criminosos, encabeçado por Cavaco Silva, Mira Amaral (o cérebro do desvio dos Fundos Comunitários), Couto dos Santos (que nem merece comentários, sobre os célebres fundos da formação), Arlindo Cunha (que vendeu a Agricultura por 5 tostões), Eurico de Melo (que apanhava, em grande, no cu, dos prostitutos, que lhe roubaram a mala com os documentos secretos da Cimeira da NATO), Leonor Beleza (a assassina dos hemofílicos), Miguel Cadilhe (um ranhoso de golpes baixos, em redor do arquiteto dos enrabamentos, Tomás Taveira), Miguel Beleza (irmão da puta), Oliveira Martins (a "Lola", de barba, voz grossa, e fios de esporra juvenil nos cantos da boca), Ferreira do Amaral ( o das estradas da morte, dos elefantes brancos, e da ponte que desembocava no Deserto da Margem Sul, em cima de terrenos de família, mais os que o Mineiro depois comprou, para sacar milhões nas expropriações) Carlos Borrego (uma besta que queria reciclar alumínio nos hemodialisados), Fernando Real (que já lá está, esse cabrão, Ministro do Ambiente, cujo primeiro ato governativo foi aplicar fundos para encher as suas herdades com eucaliptos(!)...), João de Deus Pinheiro (o que "apagou" as faltas injustificadas do cabrão seu mestre), Cardoso e Cunha (um mafioso ligado a todos os negócios sujos, e que foi a Comissário Europeu, e desviador de fundos da Expo-98), Dias Loureiro (o escroque que mandou disparar sobre os Portugueses, na Ponte sobre o Tejo, amigo próximo da Al-Qaeda), Marques Mendes (o célebre advogado do Alto do Parque, que era sempre o último a chegar às comitivas do "Grande Timoneiro", porque a noite tinha sido demasiado longa...), Diamantino Durão (o "Boca Podre", "Pé de Chulé", tio do "Cherne"), Braga de Macedo (uma artrose de pai in cornos, nascida da coxa da Virgínia Rau), Eduardo Catroga (o dos deficits astronómicos), Silva Peneda (o que levava no cu do chefe de gabinete, no... gabinete), Azevedo Soares (que liquidou as Pescas, e implantou as frotas da Coca), e mais uns anormais, cujos nomes já teria esquecido, não fosse a gloriosa "Wikipédia".

Todos essas criaturas tinham uma coisa em comum: vinham da sarjeta, passaram pelos governos do Senhor Aníbal, e transformaram o País na presente sarjeta.

A coisa é muito complicada, porque vinte e tal anos de reflexão, assim por alto, como eu agora os fiz, não apontam para governos legítimos, mas para um desfile de cadastrados e pré-cadastrados, que hoje se arrogam os vocalisos senatorais, de quem tem soluções para a "Pátria".

Ao contrário, a Pátria é que tem uma boa solução para eles, que é um muro de encosto, e tratamento, urgente, e adequado.

Quando o Senhor Sócrates chegou, depois do Guterres ter sentido o fedor do Pântano, para o qual contribuiu, integrando no seu Governo renegados comunistas, com a escola e os métodos todos, uma espécie de infindável fileira de ritas seabras da puta que as pariu, e do "Cherne", um porco maoísta, que desertou, para se ir instalar na Alta Corrupção Europeia, só teve de aplicar o Cavaquismo das segundas vias, já que a estrada estava aberta.

Talvez se interroguem sobre o por quê da violência deste discurso, mas vamos aos factos: Portugal está à beira da rotura, porque NUNCA chamou estes bois pelos nomes, NUNCA os levou a tribunal, NUNCA os meteu na cadeia, e NUNCA lhes pediu contas do que tinham roubado. Tudo o que roubaram, prezados concidadãos, está a ser chupado dos vossos bolsos, por esta incapacidade de uma sociedade civil se mobilizar, para mandar prender os responsáveis pelo Colapso de uma Nação com 900 anos de digna História, envenenados por uma República completamente podre, desde Afonso Costa até Jorge Sampaio e Cavaco Silva. Isto já não é para remendar, é para julgar, condenar e punir.

Os sinais são evidentes, mas já que esta fogueira está a arder, eu vou lançar mais gasolina: o que tem acontecido com vários espaços da Blogosfera, presentemente introduzidos com pseudoameaças de vírus iminentes, com o blogue do KAOS, à cabeça, é um sinal sinistro de que o livre pensamento, o riso e o sarcasmo atingiram o ponto em que podem fazer colapsar o Regime, e quando falamos de livre criação e pensamento estamos a falar de um das mais duras e graves conquistas das sociedades democráticas.
Por todo o lado se morre, por se dizer o que se pensa, e por todo o lado nascem mais dez, por cada um que vai ao chão.
Dir-me-ão que o KAOS não é o Bordallo (pois não, se calhar, até é melhor...), nem o ARREBENTA um... um... um..., bom, não me lembro agora, pesquise você, mas a verdade é que os tempos de hoje também não são os tempos de então, embora as analogias sejam inquietantes, e fica aqui o severo aviso, aos medíocres Relvas e outros quantos badochas que ainda não perceberam que não há machado que corte a raiz ao pensamento, citando o outro, que coitado, também já lá está: esses senhores que leiam a História e se lembrem de que, quando a censura apertou, o Regime, a desgraçada Monarquia, estava à beira de cair. De cada vez que infetarem um espaço de liberdade, estão a dar um tiro no pé,
mas eu ainda vou lançar mais lenha na fogueira, porque o País precisa, aliás, precisa de muitas coisa, como o Zezé Castel'Branco de apanhar na peidola, e meter a velha ao barulho, a ver, ou a ser minetada por só deus saberá quem. 
Quanto menos claras ferreiras alves, melhor, mas o sexo porco e  a coca dominam, como já se sabia, desde os célebres vídeos do Carlos Cruz, que, aliás, nunca existiram: eram como a Ponte de Entre os Rios e o BPN, ergueu-se, caiu, e desapareceu, por obra e graça do senhor santo espírito, a quem todos os dias a Bosca de Mota Amaral -- a Inês de Medeiros da AD -- reza, para não lhe tirarem o vibrador, em forma de motorista.

Eu sei que ninguém sabe quem é Madame Amélie, mas vai ficar a saber hoje, sobretudo a minha cara amiga, Portas, que tutela o Palácio das Necessidades (de levar no cu). A Madame Amélie é daquelas que já está como a Amália, na fase terminal, e aparece em tudo o que é televisão, para fazer missa de corpo presente de assuntos interessantíssimos, como aquela choldra da "Quadratura das Bestas", ou o "Eixo do Mal", da oxigenada de Bilderberg.
Acontece que Madame Amélie, na sua fase terminal, foi chamada à Embaixada de Paris, para lhe ser apresentada uma... pessoa.
Acontece que a pessoa não era uma pessoa, era um ex primeiro ministro de Portugal, ligado a redes criminosas de alto risco, chamado José Sócrates, e como a Madame Amélie está ligada aos Hautes Études, Sua Excelência o Ministro de Portugal em Paris, Seixas da Costa, também muito conhecido nos... "meios", queria que a velha apadrinhasse os estudos de "Filosofia" do Agente Técnico de Engenharia.
É evidente que les Hautes Écoles estão para a Universidade Independente como a Imperatriz do Japão para os joanetes da Maria Cavaca, e a senhora, embora em fase terminal, e entre aqueles sorrisos diplomáticos que escondem as piores mentiras, olhou para a certidão de estudos do de Vilar de Maçada, e achou que aquilo, para converter em Filosofia... só com um despacho à maneira da Lusófona ou da Universidade de Cacilhas, e disse que, talvez, se pudesse sacar qualquer coisinha, no... Inglês Técnico, mas achou que era melhor ser o Embaixador a tratar do assunto, e pirou-se, porque a França tem uma tradição aristocrática, que não se compadece, mesmo na fase terminal, com ai ais de filhos da mãe jeová.
Fique Sua Excelência, o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, a saber para que pinotes servem as Embaixadas de Portugal no Estrangeiro...

A segunda história é igualmente boa, velha, e atual, já que o Aníbal, uma mente estreita e com 100 anos de atraso, com medo de ser envenenada, e com razão, a toda a hora, mandava a criada, ou lá o que era, comprar, sempre, carcaças em padarias diferentes, não fosse alguém lembrar-se de enfiar lá dentro 605 Forte, e a Maria ficar viúva de tão linda coisa. A coda da história é pior, porque, sendo o mesmo unhas de fome, que compra meio queque para os netos, na pastelaria "Carossel", da Infante Santo, e tanto amor tem aos graciosos sorrisos das vacas da Graciosa, enquanto o País agoniza, o pão lá o comprava em sítios diferentes, não fosse vir envenenado, mas o resto da comida era sempre no mesmo sítio, porque era... mais... mais... mais... baratucho.

A chave de ouro vai para Angola, que é um país em vésperas de estoirar, mas em grande, nada que se compare com aqui: a Isabel dos Santos, com os diamantes de sangue, os petrodólares das mutilações, os yuans dos degolados e euros das criancinhas esfomeadas, tem um enigma na sua vida, que eu tanto gostaria que vocês me ajudassem a resolver: tudo o que é talher e adereço ligado aos seus repastos é imediatamente destruído, no prazo de uma hora!...
Já pensei em Cleópatra, mas isso era o mesmo que comparar a Inês Pedrosa com a Florbela Espanca: para além de imoral, era amoral.
Se tiverem alguma chave para tudo isto, avisem, antes de 15 de outubro, ou até ao final da semana, que parece que a Grécia não pode aguentar mais do que este fim de semana, como já avisou o porcalhão do Obama, um caneco do caneco, que agora até se lembrou de culpar a Europa pelo gigantesco fracasso da sua investida racista. Esse era outro que levava um justíssimo tiro nos cornos, mas as mãos são fracas, pois são.




(Quarteto do já faltam poucos dias, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers"

háháháháhá...


24.9.11

Não Há Regra Sem Excepção

No decorrer de adopção de medidas que atacam a população em geral, sem quase tocar aos privilégios e roubos autorizados dos que legislam na pura intenção de manterem a impunidade dos seus crimes, surge uma decisão que, longe de ser a única necessariamente urgente nesse sentido, contribuirá visivelmente para aliviar a miséria nacional.

Trata-se da determinação de juntar a improdutividade às causas justas para despedimento de empregados calões. São medidas normais existentes em todos os países democráticos. Por que razão é que um qualquer parasita pode ter direito a um ordenado que não ganha? As greves dos sanguessugas que ocupam os postos de trabalho sem desenvolverem actividade aceitável são no mínimo declarações de parasitagem a que se crêem com direito por exemplo dos outros parasitas partidários que ocupam, eles também, cargos políticos por nomeação.

Aqueles que criticam os raros que trabalham, os quais são mal vistos pela generalidade dos mandriões, são uma das muitas causas do empobrecimento nacional. Através dos anos, chegou-se a este abuso, cujo fim se tornava mais urgente a cada dia que passava por diminuir drasticamente a produtividade global nacional. Aprofundaram o empobrecimento das empresas e um número de funcionários desnecessários sugam o dinheiro dos impostos sem qualquer justificação por ser preciso um maior número de calões para o trabalho normal. Os enfermeiros, por vezes encontrados pelos corredores dos hospitais aos montes em bate-papo, são outro caso idêntico. Quantas vezes os funcionários nos estão a atender e atendem uma chamada telefónica particular? Nada disto é permitido em países mais ricos. Por isso que o são. Roubam as empresas e o estado por gozarem ordenados não justificados pela existência de trabalho e aos quais, obviamente, não podem ter direito legal, por não haver trabalho justificativo a retribuir. Roubam ainda as empresas e o estado, apoderando-se de tudo a que podem deitar a mão e levar para casa. Não são ladrões ao nível dos políticos que lhes proporcionam o exemplo, não deixando porém de ser menos ladrões. Estes factos justificam-se plenamente por os pequenos ladrões votarem (aprovarem) naqueles que os roubam.

Os que compõem essa corja intitulam-se de trabalhadores, nome adoptado com dois fins distintos: primeiro políticos para atraírem os votos dos mais pobres, depois pelos próprios para esconderem a intenção real de que não querem trabalhar.

Não podemos ser tão ingénuos ao ponto de acreditarmos que a intenção do governo foi pura e simplesmente de aumentar a produtividade nacional. Foi um aproveitamento das circunstâncias, tal como outro que têm mostrado mais claramente, como a oferta de implantar medidas mais pesadas do que as acordadas com o triunvirato que comprou o país. Só que esta, ao invés das restantes, tem utilidade concreta. Chega de continuarmos crédulos, que a maioria das medidas deste governo conduz à morte e ao assassínio dos portugueses; directamente devido ao empobrecimento drástico e aos cortes na saúde e diminuição de implantes; ou indirectamente por razões psicológicas derivadas pela miséria instantânea, como vemos no que se passa na Grécia, onde os suicídios aumentaram 40% nos primeiros cinco meses deste ano.

Segundo Fernando Ulrich, publicado pela Agência Financeira, as medidas adoptadas pelo FMI contra a crise mundial são «erradas, absolutamente lamentáveis, e estão a ter consequências muito negativas para todo o sistema financeiro internacional, incluindo países fortes e bancos muito grandes e considerados fortes. A insistência do FMI é desastrosa, não tem nenhum suporte técnico e não contribui em nada para melhorar a situação da economia mundial.» Segundo ele, estas medidas estão na base do prolongamento e agravamento da crise.

Será que este governo irá adoptar medidas no interesse do país? Até agora não o mostrou e pelo palrar não vai fazê-lo. Vai continuar a escravizar e a matar a população. a inclusão da improdutividade nas justas causas para despedimento não foi mais que uma excepção apenas decorrente de outras ideias, que por acaso é útil.

20.9.11

Havana-te, João Jardim!... :-)



Imagem do Kaos


Portugal é um país com algumas particularidades geográficas, já que as ilhas de que dispõe sofrem todas de  pequenas mutações genéticas, herdadas daquele célebre dia em que a nossa Pocahontas continental se resolveu cruzar com um Neanderthal, que estava em extinção, mas ela achou ótimo, para se meter por baixo, como aqueles gajos da Seleção Sub-21, ou os homens que a Teresa Guilherme escolhe para a "Casa dos Segredos", na  bem sucedida esperança de que depois lhe lambam os cortinados.

Temos as Berlengas, que já eram célebres nas anedotas do Solnado, os Açores, onde a televisão estatal, quando não andava na Garagem do "Farfalha", ou a produzir paneleironas boscas de Mota Amaral, passava os dias a transmitir as procissões todas do Senhor Santo Cristo -- o que eu perdi, meu deus, que ultimamente só vejo a France-24, e a CNN, que parece a Aljazeera, e a Aljazeera, que parece a CNN... -- e a Madeira, a primeira das Caraíbas, pelo clima, persistência do regime, e estrutura endémica de corrupção.

A Madeira tem a particularidade de ser o território mais bonito do Continente, por muito que defendam o ALLgarve, que cada vez mais parece a Costa de Caparica durante o PREC, ou aquelas aldeias do interior, muito típicas, muito lindas, muito verdes, mas onde não há metro, não se encontra uma FNAC, e já não há nem velhas de 80 anos, nem ovelhas, para procriar.

A Madeira é aquilo que se chama um território politicamente estável, já que, nos últimos 150 anos, conheceu poucas alterações: em 1910, foi forçada a passar da Monarquia para a República; em 1926, passou a integrar o regime de Partido Único do Maior Português de Sempre, e teve um breve sobressalto com a chamada Primavera Marcelista, quando Marcello Caetano e Américo Thomaz lá fizeram escala, a caminho do Brasil. Desde então, integrou a Monopartidarismo, de modelo cubano, com algumas nuances chavistas.

A Madeira é paisagisticamente perfeita, embora até se pudesse aperfeiçoar, já que acho a maravilhosa baía do Funchal lindíssima, mas podia ficar mais bela, se pusessem lá nos dos morros uma coisa parecida com o Cristo-Rei de Almada, peça de arte inigualável no Mundo inteiro, exceto no Burkina Faso, e na estatuária oficial de Saddam Hussein, Kadafi e do gajo da Síria, de que me não lembro o nome, e que ansiosamente espero seja incluída numa qualquer revisão constitucional, na alínea de a-dinamitar-brevemente. Em alternativa, o prolongamento da pista do Funchal, podia ter sido obtido, poupando dinheiros ao "Contenente", deitando o Cristo-Rei de Almada, sobre estacas, e ensinando os pilotos a aterrarem ali. Voos low cost, e na graça do senhor.

A Madeira parece-se muito com os meus cartões de crédito, já que eu passo a vida a esconder de mim mesmo e dos outros os gastos que fiz, exceto de quem os emite do lado de lá, e me faz ver que eu vivo numa colossal situação de dívida que vai levar um tempo colossal a pagar, e que, como as coisas estão, não apetece colossalmente liquidar, embora não tenha discutido isto com ninguém, e cada vez me ofereçam mais crédito, e seja, portanto, uma mera opinião, mas é bom saber que o Vítor Gaspar, com aquele ar grelhado de quem toma todos os dias uma unidose de Prozac, ou coisa mais forte, ache que aquilo são meros trocos, um pouco como o BPN, ou décadas de arrombos nos organismos da Fraude nas Estradas.

Do ponto de vista da genética, a Madeira tem a particularidade de ter todas as pessoas com apelido "Jardim", exceto o Cristiano Ronaldo, nu, pelado, desnudo, en poil & naked, que tem "Aveiro" como nome de família, o que prova que é um perigoso infiltrado estalinista, como diversas vezes já insinuei, embora ninguém acredite em mim. O movimento começou por ser centrífugo, já que era, primeiro, uma mesma família a ocupar os possíveis lugares do Estado e do privado, que lá se confundem, graças a deus, e quando tudo ficou ocupado, o movimento passou a centrípeto, com as pessoas que não se chamavam "Jardim" a irem mudar apressadamente o apelido, para não perderem o comboio do ó-meu, ó-meu.

Há um argumento de Santo Anselmo que se aplica à Madeira, que é que todo o dinheiro que foi gasto a mais, não chegou para fazer todas as obras que ficaram a menos, e tudo o que ficou a menos é porque não dava para mais, ou foi direitinho para os bolsos de alguém, não do Tio Alberto, que quer é putas e vinho verde, e teria de nascer duas vezes quem conseguisse provar que ele é corrupto, ou da "Wainfleet", a maior exportadora de Portugal, que não paga impostos, e tem cinco funcionários a carimbar faturas, para transformar um produto de baixo custo, que entra pela porta do cavalo, numa daquelas coisas que se vende no Chiado, para os parolos comprarem. As wainfleets são tantas que optaram por se organizar na vertical, em de vez de ser na horizontal, de maneira que, sempre que se toca à campainha, é para a wainfleet do 5º esq., a wainfleet do 8º direito, ou outras wainfleets rasteiras de rés do chão, onde nem os 383 000 000 € de off shores da reles família Sócrates ousaram pôr os carcanhóis.

Claro que, como toda a gente sabe, o homem deixou obra, aliás, tudo isto é obra, e aproxima-nos generosamente da Grécia, onde, para tratar de tanto Jardim chegava a haver pendurados 39 jardineiros, o que o coloca nitidamente acima de ladrões comuns, como Mira Amaral, Duarte Lima ou Dias Loureiro, cuja única obra será, futuramente, o Memorial da Bancarrota, cuja primeira visita vai ser já em 15 de outubro, por entre por entre os piores pavores do Saloio de Boliqueime, do Passos Coelho, que ainda não percebeu que é uma mera regência de uma coisa feia que vem para aí, e da Portas, que deve estar doida, para se livrar das paneleiras todas que, há gerações, lhe fazem concorrência no Palácio das Necessidades. A ordem é "fechar", mas é difícil fechar uma coisa que estagnou  no estado generalizado de... toda aberta, como é a Diplomacia Portuguesa, onde não há um único Cônsul que não tenha um "marido" lá fora, a não ser o Jorge Ritto, que era mais de dar de mamar a lactantes.

A parte pior vem agora, porque a Madeira é um microcosmos, onde se condensa tudo aquilo com que o Continente sonha, um paizinho balofo e bêbedo, capaz de, como a bêbeda Ana Gomes, imaginar, nos Dias do Gin, voos da Cia a toda a hora, ou do alcoólico Manuel Alegre, que, em vez de eleger o Cavaco uma vez, como estava em coma alcoólico, elegeu duas, pensando que era a tal divisão da visão, do etilismo avançado. De facto, o país inteiro sonha com poder gastar sem contar a ninguém, de meter ao bolso sem se ver, de poder ter a família a ocupar todos os bons lugares da firma e do Estado, de fazer obras monogâmicas e megalómanas, como um TGV madeirense, de via única, a passar a alta velocidade, por túneis de curvas e contracurvas, com o Alberto pendurado na janela, a dizer aqueles generosos palavrões com que presenteia todos os que não se ajavardaram publicamente como ele. O que move todo este palavrar, é, pois, a mais pura INVEJA, de quem gostaria de estar naquele nirvana insular, mas só consegue produzir Quarteiras, Quintas do Mocho e Bairros da Bela Vista. Portanto, como todo o País adoraria ser como a Madeira, o problema da alternância está resolvido, já que ele só sairá de lá através de um milagre da Fé, ou por causas naturais. Vítor Gaspar, ou a "Troika", brevemente incluirão uma cláusula onde se veja o solzinho a dançar, e a Sé do Funchal será demolida, para implantar mais um "franchising" de venda de velas de Fátima. Infelizmente, creio que antes disso tudo, quem vai dançar com esta merda somos todos nós, mas é mesmo para isso que há quinzes de outubro, para os pôr na ordem, pá, e lhes mostrar que não somos carneiros, pá, e ainda há gente com tomates, pá, no Continente e na Madeira, região autónoma da cona da mãe.

(Quarteto do faz de conta, que em 15 de outubro falamos, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")

A máxima desta semana!!!


19.9.11

Cavalgando Um Cavalo Morto

Uma MetáFora Empresarial

Dizem que os índios Dakota, dos Estados Unidos, têm um ditado, passado de geração em geração, que diz: «Quando você descobrir que está montando um cavalo morto, desmonte».

Levando essa sabedoria para a área empresarial, vemos que o «cavalo morto» é uma representação de algo que deixou de existir, de funcionar ou de produzir os resultados esperados como um produto obsoleto, um serviço ineficiente, um software inadequado, uma máquina defeituosa, um mercado em declínio ou mesmo pessoas que se tornaram desmotivadas, acomodadas ou desactualizadas.

E rapidamente descobrimos que «desmontar de um cavalo morto» – abandonar velhas práticas ou recursos - numa empresa, não é tarefa fácil! Mudanças e Inovações suscitam RESISTÊNCIA

Embora os dirigentes saibam que é necessário remover os «cavalos mortos» que retardam ou impedem a evolução dos negócios, muitos preferem adoptar estratégias para tentar fazer o cavalo morto cavalgar novamente, como estas:

1 .Comprar um chicote mais forte.
2 .Substituir os cavaleiros por outros mais competentes e mais leves para melhorar o desempenho do cavalo morto.
3 .Dizer coisas como: «esta é a forma como nós sempre montámos este cavalo». Ou «esta é a forma como sempre fizemos as coisas nesta empresa».
4 .Nomear uma comissão ou Circulo de Qualidade para estudar o cavalo. Reclamar da qualidade dos cavalos de hoje.
5 .Organizar visitas a outras empresas ou países para ver como eles cavalgam cavalos mortos.
6 .Eliminar políticas e normas que digam que o cavalo está morto. Demitir quem disser que o cavalo está morto.
7 .Criar um programa de treino para aumentar a capacidade de cavalgar.
8 .Contratar uma agência de publicidade para relançar o cavalo morto. Fazer um website para o cavalo morto.
9 .Colocar vários cavalos mortos juntos para aumentar a velocidade.
10 .Comprar produtos que façam o cavalo morto galopar mais rápido.
11 .Reduzir os padrões de desempenho para que o cavalo morto seja considerado.
12 .Promover o cavalo morto a uma posição de gerência.

É comum, na maioria das empresas, ver dirigentes tentando ressuscitar os cavalos mortos. Com certeza todos nós conhecemos organizações que aplicam essas estratégias diante de situações críticas.
Também é comum encontrar organizações comandadas por cavalos mortos.

A dura lei dos negócios diz que é necessário evoluir continuamente para sobreviver.
O sucesso empresarial, para ser mantido, exige que sejam identificados e removidos, sem complacência e rapidamente, os obstáculos que retardam a evolução competitiva e financeira, sejam eles quais forem.
Construir a empresa do futuro exige que se modifique a empresa de hoje.
Para desmontar de um cavalo morto é preciso, antes de mais nada, ter a coragem de reconhecer que o cavalo morreu.
É preciso reconhecer quando um processo se tornou ineficiente, quando um produto recentemente adquirido não atende as nossas necessidades ou quando uma pessoa que muito estimamos causa problemas para os negócios.

Para dar continuidade à nossa jornada é preciso apear e descartar o cavalo, os processos, os produtos ou as pessoas, por mais úteis e estimados que tenham sido. É uma questão de evoluir ou fracassar.
O desenvolvimento empresarial exige inovação contínua, novas políticas e o descarte de práticas profundamente arraigadas em sua cultura e sistemas de trabalho.

Moral da história: Nenhuma organização atinge seus objectivos utilizando recursos inadequados. Organizações competitivas são aquelas que não aceitam a negligência, a imprudência e a imperícia de seus dirigentes.

E agora? Você vai dar o primeiro passo para sair desta situação ?

Texto recebido por e-mail em que dei pequenos retoques.
Além de empresas, este conceito aplica-se a qualquer organização de qualquer dimensão. O Governo deveria pensar (se conseguisse) neste texto. Mas ainda agora deparei com a seguinte notícia Governo estuda TGV em via única para cortar custo do projecto o que parece muito estranho quando há poucos dias apareceu notícia de a Espanha ter encerrado três ou quatro linhas de TGV por as entradas nas bilheteiras terem ficado muito abaixo dos estritos custos de funcionamento. Há que ter a coragem de avaliar todos os factores e desmontar do cavalo morto.

Imagem do Google

16.9.11

Frases Célebres do Coelho Para Recordar

Vale a pena coleccionar algumas frases, ditos, apartes, afirmações, comentários ou outros pequenos acontecimentos para recordarmos mais tarde e podermos avaliar com realidade os casos em causa ou a sinceridade ou honestidade daqueles que com elas se comprometeram apoiados em factos reais.

Eis pois algumas frases em que o Coelho empenhou a sua palavra e o pouquíssimo que lhe resta duma honra já bem roída por um acórdão de condenação dum tribunal criminal sem falar noutras vigarices em investigação agora provavelmente suspensas. O criminoso que o autor principal da miséria actual nacional, o Cavaco, pois, escolheu para acabar de enterrar o país: um criminoso que agora se nos revela ainda como um pantomineiro de meia-tigela, aldrabão e vigarista. Só em Portugal, um criminoso condenado pode ocupar lugares de relevo no estado e até ser nomeado primeiro-ministro, havendo quem lhe chame democracia.

A regra nacional é: quanto mais ordinário for, maior será a sua aceitação política e a sua bestialidade reconhecida como mérito. Nunca um governo teve tantos ministros rascas e ordinários e até um criminoso como o actual. Veja-se no artigo precedente, entre tantos outros. Quer tiver princípios que reflicta sobre a realidade.

Ouçamo-lo.

13.9.11

Ai que já se trabalha...

 2-1,...claro.

Suspeito de violar os filhos é libertadoÉ o costume! Quando há crianças envolvidas é ridículo...

Teresa Guilherme está de volta - SOCORRO!!!!!!!!

Violador de Telheiras condenado a 25 anos de cadeia - Estou estupefacto! Parabéns à Sra. Juíza. Não é normal neste país um crime sem sangue ter a pena máxima. Muito justo. Assim se faz justiça!

CORTAR A TORTO E A DIREITO!

Depois de muitas expectativas goradas na boa intenção dos governantes, por causa das suas doces palavras de vendilhões, dos que querem é ficar com o ouro dos cidadãos, estamos numa grave encruzilhada da nossa história!
Damos connosco a pensar se valerá a pena dar mais algum benefício da dúvida, a quem quer que seja, e achamos imperiosa e eminente uma revolução física, para que os gananciosos pervertidos batam estrondosamente com a cabeça no tecto, correndo o risco de ficarem sem ela...!
Porque o povo eleitor vai pronunciar-se numa sentença final; dizem os arguidos que é preciso cortar na segurança social, que é preciso cortar na educação, que é preciso cortar na saúde, que é preciso cortar na Justiça e tudo o mais que é serviço social do Estado, sem se preocuparem com as remunerações praticadas nesses serviços, que transformam Portugal no País dos príncipes e dos escravos pagantes, com miséria, infelicidade e angústia, da felicidade dos reinantes; os mal-intencionados deixaram de perceber a razão da existência do próprio Estado. Relembramos que o Estado foi criado para evitar a exploração desenfreada das necessidades essenciais dos cidadãos, entre outros aspectos de regulação das relações sociais, para evitar-se a injustiça praticada pelos anti-sociais, pelos gananciosos, pelos egoístas, pelos vigaristas, pelos aldrabões, pelos mentirosos, todos sem pingo de respeito pelo seu semelhante, numa clara prova de desumanidade das suas formações cívicas!
Dizem os arguidos que a despesa aumenta e dizem os acusadores que aumentam as doenças, a pobreza, o crime, o analfabetismo funcional e intelectual; como exemplo, referimos que só o fenómeno carcinogénico aumentou 700%, de há uma década para cá, em Portugal!!! Aumentou também o crime de recurso do pobre e de pressão do privilegiado e cresceu a desinformação com o decrescimento do discernimento intelectual!!!
Porquê? Porque os não humanos querem ganhar mais e mais com a oportunidade de satisfação das necessidade dos outros; usam toda a espécie de químicos venenosos no crescimento rápido artificial e protecção dos alimentos, que alteram comportamentos sexuais e produzem todo o tipo de outras doenças, nomeadamente mortais. Porque, sempre estes mesmos insensíveis, sacam todas as economias aos outros, para se deliciarem com enormes fortunas, obrigando os pobres a todo o tipo de crime de sobrevivência, em resposta ao primeiro crime de enriquecimento ilícito dos controladores financeiros da economia. Porque a desinformação é orquestrada por uma comunicação social subornada e intelectualmente deficiente, que introduzem conhecimento errado, nas cabeças de quem não pode ajuizar correctamente, por não saber a verdade. Porque os políticos, em vez de resolverem as causas dos problemas, só conhecem as consequências e sintomas dos males, sendo alienados da sua estupidez crónica. Porque o ensino não exercita a inteligência, mas sim apenas a memória de curto prazo, muitas vezes sob a influência de mais drogas, para não sucumbirem à pressão dos avaliadores da memória! Porque a Terra e as pessoas estão também cada vez mais doentes..., por causa da civilização tecnológica patogénica! Porque...
Quando os arguidos dizem que precisam baixar a despesa do serviço social não baixam a das obras e serviços consultores contratados, nem os salários disparatados dos gestores públicos e dos protegidos dos Partidos governantes; os arguidos juntaram-se em torno do orçamento, para sugarem o pouco que ainda conseguem produzir os escravos eleitores!
Basta; a sentença foi proferida e os arguidos têm muito pouco tempo para largarem a mama! Que venha o juízo ou a revolução final! O arguido pode escolher o que mais lhe convém, em nome da vontade do povo eleitor e em nome da sua preservação de Vida! Para que venha o humanismo da Justiça social e da democracia, queiram ou não queiram os papões...que se julgam superiores aos que desconsideram e humilham com diferenças salariais e estatutárias!
Ou a civilização avança para a igualdade da dignidade natural de todos os seres humanos, ou definha e desaparece na artificialidade; a história mostrou que a civilização continua sempre noutras direcções, mas os dominantes dela, em cada época, pereceram sempre com cada época..., às mãos dos humilhados!
A Natureza está a ser humilhada e as pessoas governadas também...

9.9.11

O Segundo Cavaquismo, como justa catarse do Primeiro



Imagem do Kaos

É quando a tormenta é grande que se vê a fraqueza das  naus, ou, parafraseando Álvaro de Campos, também eu prefiro estar sentado, a viajar, já que este é um tempo soberbo para se estar de poltrona.
É público o desprezo que nutro pelo Cavaquismo e pela sua figura inspiradora, um saloio dos interiores do Algarve, que atirou Portugal para fora da Oportunidade Europeia, incarnando, mais uma vez, aqueles velhos atavismos que fizeram como que ficássemos a roncar, no banco da estação, sempre que os comboios da História passavam por nós.
Politicamente, não me apetece fazer elaboradas conjeturas.
Há uns meses, escrevi que gostaria de ver Sócrates face a Cavaco, nestes momentos finais da agonia. Confesso que os derradeiros desenvolvimentos me levaram a afinar a posição, e a considerar que o palco é agora ocupado pelos justos atores, se excluirmos algumas figuras menores, os chamados "figurantes", como Passos Coelho, Portas e outros de que ainda não sei os nomes.
Na realidade, tal como uma mão lava a outra, e já que estamos na Dramaturgia, diria que o Segundo Cavaquismo, em que estamos enterrados até ao prepúcio, é a catarse do Primeiro, que soube ser histriónico, e pensava ir sair impoluto, mas teve o azar de os ciclos e contraciclos do Devir fazerem suceder-se o tempo da farra e o da punição.

Naqueles manuais de retórica política e económica, que ninguém lê, ou lê tanto como os suplementos do "Expresso", costuma dizer-se que os períodos socialistas estão associados ao despesismo, e os períodos conservadores ao repor das reservas. Cá, costumou ser o contrário, com as breves ADs a destruírem o pouco que havia, e os Socialistas a conterem, até se revirar tudo, com Guterres e Sócrates, e estes gajos, os jovens turcos de junho, a apanharem, agora, com uma experiência realmente europeia. Na verdade, o mal inicial, o conservadorismo cavaquista, uma espécie de neosalazarismo de gente pobre de espírito e horizontes, a tal época em que os Fundos Estruturais choviam em Portugal, para que nos alinhássemos com a marcha europeia, foi um dos mais espantosos períodos de pilhagem a que assistimos, na nossa História. Bastava folhear semanalmente o defunto "Independente", para ver como a "coisa" cresciaCreio que seria necessária uma década, duas, três, para que um batalhão de investigadores, muitos deles com formação policial e, mesmo, forense, conseguisse elaborar o manual completo da Arte de Roubar, durante Cavaco Silva. É certo que o homem era "hónesto", e nunca espoliou, apenas deixou que todos os outros roubassem por ele, ao ponto de, depois, lhe fazerem "uns jeitos", que lhe estão mais nas deformações do caráter do que o espírito do furto. São coisas poucas, o que também traduz a menoridade do cúmplice, já que os pequenos calotes das ações do BPN, da concessão da Praia da Patrícia, na Costa, a Quinta da Coelha, e umas parvoíces afins, tão ao gosto de uma certa esquerda da Festa do "Avante", são ninharias, mais reflexo de uma estrutura mental, e de rapina, menor, do que verdadeiros casos. Ninguém precisaria de nascer duas vezes para lhe os apontar, por que lhe são inatos, genéticos, e inoperáveis, mas eu preferia voltar ao Teatro, já que, neste período de Tragédia, até as heráldicas dos Hemiciclos foram recuperadas. Enquanto Dias Loureiro, um criminoso, com ligações internacionais a tudo o que é sórdido, e protagonista de uma coisa semelhante à que atirou com uma pena de 150 anos de pena, para Madoff, se passeia impunemente pelas ruas de Cascais, à espera dos dias de caçada com Abdul Rhaman el-Assir, às quais, desta vez, Kadhafi e os filhos já não irão, ah... nem Duarte Lima, outros dos escroques do Primeiro Cavaquismo, já surgido na forma de Besta, no Segundo, ou a Beleza, Presidente da Fundação for the Unkwown, ou em bom Português, Presidente da Fundação do Sabes Muito.

Abreviando, os esboços de personagens do Primeiro Cavaquismo, tal como a crisálida antecede a borboleta, surgem, no alvor do Segundo, como tipologias criminosas bem delineadas, que só a passividade de um Povo que continua a ver o solzinho a dançar, nos brincos do Cristiano Ronaldo, foi incapaz de levar à barra do Tribunal. Acontece que a Justiça tem vários patamares, e esta sistemática fuga aos palcos forenses básicos está, progressivamente, a ser substituída por uma espécie de grande julgamento da História.

Em Angola, de onde brevemente virá a segunda maré de retornados, onde um povo desgraçado é governado por uma família de criminosos, ao nível dos visitantes das cadeiras de Haia, e começou agora a ser esbulhado por uma segunda maré de milhafres, de todas as nacionalidades, uma espécie de Macau, do Clã Soares, e Melancia, na fase terminal, ri-se, nas ruas, sobre a forma como 40 000 000 de euros taparam um calote de 9 000 000 000, ou seja, como o "branco" deu ao "preto" Mira Amaral um "banco", de mão beijada.

A "Troika", essa entidade mítica, constituída pelo Pai, o Filho e o Espírito Santo, não consubstancial com Ricardo Salgado, como foi provado no Concílio de Calcedónia, em 451, incarnou, muito à Aristófanes, aquele pedido de duas medidas por dia. Acontece que as medidas são asneiras de todo o comprimento, e nunca se assistiu a um tal jorro de disparates. Menos dionisíaco, Cavaco, o pai e avô disto tudo, mostra que estamos mesmo, nos degraus de Epidauro, ou no Teatro de Herodes Ático, já que raramente vem a público, e fala atrás de uma máscara, o "Facebook", que seria estranha a Ésquilo, mas não nos é a nós: é o rosto tecnológico da cobardia, do político que sabe que pode cair na rua, como Américo Thomaz e Marcello Caetano caíram, em 74, que transpira das mãos, com medo dos atentados, e se fazia deslocar numa viatura blindada (!), coisa que nem Salazar, que tinha a alma bem pesada, sentia necessidade de fazer.
Depois do "Facebook" do mestre, vem o do epígono, um fraco Séneca, chamado Passos Coelho, que nunca devia ter passado dos "castings" do La Feria, onde ia tentar um papelzito de marialva, apreciador de sexo anal, a única linha que pode unir as "Doce" dele à Laura, e a uma coligação com um conhecido pederasta português, cujo nome não ponho aqui, porque é um dos nossos mais brilhantes oradores e demagogos. Ou seja, se o Primeiro Cavaquismo foi roto, o Segundo é mais apertadinho, e dominado por um certo esfíncter, a que chamam "Contenção", uma doutrina apregoada por um aluado, debaixo da influência de substâncias, que parece uma sebenta de Economia falhada, a falar. Troca Hayek com Keynes, até ao dia em que perceber o que o segundo afirmava, sobre a "poupança": "se todos – famílias, empresas e governos – começarem a tentar aumentar as suas poupanças ao mesmo tempo, não há forma de evitar que a economia caia até que as pessoas sejam demasiado pobres para poupar". Creio que Keynes nunca ouviu falar de Portugal, como Vítor Gaspar, essa figura de "vaudeville", sabe o que seja um País: "Durante a noite, Procrusto procurava adequar o viajante à cama escolhida, serrando os pés dos que optavam pela cama pequena ou esticando os que escolhessem a cama grande". Simplificando, para evitar a erudição, o manual de cozinha do "génio" é muito elementar, sobretudo para mim, que fiz "Economia" a copiar, nos anfiteatros do IST: ou se gasta, ou não se gasta; quando alguém gastou, a melhor maneira é de ir buscar aos bolsos dos outros aquilo que já desapareceu. Como aquilo que já desapareceu faria invitavelmente fazer rolar cabeças políticas, põe-se um ar de cátedra, e fala-se... de inevitabilidade. A inevitabilidade, meus amigos, é ir, agora, desentocar, um a um, os biltres que puseram Portugal neste estado, ou, por outras palavras, aproveitar a desvergonha e os holofotes que estas figuras do Primeiro Cavaquismo ganharam, com o Segundo, para se proceder a um breve desafogar do cenário.

Só um povo que se pode reler na prosa do Feio, de Saramago, admitiria que lhe "cortassem as gorduras". Cortem antes as gorduras do Clã Ferreira do Amaral, do Mega Ferreira, do Deus Pinheiro, do "Comendador", do Soba da Madeira e de tantos outros, que transformaram isto na chacota da Europa. Tudo, ou quase tudo o que os Finlandeses precisam de saber sobre Portugal está entre 1985 e o "Diploma" de 2007, ou, geograficamente, entre a Quinta da Marinha e a Quinta da Coelha, passando pelo "Eleven" e pelo Vale do Ave. Ficam de fora, propositamente, as célebres expropriações milionárias do IP5, já que muitos dos velhos juízes conselheiros de 80 e 90 anos já deverão, entretanto, ter morrido.
Ficam os Júdices, os Proenças de Carvalho e os da Relação.

Isto é um penoso Aristófanes, sem quaisquer palavras, ou humor. Para que o "vaudeville" possa passar a musical, devia-se derreter a figura de cera da Senhora de Mota Amaral, e fazer uma vela em forma das Caldas, com a cara e os pintelhos louros da nuca, da Lady Gaga, Sunsum Esteves, da Opus Dei.

Creio que outubro será uma boa estação para a... limpeza, para evitar que, como em Shakespeare, entremos no Inverno, amarguradamente mergulhados no nosso pior descontentamento.

(Quaternalíssima trindade, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

5.9.11

Fome e Miséria Para Uns – Esbanjamento Para Outros à Conta da Miséria dos Esfomeados

O governo anunciou um assassínio em massa para muito em breve. Quem o ouviu, decerto o compreendeu. Todas as prestações do sistema de saúde vão ser reduzidas. Apenas para os que não possam pagá-las, entenda-se bem, porque se estes não podem pagá-las, outros podem. Até existe uma linha de tráfico de influências para se tratarem no estrangeiro à nossa custa.

A declaração mais clara a este respeito foi o anúncio de que iriam assassinar a maioria dos que necessitam do implante dum órgão para poderem viver. A declaração da intenção de matar mais clara seria impossível, pois que foi literalmente mencionada na reportagem que a mostrou.

Isto é intolerável, pois que nenhum estado das finanças o justifica. Temos dois exemplos de serviços de saúde autofinanciados: o da Suécia e o da Suíça. São sistemas opostos.

O da Suécia é do género do nacional, mas sem os problemas portugueses: ao pessoal não lhes chamam «trabalhadores», mas trabalham: cada imposto ou contribuição tem o seu destino e nunca vai para um saco azul da corrupção, donde as contribuições para a saúde estão separadas das outras.

Na Suíça os impostos e as contribuições também têm destino. O serviço nacional de saúde é 100% privado, financiado a 100% pela população e 100% igual para todos, sem excepções. Apenas aos raros que não possam pagar, o estado subsidia os prémios das seguradoras.

Portanto, como e porquê reduzir as prestações por causa dum eventual buraco financeiro do governo? Que políticos merdosos temos, incapazes até de copiar o que já está feito e comprovado com bem? Para o que está errado é que não há hesitação, copia-se logo. Facilmente transformaram Portugal na estrumeira mundial que passou a ser.

Outras referências ao sistema de saúde serão publicadas ou republicadas por se tratar de casos de abuso e de malvadez extremamente graves.

Entretanto, massacram-se os mais pobres com impostos e cortes nos auxílios e isenções que lhes permitem viver, enquanto NADA em absoluto foi reduzido nas mordomias no estado nem das máfias que constituem os partidos políticos que continuam constituídos em associações de malfeitores. A corrupção vai de vento em poupa e os empregos do estado são dados a amigos partidários. O número de nomeações deste governo já supera o do anterior no mesmo período de tempo. Os vigaristas cobardes tentam escondê-lo, publicando apenas um terço dessas nomeações na internet. Os parasitas roubam os empregos a concurso para gente competente, desempregada, que acaba por viver na miséria ou ter que emigrar.

Aos que mais ganhavam nada foi tirado. Os ordenados exponenciais continuam impavidamente, na sua maioria ultrapassando os dos seus homónimos beneficiários em comparação directa. Seria um abuso se não fosse um escândalo da mais alta roubalheira e vigarice quando comparados através dos níveis nacionais.

Até o próprio anão que anda de joelhos, não obstante já ter há muito provado que o partido do governo é mais seu do que dos que o compõem, recrimina duramente os factos mencionados nos dois parágrafos anteriores.

O que não se compreende é que com tanta razão se tenha reclamado dos mesmos roubos, abusos e açambarcamentos durante o governo anterior, como os testemunhos e as denúncias que este autor publicou imensas vezes, enquanto agora poucos rejeitam o seu partidarismo de cegos embrutecidos ou de carneiros idiotas. Afinal, para eles a seriedade dos partidos depende apenas de ser ou não o seu. Afinal, estas mentes obtusas merecem bem ser gozadas e a miséria em que estão. Foram eles quem permitiu aos políticos espezinhá-los e ainda lhes agradecem. Têm o que querem, não têm motivo de queixa.

Em apenas três meses de governo, o Coelho provou e comprovou tudo do que os posts anteriores lhe previam (alguns links ao fim). «Prever» nem é o verbo adequado, tão claramente se lia entre as linhas de discurso do Coelho e dos seus acólitos algozes. Ou seja, era mais do que esperar para um indivíduo que convida o Loureiro Ladrão para seu conselheiro e com tão boa escola como a que teve nas empresas de resíduos do grupo Fomentinvest, onde até entrar para o governo desempenhou responsabilidades de gestão directa e teve como sócios figuras envolvidas em escândalos financeiros:

Os construtores Irmãos Cavaco, acusados de burla qualificada no caso BPN e Horácio Luís de Carvalho, que está a ser julgado por corrupção e branqueamento de capitais no processo do aterro da Cova da Beira. Horácio Luís de Carvalho possui 20% da Tejo Ambiente, que detém duas empresas de resíduos presididos por Pedro Passos Coelho. Está a ser julgado por ter depositado 59 mil euros numa conta offshore de António Morais, o célebre professor de José Sócrates na Universidade Independente.

Vigarista de alto calibre, faz tudo o que reprovou sobre o governo anterior e o contrário da propaganda para tolos na sua vergonhosa campanha de marketing eleitoral.

Caramba, que esperar desta gentaça? Tudo em família (máfia).

Ninguém viu o que estava nos posts publicados e foi publicado durante a acompanha eleitoral. Ou melhor, viram os caracteres e que eram letras, mas não conseguiram juntá-las e entendê-las: são analfabetos mentais. Limitaram-se todos a beber o vomitado da repugnante personagem. Agora digiram-no. Havia não inúmeros indícios, mas provas constantes que os basbaques, de vácuo no cérebro, não só não compreenderam, mas de que tampouco se aperceberam. Aguentem agora e preparem-se para morrer estoicamente pela causa que defenderam. Porque para o fim do ano ou já se tem começado a morrer a granel e se cala e admite ou haverá uma grande estampida (do género das do farwest selvagem dos cowbois da América do Norte do séc. XIX – Cattle Stampede).

O problema não está nos políticos, nascidos e criados com a restante população. O problema não está no Sócrates nem no Coelho nem nos ordinários. É um problema duma sociedade de que a corrupção geral e a vigarice se apoderam. Ser trabalhador é mal visto pelos colegas, e os calões adoptaram o nome de «trabalhadores». Roubar «umas coisitas» no escritório onde se trabalha é considerado normal e quando um ladrão rouba a culpa é da vítima por se ter deixado roubar. Simular uma avaria no veículo para a segurador pagar a viagem de retorno, também não é considerado um crime planeado. Adoptaram costumes retrógrados e acham-se avançados, substituíram valores comprovados por princípios rascas. É uma sociedade rasca que rasca os erres.
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