In C.M.
A violação terá ocorrido na sexta-feira. Nesse dia, o menino mal conseguiu sentar-se na sala de aulas, em Montemor-o--Novo, devido às dores. Os professores suspeitaram, a mãe da criança apresentou queixa contra o irmão, de 28 anos, e a PJ deteve-o. Presente ontem ao juiz, acabou libertado.
A violação terá ocorrido na sexta-feira. Nesse dia, o menino mal conseguiu sentar-se na sala de aulas, em Montemor-o--Novo, devido às dores. Os professores suspeitaram, a mãe da criança apresentou queixa contra o irmão, de 28 anos, e a PJ deteve-o. Presente ontem ao juiz, acabou libertado.
O suspeito de violação, desempregado e com problemas associados ao consumo excessivo de álcool, ficou com apresentações periódicas à polícia e está proibido de se aproximar do sobrinho.
Os abusos sexuais ocorreram na casa onde ambos viviam. O tio aproveitava-se do facto de ficar a sós com a criança para praticar diversos actos de cariz sexual.
Sexta-feira, professores da escola primária frequentada pela vítima estranharam o facto de a criança ter dificuldades em sentar-se na cadeira. Durante a aula terão feito várias perguntas ao menor, mas a vítima, segundo disse ao CM um vizinho, apenas respondeu com um choro compulsivo. A criança foi então levada ao Centro de Saúde de Montemor-o-Novo, onde terão sido verificadas pelos médicos "as graves agressões sexuais" provocadas pela violação. O menor foi então transferido para as urgências do Hospital Distrital de Évora para a realização de exames.
Após conhecimento dos factos, a mãe da criança, irmã do suspeito, denunciou-o à GNR. Horas depois foi detido pela PJ, em colaboração com a GNR. Presente ontem à tarde a um juiz de instrução criminal, ‘Joaquim’ vai agora aguardar pela acusação e pelo julgamento em liberdade.
QUE PAÍS E QUE LEIS PODEM PERMITIR ISTO?
Justiça popular!!!!!!!!!!
E SE ESTE ANIMAL VIOLAR OUTRA CRIANÇA?

2 comentários é AQUI:
REVOLUÇÃO!!!!!!!!!!!!!
Com um abraço a todos não podia deixar de vir aqui denunciar mais uma situação que é incompreensível. Nos questionários que nos foram entregues para preenchimento de dados relativos aos “Censos de 2011”, muitas são as perguntas, mas nem uma única alínea para se perguntar se algum dos portugueses tem deficiência, muito menos qual o seu tipo. Assim se perde a grande oportunidade de se fazer um censo sobre os cidadãos diferentes de Portugal e qual a especificidade da sua diferença. Mais uma vez estes cidadãos são ignorados…
Mário Relvas
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