27.12.10

Que lata!!! É brincar com o povo...... que aberração...


Biposta de pescada no Via Justa e no Democracia em Portugal

NÓS PAGAMOS


Estavam à espera de pagar uma coima de três mil euros, mas o Tribunal Constitucional exigiu-lhes 30 mil. O PCP defendia que era o órgão partidário o culpado. Os juízes entendiam que cada um dos dirigentes do secretariado devia ser responsabilizado. Com as novas regras da lei do financiamento partidário deixa de ser relevante. Porque agora, as multas - até as aplicadas aos dirigentes - passam a ser acrescentadas às despesas do partido. Despesas essas que são subsidiadas pelo Estado. E assim, o dinheiro que os partidos pagam de coimas regressa aos seus cofres mais tarde, sob a forma de subvenção.

24.12.10

BOM NATAL

Desejo um Bom Natal a todos os visitantes deste blog, aos seu familiares e amigos.



Cá vão as minhas prendas para elas e para eles.......... ou ao contrário......... agora é legal...

Presidente dos CTT recebia dois ordenados - Sol

Presidente dos CTT recebia dois ordenados - Sol

"O Presidente do Conselho de Administração dos CTT, Estanislau Mata da Costa - que se demitiu no final do mês passado, sem ter terminado o mandato - recebeu, durante cerca de dois anos, dois vencimentos em simultâneo: um pelo cargo nesta empresa, de cerca de 15 mil euros, e outro correspondente às suas anteriores funções na PT, de 23 mil euros. E isto apesar de ter suspendido o vínculo laboral com a PT."

23.12.10

Estranho mundo este


TODAS AS CRIANÇAS MERECEM BRINCAR


TODAS AS CRIANÇAS MERECEM BRINCAR - Apolo Mourão
Enviado por akademia-tv. - Festas, alojamento estudantil e outros vídeos sobre universidade.

Solidariedade de Natal - versão socratina

Ficar com comida da despedimento

Passado significa mais do que promessas


Em confronto com Fernando Nobre, o candidato Manuel Alegre, não gostou que fosse referido o passado, porque segundo ele, o que interessa são as promessas para o futuro. Mas «palavras leva-as o vento» e as promessas não são mais do que palavras, principalmente se o passado do seu autor não lhes der credibilidade.


O candidato, na sua cultura poética, certamente, não ignora o ditado popular «cesteiro que faz um cesto faz um cento». Assim, na decisão do voto, há que fazer a avaliação dos candidatos e essa, como qualquer avaliação, recai sempre sobre o passado.

Mas, dadas as referências que circulam por e-mails, Alegre deve estar, realmente, interessado em que não seja recordado o seu passado. Pois… cesteiro que faz um cesto…

Imagem do Google

17.12.10

Wikilikear é preciso; viver não é preciso





Imagem do Kaos


Dedicado a toda a equipa das "Wikileaks", os heróis anónimos da década, e a Julian Assange, provavelmente o mais importante bastião do Iluminismo, no séc. XXI

Fui daquelas pessoas, que, desde sempre, achou que o obama devia ir apanhar no pacote, ele mais a gaja que lhe faz as limpezas lá em casa, a clinton, que foi incapaz, em nome do carreirismo, de tomar a defesa do marido, e dizer que se estava zenitalmente borrifando para ele ser brochado pela outra bocarra guimarães americana, na sala oval.

Qualquer americano normal, independentemente das suas tendências políticas e sexuais, adoraria mamar, ou ser mamado, na casa branca, pelo que a inveja fica muito mal aos caráteres, e era aí que a madame clinton devia ter mostrado que era uma senhora, mas preferiu grelhar o marido em vida. Teve azar, e agora chegou a vez dela, porque esta porcaria em que a américa está atascada, por muito antiga que seja, e nós sabemos que sempre foi assim, vai custar ao caneco a reeleição, e ela vai coser meias, com um bocado de azar, as meias da palin, que será a fossa das marianas da política americana, mas eles merecem, e nós também, que ainda andamos a acreditar em pais natais.

Isto é o que corre lá fora, e corre bem, porque o séc. XXI andava a precisar de um novo paradigma de informação, aquele em que os cidadãos da globalidade, para lá das crises, dos impostos e de outras comodidades, passassem a ter direito a saber a verdade, e toda a verdade.

No fundo, a verdade nem é grande coisa, são umas larachas que toda a gente sabe, correm de boca em boca, nos cafés, e que são sistematicamente transformadas em boatos, mentiras, calúnias e difamações, por uns gajos e umas gajas sem vergonha, nem coluna vertebral, pagos para fazerem o frete, nas revistas, jornais e televisões.
Chamam-lhe órgãos de comunicação social, mas comportaram-se mais como pífaros do que como órgão.
Assange, o que preferia foder suecas a foder umas borrachinhas fedorentas, inventadas pelo cabrão do reagan, do joão paulo ii e da puta da tatcher, a par com uns soldados fartos de ficarem sem dedos, sem pernas e sem olhos, resolveu despejar cá para fora o que havia para despejar, quer dizer, a ponta do icebergue, porque o que aí vem é infinitamente pior, e não nos devemos esquecer de que, por muito "arrebenta" que pareça a linguagem dos telegramas de embaixada, eles foram teclados por gente do corpo diplomático, geralmente cordata, e com um nível de polimento, com a qual até me dou bem, excetuados os casos daqueles países párias, de pele escura, que tornaram luanda a cidade mais cara do mundo.
Na verdade, acho que não estaríamos preparados para as verdadeiras "wikileaks", faladas em língua de "liga dos últimos", das intimidades do "major", ou nas tonalidades em que o pinto da costa grunhe, quando está a fingir ejaculações. Isso, sim, seria, será, sórdido, e vai ser o episódio que se segue, como pessoa diria, a realidade da realidade, ou a as wikileaks das wikileaks,
dá b'jinho à bijou, dá bebé, bilou bilou bilou.

A síndroma de assange é muito semelhante ao murro no estômago que a fotografia deu na pintura: deve ter feito os intoxicadores sociais sentirem-se em risco de desemprego, já que toda a gente preferirá agora ler um semanário lançado pelo assange, ou email que circule, em spam, com as últimas, do que as escorrências sebáceas do "expresso", os gemidos da câncio, e as exaltações da clara ferreira alves.

Essa gente, para todos os efeitos, morreu, neste ano de 2010, e não deixa cá saudades nenhumas, ao contrário de outros espaços de informação, os famosos CINCO, que já deram a volta ao filme, e se aliaram ao novo estado de coisas (puexem lá pela cabecinha, e percebam por que é que o "expresso", nem que os cinco fossem dez, poderia ser escolhido para a... aventura.

Cheira mal, cheira a balsemão.


A "Time", ao não aceitar a nomeação de assange para homem do ano, automaticamente, transformou-o no homem da década :-)

Portugal, todavia, como país de castelos, também é país de fantasmas, e adora continuar a fingir que não percebeu que algo aconteceu, porque isto, para todos os efeitos, como diria o senhor kuhn, é uma rotura de paradigma, e depois de se ler um texto wikileakeado, acabaram os argumentos das prescrições, dos erros processuais, das nulidades das escutas, das provas que não são provas porque um gajo qualquer, a soldo da corja, decidiu que não eram provas, e tudo o que parece que é, e é, ao simplesmente ser, acabou agora com esses disfarces ridículos, esses contorcionismos da mistificação, e essa negação do evidente. Pode doer, mas está a ser transmitido em direto, e contra um direto não há quaisquer argumentos, meus caros amigos.

O séc. xviii gerou revoluções pela prosa. O séc. xix viveu revoluções pela música; o séc. xx foi de arrasto pelas brutalidades da pintura; o séc xxi anuncia-se ser revirado pela informação direta.

Por cá, e porque não me apetece wikileakear muito, coisa que já ando a fazer há anos, e a ser insultado e apodado de tarado e ordinário, só vos peço que prestem atenção às últimas danças de cadeiras do velho regime: à beira de eleições, com aquele mamarracho do aníbal, que dava um bom concorrente para o américo thomaz, e o alegre, uma rábula do solnado, mais o das enfermeirinhas e um que eu nem sei o que seja, mas deva não passar de um torresmo qualquer das sobras dos outros, à beira de eleições, dizia, um pântano, um vergonhoso pântano, que devíamos usar como momento de protesto, colocando a tal "república" (não escrevo bananas, porque estão implícitas...) na situação de república sem presidente, tal como naqueles concursos literários, onde, por falta de qualidade, se decide não atribuir o primeiro prémio.

É verdade que gostaria que, no dia 26 de janeiro, fosse título das imprensas mundiais que portugueses decidiram não eleger presidente da república, por falta de nível dos candidatos, entrando em período de sede vacante, com a maria a fazer de palhaço, em regime de duodécimos, mas, infelizmente, ainda não estamos maduros para isso, e os servidores do sistema, as vozes de comentadores, os construtores de manchetes, os desviadores de atenções, os miguéis sousa tavares, os marcelos... não... estou a ser injusto..., esse até está, embora maquiavélico, uns furos bem acima..., bom, "há dem" reparar como continuam a rebentar escândalos oportunistas, uns a beneficiar o aníbal, outros, o de vilar de maçada, e nunca nenhum a beneficiar-nos a nós.

Relembro que estou coberto de medalhas, na guerra contra sócrates, mas a minha guerra, a verdadeira guerra de todos os portugueses, a batalha de todas as batalhas, tem hoje um nome diferente, e é para aí que devem concentrar as vossas atenções, e wikileakear tudo o que tiverem para wikilekear até lá: dia 25 de janeiro deverá, por cidadania e respeito para com a nossa dignidade nacional, o dia de vexar o homem que nos destruiu as esperanças de modernidade, que assassinou a política e, sobretudo, o partido do qual foi bernardo-eremita, o psd, e tornou portugal na cauda da europa, quando o tempo era de mudança, e esperança, a última esperança de portugal.

Falo de aníbal de boliqueime, evidentemente.





15.12.10

Comes & Bebes

PASTÉIS DE MASSA TENRA


18 UNIDADES

INGREDIENTES:
500 g de farinha
100 g de margarina
1 pitada de sal
3 dl de água
Farinha para polvilhar

PARA O RECHEIO:
400 g de carne estufada
1 ovo batido
1 colher (sopa) de farinha
1 colher (sopa) de salsa picada

PREPARAÇÃO:
Prepare a massa: Deite a farinha em cima da mesa, faça-lhe uma cavidade, junte o sal, a margarina amolecida e a água e trabalhe bem a massa até ficar lisa. Deixe-a descansar bem.

Pique a carne estufada e deite-a para um tacho. Leve ao lume, deixe aquecer bem, junte a farinha e mexa. Junte depois o ovo batido e a salsa, mexa bem, retire do lume e deixe arrefecer.

Estenda a massa em cima da mesa polvilhada de farinha e deixe-a com uma espessura fina. Coloque montinhos de carne em cima da massa, dobre a massa como se fosse um rissol e corte os pastéis. Leve a fritar em óleo até ficarem douradinhos, retire, deixe escorrer e sirva quente ou frio.

14.12.10

DISCIPLINA DE VOTO OU DE PENSAMENTO, NO PARLAMENTO?

Alguns, convenientemente, dizem-nos que vivemos em democracia. Outros, reflectem um pouco melhor e dizem-nos que temos um sistema de democracia representativa; isto é, o povo escolhe quem os representa no parlamento, onde se fazem as Leis e onde se convidam, em alguma proporção, os designados para a governação. Os mais honestos, inteligentes e realistas, dizem-nos que é preciso termos democracia efectiva…!
Contudo, o povo dá por si, sistematicamente em cada legislatura, a protestar contra os governos e contra os deputados, reconhecendo a traição perpétua aos interesses do Bem comum e à vontade legítima e justa do povo. O que falha, sempre?
Em primeiro lugar, o povo não escolhe deputados e muito menos o elenco governativo; estes são escolhidos pelos directórios partidários e nem sequer são escolhidos pelo universo de cada distrito de militância partidária, por onde se candidatam!

Desenhos de Natal para colorir

11.12.10

Vergonha ou Obscenidade?

Chama-se "Agora é que conta", passa na TVI" e é apresentado por Fátima Lopes. O programa começa com dezenas de pessoas a agitar uns papéis. Os papéis são contas por pagar. Reparações em casa, prestações do carro, contas da electricidade ou de telefone. A maioria dos concorrentes parece ter, por o que diz, muito pouca folga financeira.

E a simpática Fátima, sempre pronta a ajudar em troca de umas figuras mais ou menos patéticas para o País poder acompanhar, presta-se a pagar duzentos ou trezentos euros de dívida. "Nos tempos que correm", como diz a apresentadora - e "os tempos que correm" quer sempre dizer crise -, a coisa sabe bem. No entretenimento televisivo, o grotesco é quase sempre transvestido de boas intenções.

Os concorrentes prestam-se a dar comida à boca a familiares enquanto a cadeira onde estão sentados agita, rebolam no chão dentro de espumas enormes ou tentam apanhar bolas de ping-pong no ar. Apesar da indigência absoluta do programa, nada disto é novo. O que é realmente novo são as contas por pagar transformadas num concurso "divertido".

Ao ver aquela triste imagem e a forma como as televisões conseguem transformar a tristeza em entretenimento, não consigo deixar de sentir que esta é a "beleza" do Capitalismo:

Tudo se vende, até as pequenas desgraças quotidianas de quem não consegue comprar o que se vende.

Houve um tempo em que gente corajosa se juntava para lutar por uma vida melhor e combater quem os queria na miséria. E ainda há muitos que não desistiram. Mas a televisão conseguiu de uma forma extraordinariamente eficaz o que os séculos de repressão nem sonharam:

Pôr a maioria a entreter-se com a sua própria desgraça. E o canal ainda ganha uns cobres com isso.

Diz-se que esta caixa mudou o Mundo.

Sim: consegue pôr tudo a render. Até as consequências da maior crise em muitas décadas.

Entretanto a apresentadora recebe 40.000€ por mês. Foi este o valor da transferência da SIC para a TVI. Uma proposta irrecusável segundo palavras da própria.

A pobre da Fátima Lopes só ganha 1290 euros por dia!!!.

Brincando com miséria dos outros, pobre povo português, sem alternativas, mas miseravelmente felizes.

Este artigo de Daniel Oliveira é sobre aquilo que nunca vi na TVI, mas que se visse reagiria, também, com indignação. É algo de escabroso que se houvesse um pouco de decência já não estaria a ser transmitido. Usar os desgraçados é um abuso intolerável, é brincar com as pessoas e a sua miséria.
PAGAR AS DÍVIDAS e fazer disso um espectáculo é obsceno.
A TVI torna-se, assim, uma obscenidade !...

Já era tempo de haver honestos num Partido dito Socialista

Nova tendência no PS apresentará candidatura alternativa a Sócrates - JN

Será que é desta que retiram o Pinóquio do poder PS?

As Cavakileaks, ou o Cabrão de Boliqueime VII





Imagem do Kaos




Há as Cavakileaks literais, que são os chiliques do Aníbal, e as Cavakileaks figuradas.

Enquanto o Professor Lobo Antunes conseguiu fazer esconder, durante cinco anos, que o Sr. Aníbal podia ter umas cavakileaks literais, durante um almoço, um discurso à Nação, ou uma receção oficial, já os Franceses, no tempo em que ainda havia Política, se tinham insurgido contra o cancro da próstata de Miterrand, coisa muito bem disfarçada, mas que era totalmente irrelevante, porque pode ter-se cancro da próstata e ocupar a cabeça do Estado, mas não se deve estar em estado de "sofrer uns ataques", quando se representa uma Nação. Mais não vou dizer, porque dia 25 de janeiro, como há cinco anos atrás, vou resolver a coisinha, bem à minha maneira, aliás, desta vez, de uma forma bem pior... :-)

As Cavakileaks figuradas, ao contrário das anteriores são muito mais graves, e fazem-me lembrar o Livro -- de maus costumes, como dizia o cabrão do Saramago -- de Génesis: no Princípio era o Cavaco, e a partir de aí, foi piorando.

As Wikileaks, coisa que anda na boca de toda a gente, que só agora acordou para a Realidade Real, regem-se pelos jatos de ruído. As Cavakileaks, pelo contrário, são uma longuíssima sucessão de silêncios, que marcará os anos mais críticos da nossa pequena aventura democrática. Eu explico: sempre que há um problema, o Sr. Aníbal fecha a boca, coisa que, nós, Portugueses que pensamos, até agradecemos, já que se trata de um problema de saúde pública evitar que se espalhem perdigotos em todas as direções, ou as babas de caracol, tão ao gosto da cosmética atual, se acumulem nos cantos da boca de uma criatura que se faz anunciar como "Presidente da República". Da República de Boliqueime, suponho eu.

Antes de Guterres ter fugido, quando percebeu que isto era uma jangada de pedra de pedófilos, uma fundação generalizada da fraude e da corrupção, guerreavam-se duas figuras com estatura nacional, o Sr. Aníbal, de Boliqueime, e o Sr. Soares, de Nafarros. A diferença era que o Sr. Aníbal, sempre que não abria a boca, jorravam disparates, que lesavam, para sempre, Portugal, lá fora e cá dentro, enquanto o Sr. de Nafarros, sempre que soltava um chorilho de bojardas, fazia o "lá fora" pensar duas vezes, antes de ousar meter o pé cá dentro.

Presentemente, o "Lá fora" não só meteu cá os pés como meteu tudo o que tinha à mão, de maneira que isto se assemelha mais ao laboratório e de ensaios de todas as barbaridades previstas no Tratado de Lisboa, melhor conhecido por Tratado de Bilderberg, do que a um país.

Cada vez que houve um BPN, o Sr. Aníbal fechou a boca em forma de cavakileaks.
Sempre que surge um BPP, o Sr. Aníbal fecha a boca em forma de cavakileaks.

As cavakileaks governaram ininterruptamente Portugal durante 10 anos, quando o senhor Torres Couto criavamas formações fictícias do mete-dinheiro-ao-bolso, e eram ilibado, aliás, como caducava o Processo Beleza, fortemente rodeado de cavakileaks.
Sempre que a Agricultura era desmantelada, e substituída por subsídios para comprar Land-Rovers e árvores de plástico, ou plantar eucaliptais, havia um enorme silêncio cavakileakal.
Quando os barcos de pesca recebiam ordem de abate, mais se pronunciavam as cavakileaks, de boca completamente fechada.
Era mau, assistir à destruição da Indústria, ao som das cavakileaks.
Quando Eurico de Melo, o Ministro da Defesa, era envolvido num escândalo de pedofilia, lá se silenciava mais uma cavakileak, e assim sempre foi, e assim sempre será, até ao consumar dos tempos.

Todos os silêncios do Aníbal são a longa narração da nossa ruína.

Depois de 15 anos de cavakileaks, Portugal está a beira da Bancarrota, por atos cometidos por, ou à sombra, desta criatura, mas da sua fossa de perdigotos só se ouve que "os Portugueses têm de ser mais exigentes".

Acredite que vou ser, no dia 15 de janeiro, em que me vou lembrar de uma vagabunda corcunda, a enfiar, como Calpúrnia fazia, com César, um bastão de marfim na boca, sempre que o Ditador tinha um ataque de epilepsia, e vou sobretudo, não votar naquele cavakileakeiro que esteve de boca fechado, no dia em que o facínora Dias Loureiro mandou, na Ponte, disparar sobre os Portugueses.

Será a minha cavakileak: sabotar, silenciosamente, a reeleição do Vacão de Boliqueime. De nada nos servirá, mas consola, pelo menos, para os próximos 5 anos, saber que serão os últimos em que ele poderá destruir Portugal, se lá chegarmos.
Poderemos, então, dizer que a nossa Democracia foi gangrenada durante meio salazarismo, por um pós salazarista, cavalikeado e azarado.

10.12.10

Lei sobre o depósito de valores em clínicas privadas, antes do Internamento.

Para ler e divulgar!

O Hospital da Luz exigiu 2000€ a uma pessoa para ser internada de urgência!


SAÚDE: Lei Sobre o Depósito de Valores nas Clínicas Privadas, Antes do Internamento.
Foi publicada no DIÁRIO DA REPÚBLICA em 09/01/02, a Lei nº 3359 de 07/01/02, que dispõe:
  • Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internamento de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.
  • Art 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado, ao responsável pelo internamento.
  • Art 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos utentes e a afixarem em local visível a presente lei.
  • Art 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Uma lei como esta, que deveria ser divulgada, está praticamente escondida da população!
E isso vem desde 2002. Estamos em 2010...!!!

9.12.10

O QUE VAMOS ESCOLHER NAS PRESIDENCIAIS 2011?

Passada que foi a indefinição do actual presidente da República, quanto à viabilização dos debates televisivos, em tempo oportuno para a reflexão alargada, por parte dos eleitores, interessados mais em ideias do que em propaganda, ou em seguidismos partidários e fanatismos de culto de imagens fabricadas de pessoas, estamos na fase da definição de motivações, estudo de caracteres e julgamento de personalidades reais; para os mais esclarecidos interessa apenas o que os candidatos fazem ou fizeram, do que o que dizem, politicamente correcto!
Para isto, os eleitores têm de saber no que vão votar, que tipo de pessoas querem para a função e que utilidade têm as mesmas, para satisfazer as necessidades da boa governação de Portugal.
Os directórios partidários têm-se cansado de fazer crer que a presidência da República tem poucos poderes; muitos titulares de órgãos de soberania queixam-se do mesmo e, contudo, isso significa que temos, isso sim, um equilíbrio de poderes, concretizando-se a ideia justa de que todas as fontes de Poder devem ser reguladas. Os Poderes absolutos, que agora reclamam, não são mais do que remanescências ditatoriais de uma época, em que os actuais detentores de Poder institucional cimeiro cresceram e formaram-se academicamente, sob a orientação ideológica de um regime educacional medieval escolástico e tecnocrático, de verdade única e absoluta.
Ou seja, foram ensinados e formatados para agir, segundo ordens pré-concebidas, e não para avaliar o valor das acções possíveis!
Para que os eleitores saibam bem o que vão receber do produto da personalidade escolhida, o Presidente não vai governar o País, mas sim, vai regular a governação, avaliando o valor das propostas legislativas. É ele que promulga os diplomas legais em Diário da República, concordando com o proposto; se não concorda, pode vetar, pedindo a fiscalização constitucional .
Isto quer dizer que o presidente da República é, em teoria, o garante de que a Lei está subordinada aos normativos constitucionais, pelo que costuma pedir a fiscalização preventiva ao tribunal constitucional, em caso de dúvidas da legalidade das propostas! Mas também pode requerer a apreciação de Leis já promulgadas, pedindo fiscalização abstracta!
Isto leva-nos ao essencial dos poderes presidenciais; a personalidade titular pode ser um instrumento de melhoria da Lei, do ponto de vista da coerência política, tentando revogar injustiças praticadas pela aplicação da Lei anti-constitucional. Mas este Poder pode ser também exercido pelo governo, deputados nacionais, representantes da república e órgãos da magistratura. Até porque têm a vantagem de serem os autores da dita Constituição, que não foi construída, com base na vontade popular; quando muito, derivou de uma sensibilidade social próxima do sentido de justiça popular!
Perguntamos agora; porque razão o presidente da República só exerce o direito de fiscalização preventiva, ou seja, só avalia as intenções legislativas?
Porque neste País tudo é feito pelo menor esforço possível, evitando-se colocar alguém em situação incómoda de irresponsabilidade ou má-fé política? O tal corporativismo de classe…!
Qualquer Presidente que pedisse a chamada fiscalização abstracta de diplomas já em vigor, teria de preparar-se para que o Estado tivesse de anular os efeitos retroactivos da aplicação das Leis inconstitucionais, sendo que os primeiros responsáveis pelos efeitos injustos são os agentes políticos legisladores. Isso iria penalizar governantes, ou/ e deputados e presidentes da República, de onde saem os candidatos, porque o Estado, sustentado pelos contribuintes/ eleitores, não pode continuar a pagar pelos erros e má-fé da irresponsabilidade dos inimputáveis políticos, que escolhemos mal e pagamos principescamente!
Portanto, parece que os Poderes presidenciais são bem maiores do que querem fazer crer à ignorância, com a passividade de uma mera magistratura de influência de discursos, entre viagens! Além do mais, estes poderes são ampliados ao direito de dissolução de Assembleias, mesmo em situação governativa de maioria parlamentar!
Posto isto, de sabermos o que podemos exigir ao futuro presidente da República e de sabermos avaliar melhor quem está a exercer o cargo, resta-nos saber escolher o melhor carácter e utilidade, dos que ainda não foram Presidentes, porque do actual já temos um juízo formado pelo que lhe vimos realizar, face a situações passadas no mesmo cargo e até face a posturas éticas em desempenho pessoal ou governativo, quando agiu como cidadão, ou autorizador de acções sobre o povo, que o pagava, o tinha eleito, ou que representava!
É aqui que reside o problema do actual Presidente, quando se viu confrontado com o pedido de presença em debates, entre candidatos, e com os ataques pessoais, que já começaram a circular na comunicação social e nas redes sociais; tentou protelar o tempo da lavagem de roupa suja…!
Estão a apurar-se os comportamentos e posturas do passado remoto dos candidatos mais viáveis; que Cavaco estava ao lado do antigo regime, que ainda subsiste mentalmente, e que Alegre traiu os compatriotas nas campanhas militares das ex-colónias, em nome da deposição do regime. Um juntou-se ao esforço político governativo da época e outro participou activamente na morte de militares portugueses emboscados. Face a isto, comprovando-se como verdade, quem merecerá mais a confiança dos portugueses?
Se uns estão mais manchados, o que dizer dos outros candidatos? Vão ter de confrontar-se com acusações de um passado moralmente inadequado, ou vão ter interesse em tornar visível a estrutura ética insustentável, dos que se alimentam do marketing partidário?
Saberão eles que a força governativa de Portugal, bem como a capacidade de regulação nacional derivam do Poder maior dos normativos europeus, agora produzidos por um grupo parlamentar comunitário maioritário de cariz neo-liberal? E que o governo português e o presidente da República se tornaram em vassalos obedientes, subjugados à dívida, que ajudaram activamente a construir? Porque todos os governos se subjugaram a uma demagogia única de mercado, para a qual a ideologia política da preocupação social é incómoda?
Por causa desta impotência, resultante de incompetência intelectual generalizada da tecnocracia, que só sabe agir e obedecer a fórmulas viciadas, mal explicadas, a Presidência torna-se estrategicamente cooperante com o governo!
Porque não diz a verdade aos Portugueses, quem diz que é necessário fazê-lo? É que Portugal, face aos gravíssimos problemas ainda não desvendados, precisa de estadistas, de homens de coragem, para exprimirem os seus pensamentos, sem medo de ferir susceptibilidades confusas e alienadas!

Retratos sim, fotos não...

Convém ir fazendo a lista dos sorvedores do dinheiro público, tanto quanto possível com fotografia, para serem facilmente caçados quando abrir a caça aos predadores. Nessa altura é proibido coleccionar orelhas… só cabeças

Um retrato a oleo é sempre outra coisa , não sejamos pindéricos nem unhas de fome salazarentos

Retratos Directos


O base.gov.pt é um manancial de informação sobre a forma como os nossos governantes desbaratam o erário público. Já sabemos que se gastam milhões em festas e enchidos. Mas nem tudo é dinheiro desperdiçado, para benefício das artes também existem adjudicações directas!
O retrato que reproduzo neste post, de Sua Excelência Tenente General Fernando Manuel Paiva Monteiro, comandante da Academia Militar custou a módica quantia de 17 150 euros. Coisa pouca para ilustração dos nossos garbosos militares.


A adjudicação seguinte não é tão fácil de compreender, no objecto do contrato pode-se ler: "Aquisição de Serviço de pintura do retrato de Sua Excelência o Tenente General Paiva Monteiro". Não sei do que se trata, mas foi adjudicado no mesmo dia e só nos custou 14 615 euros. Qualquer pensionista pagaria com gosto esta factura. Tendo em conta que quem ganhou esta adjudicação foi a EUROPRESS, empresa de serviços gráficos, presumo que este valor seja referente a cópias feitas do retrato. Se assim for, acho muito bem! Estas cópias deviam ser distribuídas pelas criancinhas deste país para terem junto do coração estes altos exemplos a seguir.


Igualmente importante é o registo para a posteridade dos nossos distintos autarcas, homens de trabalho e sem contas na Suíça. Assim é normal que Isaltino Morais tenha um retrato seu, ainda por cima muito em conta (8 800 euros) - afinal de contas os Presidentes da República têm direito a retratos e normalmente só ocupam o cargo uns míseros dois mandatos.


Em último lugar, temos o retrato do 6º Reitor da Universidade do Minho. É de esperar que uma instituição pilar da sociedade desde tempos imemoriais (1973) gaste dinheiro nos retratos dos seus reitores 7 400 euros.


É claro que o post anterior foi escrito de forma irónica. Por principio até nem sou contra a imortalização em tinta e tela dos nossos ilustres empregados públicos. No entanto, tendo em conta que estes retratos são todos de 2009, julgo que poderia ter havido um pouco de decoro, estas adjudicações podiam perfeitamente ter sido adiadas. Além disso, se estas pessoas têm de facto o mérito necessário para se gastar umas dezenas de milhar de euros em quadros, então deveria ser a sociedade a mobilizar-se e pagar estas homenagens sem pesar nas contas públicas. - Isso seria reconhecimento do qual eu me orgulharia.

Nota: As imagens acima são retiradas da net, bem como todo o material deste post. Não sendo imputado ao autor do mesmo, qualquer responsabilidade pelos dados expostos.

O que mais me entristece, não é o gamanço destes gajos, é a incapacidade e a cobertura dada por todos os lobies e interesses instalados.

@Beezz
Carlos Rocha

Estranho mundo este


Campanha Pela Liberdade de Expressão

A Avaaz já lançou a sua aguardada campanha contra o ataque anti-democrático e repressão da liberdade de expressão, como esperado e mencionado no artigo anterior. Para defender a liberdade de expressão, leia e assine a petição, ou dentro em pouco até os blogs acabarão por calar. Uma vez que comecem, até onde irão? Se lhes permitirmos não poderemos depois queixar-nos.

Original em inglês:
http://www.avaaz.org/en/wikileaks_petition_b/?vl
Tradução em «brasilês»:
http://www.avaaz.org/po/wikileaks_petition/?vl

Note-se que a Wikileaks não está só. Alguns jornais de renome internacional a apoiam e publicam grande parte dos seus textosinterditos. Claro que os impostores do costume lhes chamam terroristas e os EUA a podam-nos de traidores; impossível por o fundador não ter essa nacionalidade, não se podendo poi definir como tal. Barbaridades quando a razão não chega ou não existe.


Eis o e-mail do comunicado da Avaaz (tradução):

Caros amigos,

A maciça campanha de intimidação contra WikiLeaks está enviando um frio através defende liberdade de imprensa em todos os lugares.

Juristas dizem que WikiLeaks quebrou nenhuma lei. No entanto, políticos de alto escalão dos EUA chamou de uma organização terrorista e alguns têm sugerido o assassinato de sua equipe, e a organização esteve sob ataque maciço do governo e das empresas. Mas WikiLeaks é apenas publicar a informação passada a eles por um informante. E eles estão em parceria com principais jornais do mundo (New York Times, Guardian, Spiegel, etc) para cuidadosamente examinar cuidadosamente as informações que publicam.

A intimidação massiva extra-judicial de WikiLeaks é um atentado à democracia. Precisamos urgentemente de um clamor público pela liberdade de imprensa e de expressão. Assine a petição para parar a ofensiva e encaminhe este email para todos - vamos chegar a 1 milhão de vozes e tirar pleno anúncios de página nos jornais dos EUA nesta semana!

http://www.avaaz.org/en/wikileaks_petition_b/?vl

WikiLeaks não está a agir sozinho - é uma parceria com os principais jornais do mundo (New York Times, The Guardian, Der Spiegel, etc) para rever cuidadosamente cabos 250.000 diplomáticos dos EUA e remover qualquer informação que é irresponsável de publicar. Apenas 800 cabos tenham sido publicados até o momento. publicações anteriores Wikileaks expuseram apoiadas pelo governo de tortura, o assassinato de civis inocentes no Iraque e no Afeganistão, e da corrupção corporativa.

O governo dos EUA está actualmente a seguir todas as vias legais que tem que parar de publicar WikiLeaks mais cabos, mas as leis das democracias protegem a liberdade de imprensa. Os EUA e outros governos não podem, como as leis que protegem a nossa liberdade de expressão, mas é exatamente por isso que é tão importante que temos, e porque apenas um processo democrático pode alterá-los.

As pessoas razoáveis podem discordar sobre se WikiLeaks e os principais jornais é uma parceria com está liberando mais informações do que o público deve ver. Se as versões comprometer a confidencialidade diplomática e se isso é uma coisa boa. Quer fundador WikiLeaks Julian Assange tem o caráter pessoal de um herói ou um vilão. Mas nada disso justifica uma virulenta campanha de intimidação para silenciar um meio de comunicação legal por parte dos governos e corporações. Clique abaixo para participar da chamada para deter a ofensiva:

http://www.avaaz.org/en/wikileaks_petition_b/?vl

Você já se perguntou por que a média tão raramente dá a história completa do que acontece nos bastidores? É por isso - porque quando o fazem, os governos podem ser cruéis na sua resposta. E quando isso acontece, cabe ao público defender os nossos direitos democráticos de liberdade de imprensa e a liberdade de expressão. Nunca houve um momento mais vital para nós o fazermos.

Com esperança,
Ricken, Emma, Alex, Alice, Maria Paz eo resto da equipa da Avaaz.

FONTES:

Especialistas em direito dizem WikiLeaks não trabalha na sombra (ABC)
http://www.abc.net.au/worldtoday/content/2010/s3086781.htm

WikiLeaks são um bando de terroristas, diz um líder congressista dos EUA (Globo Online)
http://www.dailymail.co.uk/news/article-1333879/WikiLeaks-terrorists-says-leading-US-congressman-Peter-King.html

Guerrilheiros Cyber podem ajudar os EUA (Financial Times)
http://www.ft.com/cms/s/0/d3dd7c40-ff15-11df-956b-00144feab49a.html # axzz17QvQ4Ht5

A Amazn abandona a WikiLeaks sob pressão política (Yahoo)
http://news.yahoo.com/s/afp/20101201/tc_afp/usdiplomacyinternetwikileakscongressamazon

"A Wikileaks vingada por hacktivistas" (PC World):
http://www.pcworld.com/businesscenter/article/212701/operation_payback_wikileaks_avenged_by_hacktivists.html

O Governo dos EUA mostra verdadeiro controlo sobre a Internet com a tentativa de contenção da WikiLeaks (Tippett.org)
http://www.tippett.org/2010/12/us-gov-shows-true-control-over-internet-with-wikileaks-containment/

«Os culpados da revelação das comunicações das embaixadas dos EUA devem ser executados», diz Mike Huckabee (The Guardian)
http://www.guardian.co.uk/world/2010/dec/01/us-embassy-cables-executed-mike-huckabee

A WikiLeaks foi emmurada pela MasterCard, Visa. Quem se lhe seguirá? (The Christian Science Monitor)
http://www.csmonitor.com/Innovation/Horizons/2010/1207/WikiLeaks-ditched-by-MasterCard-Visa.-Who-s-next

O mandato da Interpol sobre Assange é por ter relações sexuais sem preservativo (The Slatest)
http://slatest.slate.com/id/2276690/


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Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

8.12.10

Comes & Bebes

DELÍCIA DE NATAS COM AMÊNDOAS

6 PESSOAS

INGREDIENTES:
2 dl de natas
100 g de amêndoa moída
100 g de bolacha Maria
10 colheres (sopa) de açúcar
5 ovos
50 g de fios de ovos
Amêndoas torradas para decorar

PREPARAÇÃO:
Separe as gemas das claras, deite as gemas para um tacho e reserve as claras. Junte 5 colheres (sopa) do açúcar e 5 colheres (sopa) de água às gemas, mexa e leve ao lume brando, mexendo sempre até ferver. Retire do lume e deixe arrefecer.

Esmague as bolachas até ficarem tipo pão ralado e misture-as bem com a amêndoa moída.

Bata as natas em chantilly e guarde-as no frio. Bata as claras em castelo e junte-lhes o restante açúcar, a pouco e pouco e batendo sempre até ficarem bem duras e brilhantes. Adicione-lhes depois o chantilly e mexa delicadamente até ficar bem envolvido.

Deite, para uma taça, camadas alternadas do preparado de chantilly, da mistura da bolacha e amêndoa e da mistura das gemas. Decore com os fios de ovos e algumas amêndoas torradas e sirva frio.

Contra a desinformação –
Em defesa da liberdade de expressão

A acção desinformadora dos que se têm por jornalistas é a causa número um da corrupção e de outros males que afligem os países e as suas populações. Os monstros financeiros apoderaram-se da imprensa em todas as suas diversas formas.
Os políticos, em defesa dos seus interesses privados contra os nacionais e na intenção de conquistarem o poder, aliaram-se-lhes e submeteram-se-lhes. Os jornalistas, ora por sua própria vontade de acordo com este estado, ora porque isso lhes é imposto, aliaram-se também, formando um trio quase imbatível. Os governos tornaram-se mandatários da finança mundial que rouba as populações para encher os que mais têm.

Um exemplo por todos conhecido é o das guerras e distúrbios no Médio Oriente, que não pararam desde que os sionistas lá se estabeleceram. A causa de todo o mal que se passa na região, as guerras do Iraque e a afegã, assim como da destruição do World Trade Center de Nova Iorque, advêm de estes se comportarem como conquistadores do género dos castelhanos, enquanto os EUA abençoam as suas acções maléficas, incluindo a persistência no incumprimento de todas as decisões das Nações Unidas.No entanto, que nos diz a imprensa a este propósito? O costuma: mentem e encobrem.

É evidente que as revelações do Wikileaks pouco mudarão; para já. A reacção será reforçat a segurança para que a falsidade seja mais difícil, a decantar, mas serão os povos que, a médio e longo termo exercerão a pressão sobre os seus próprios governos a fim de não continuarem a ser enganados. Todos estão conscientes e convencidos de terem o direito a conhecer a verdade.

Em Portugal, por exemplo, sustentado pelo atraso intelectual, estupidez, imaturidade política e, sobretudo, pelos oportunistas fanáticos dos seus partidos que tentam desesperadamente atacar um qualquer outro que não o «seu» para que o «seu» ocupe o poder. Impossível que um tal processo seja literalmente mais estúpido, a ponto dos seus apoiantes lutem contra si próprios, a não ser que pertençam às corjas, militantes parasitas e disso tirem proveito. Obviamente, um tal procedimento só pode contribuir eficazmente para a manutenção da corrupção que eles nos dizem quererem combater, mas que, afinal, sustentam e impedem que ela seja atacada, favorecendo apenas a sua eternização pela exigência de substituir um governo corrupto por outro que não o é menos. Só um tolo não o vê, só um corrupto o nega.

Estes acontecimentos têm sido frequente e invariavelmente evidenciados na quase totalidade dos artigos publicados nos blogs do Leão Pelado e da Mentira, precisamente por serem a origem de quase todos os problemas nacionais deste âmbito. As previsões da miséria actual do país, que a crise mundial apenas agravou um pouco (que os países preparados já a estão a ultrapassar – pouco durou) foram feitas há décadas, quanto os desmiolados berravam o Portugal e ele ia ficando para trás, encontram-se no Site da Mentira.

Alguns jornalistas, poucos mas dignos e justificadamente orgulhosos da sua profissão (não como os pedantes iletrados assassinos da língua), tentam escapar-se à onda de domínio que se tem expandido. Em consequência, são marginalizados e desacreditados. Um pequeno grupo com estes princípios e que tem todavia crescido formou a Wilileaks. As suas revelações têm-nos mostrado a podridão existente ao mais alto nível mundial. São o pequeno objecto estranho no interior duma ostra, que se poderá transformar numa pérola.

A rejeições e os ataques não se têm deixado de se fazer sentir a nível mundial, rejeitando a responsabilidade dos poderosos e tentando fazer calar as vozes incómodas. Com pretextos reconhecidamente alheios ao assunto, têm tentado deitar a mão ao fundador do grupo e seu principal colaborador, o australiano Julian Assange. Magicam mesmo em assassiná-lo. É bem possível que em breve tenham êxito. Isto porém não pode parar a inércia já adquirida pelo grupo e não apenas por uma só pessoa, como tentam convencer-nos.

Não podemos deixar morrer a ostra antes evolução da pérola ter completado a sua formação. Impõe-se uma ajuda a nível mundial. Como em tudo, uma pessoa só nada pode fazer, mas como se sabe que a união faz a força é por esse caminho que se deve proceder. É o único caminho, ainda que em Portugal isso possa ser pouco compreendido devido ao atraso cívico e democrático duma população completamente amorfa num regime 100% oligárquico e mafioso, mas que aparvalhadamente se julga viver em democracia. As associações de defesa de interesses comuns, que são a bases das democracias mais reputadas, por cá nem medram. Que dizer dum tal povo que nem sabe como defender a sua própria vida e interesses?

No entanto, pensando que alguns consigam ainda (ou já...) compreender que os interesses e a necessidade de defender esse interesses são comuns, não só nacionalmente, mas mais ainda a nível mundial, recorda-se aqui um modo de ajudar a verdade a ser libertada. Que os verdadeiros jornalistas possam informar-nos, desmistificando a jornaleiragem ignóbil que coabita com o poder podre, a corrupção e os interesses financeiros contra toda a população em geral e que tudo querem dominar.

Como muitos conhecem, existe uma associação mundial que luta contra actos bárbaros – como o recente caso de defesa de lapidação da iraniana Sakineh Mohammadi ou da operação mãos limpas, no Brasil –, contra a poluição mundial, contra as grandes injustiças, pela protecção da vida animal sem a qual não poderiamos subsistir, etc., favorecendo aquilo que nos proporcionará uma vida melhor e mais digna. Trata-se da Aavaz.org, uma organização mundial que luta por tudo o que seja justo e que tem conseguido imensos triunfos servindo-se da força adquirida pela união, exercida por petições de abrangimento mundial.

A Avaz está actualmente no estado de reflexão sobre uma acção mundial de apoio à Wikileaks. Será pois, agora, a melhor ocasião de compelir a organização nessa direcção. Basta dirigir-se ao site e deixar uma sugestão nesse sentido. De aproveitar para inscrever o nome e o e-mail para receber as suas poucas comunicações, as quais são enviadas apenas quando necessário. Esta inscrição servirá, pois, para se receber o convite a uma eventual petição mundial sobre a Wikileaks.



Para sugerir o supracitado à Aavaz, na página http://www.avaaz.org/po/contact/ preencher os dados (nome, e-mail e país), escolher o tópico Sugestão de campanha, apresentar a sugestão na caixa de texto à direita e clicar no botão Enviar. Simples!

Na página de entrada (http://www.avaaz.org/po/), ao alto da página à direita, sob Membros ao redor do mundo, preencha o campo com o seu e-mail para lhe permitir a recepção da comunicação futura; o e-mail da sugestão não tem essa utilidade.


Veja ainda: http://is.gd/ij7Iy

Dois interessantes artigos em jornais dos EUA
The Economist:   http://is.gd/ijeQw
New York Times:   http://is.gd/ijf4r


Avaaz.org
Em 14 línguas

4.12.10

E o burro sou eu???


É a economia, estúpido. Eu, obcecado, me confesso
por Carlos Ferreira Madeira, Publicado em 01 de Dezembro de 2010  |  Actualizado há 21 horas
O mundo da loucura é fascinante. Agora, os jornalistas estão obcecados com a situação económica. De facto, são todos malucos
Um homem às vezes tem o direito de perder a cabeça. Uma mulher também. Acontece. Não é bonito de se ver, mas acontece. Se a Cristina chegar a casa e encontrar o marido na cama com a empregada doméstica, perde a cabeça. Se o Joaquim quer o jantar na mesa e a mulher está numa reunião de tupperware, perde a cabeça. Se o simulador do portal das Finanças revela que o José vai receber 400 euros de devolução de IRS e, um dia qualquer, o Zé leva uma execução fiscal porque afinal tinha de pagar mais 400 euros de imposto, perde a cabeça. Se a câmara municipal decide cobrar a taxa de esgotos de uma casa que já não é propriedade da Maria há cinco anos, ela perde a cabeça. Se o centro de Saúde não aceita a sua inscrição com o cartão do cidadão e lhe exige uma cópia do contrato de arrendamento ou uma de factura da água, você perde a cabeça. E ainda por cima não tem médico de família. Há ainda quem perca a cabeça porque os jornalistas estão obcecados com a situação económica portuguesa. Então e o facto de 42% da factura de electricidade representar custos políticos? É ou não é de perder a cabeça? E eu, que não vejo a RTP (prefiro a CNN e esse é um direito que me assiste), tenho de pagar a taxa do audiovisual escondida na factura da electricidade. Perante um aumento de 30%, perco a cabeça.

Que o Estado utilize a golden share na PT para que os accionistas ganhem mais 350 milhões de euros (num total de 7,5 mil milhões) na venda da Vivo e a empresa não pague impostos em Portugal é coisa normal. Só os obcecados perdem a cabeça com isto.


O mundo da loucura é mesmo fascinante. Qualquer coisa pode fazer uma pessoa perder a cabeça. Por exemplo, aplicar impostos retroactivamente em clara violação da lei e da Constituição, com o beneplácito acordo dos zelotas do Tribunal Constitucional, é suficientemente neurótico para uma pessoa saudável perder a cabeça. Lançar três PEC num ano e cortar salários à bruta quando o Estado deixa a despesa derrapar dois mil milhões de euros é, mais ou menos, como estar de cabeça perdida.

Ao contrário do que se imagina, este não é um atributo exclusivo dos jornalistas. Se fosse, era só interná-los no Hospital Júlio de Matos e enchê-los de barbitúricos até que, com o adequado tratamento, vissem o mundo cor de rosa. Se alguém mencionar a enormidade que é pagar juros de 7,4% pelos títulos de dívida soberana, deverá ser imediatamente lobotomizado. Antes que perca a cabeça.

A técnica devia ser aplicada a todos os que se atrevem a falar da crise. A crise, meus amigos, não existe. Nunca existiu. É uma obsessão dos jornalistas que, tal como o euro, está a contagiar muita gente. Como aqueles senhores do Citigroup que defendem esta coisa horrosamente obsessiva:
Portugal está insolvente e terá de pedir ajuda externa. O economista-chefe Willem Buiter é tão obcecado! O ministro irlandês da Justiça, Dermot Ahern, padece também deste mal: disse ontem que, tal como sucedeu com Dublin, Lisboa está a ser pressionada pelo BCE para atirar a toalha ao chão e aceitar um "regaste" da UE/FMI. Este homem perdeu a cabeça. Que 604 mil portugueses, 11% da população activa, estejam à procura de trabalho, eis um sinal de evidente obsessão que nada tem que ver com a situação económica. Perderam todos a cabeça.

Em 1992, Bill Clinton popularizou a frase: "É a economia, estúpido". Bill Clinton não era estúpido. Era obcecado.

Sinceramente, não há paciência. É de perder a cabeça.

 BIposta de pescada do Democracia em Portugal e do Via Justa

Diplomatas sem corte nos abonos

Os que mais ganham vão continuar sem sacrifícios:

Diplomatas sem corte nos abonos

3.12.10

O sucesso consegue-se com trabalho




 BIposta de pescada do Democracia em Portugal e do Via Justa

QUANDO A GOVERNAÇÃO ESTÁ DOMESTICADA PELA FINANÇA!

 Nesta semana, o grupo parlamentar do PS andou ao avesso do regime disciplinar interno, a propósito da aprovação da proposta do PCP, para se tributarem os dividendos accionistas, que venham a ser distribuídos antecipadamente, este ano. Quase que se ia dar um assomo de democracia, pelo instrumento da liberdade de voto…; mas não! O galo-mor fez uma ameaça velada, que acobardou todos; parece que assumiram que não há competentes, para substituir um tão mau exemplo de parlamentarismo!
Se os líderes parlamentares que temos, são o que se expressa, e ninguém se chega como igual ou melhor, estamos conversados na justificação do estado lastimoso do País!
A política está definitivamente sujeita e ridicularizada ao Poder da ditadura económica e à vontade egoísta e anti-social dos gananciosos. Quando assim é, deixa de ser necessário sustentar um corpo político caro, medroso, aldrabão e corrupto, que se relegou a um verbo-de-encher bolsos privados!
Quando os aprendizes da política têm medo de fazer vencer a justiça social e de mudar as piores mentalidades desumanas e primitivas, assumem que o papel do Estado se resume à aplicação da vontade do Poder dos mais ricos. Não podem interessar o contributo do povo, que é a base de produção e sustentação de toda a riqueza; o consumidor paga tudo que a empresa e colaboradores têm e o contribuinte paga tudo que o Estado tem, bem como tudo que os senhores governantes e demais funcionários públicos têm! Logo, a riqueza é um bem comum, que alguns teimam em sonegar indevida e injustamente, pelas regras da diferente valorização do esforço individual e estatutos!
Quando o argumento, utilizado para não se contrariar a ganância, esta como motor de todos os problemas sociais, é terem de garantir a confiança dos gananciosos na economia dos países, assumem a derrota do projecto democrático e a sua ignorância, por desconhecerem as premissas do parágrafo anterior.
Os politiqueiros assumem que não nos fazem falta e são um mero expediente de sorvedouro de impostos, para se tornarem numas cigarras preguiçosas, covardes, aldrabonas, trambiqueiras e parasitas da escravatura dos que os pagam, e que humilham vergonhosamente!
Aos parasitados resta dispensarem, quem não quer olhar pelos interesses do Bem comum, na salvaguarda da justiça social!
Até lá, Portugal, tornado pequenino, dos pequeninos, não é respeitado na cena internacional do Poder, por ter politiqueiros pequeniníssimos, convencidos, arrogantes e tresandando de medo, vindos de um qualquer banco de escola de totós, embora armados em rufias, para poderem ser aceites na sua sociedade partidária mafiosa.
Os governos do pós-25 de Abril vivem da alienação dos ignorantes, dos oportunistas e claro dos gananciosos, para mal do povo justo. A este resta o continuar a chorar a sua tristeza, porque continua apático, obediente, medroso e conformado à infelicidade! Tem o que merece e toca-se, nalgum atributo, com os seus governantes. Assim, o crime político é altamente compensador e aprofunda-se, ramifica-se, consolidando-se, enquanto formos, como povo, o que somos, de impavidade e serenidade!
Mas será sempre um crime de traição, que os políticos perpetram e será julgado, um dia, retroactivamente pela fúria, cada vez maior, o que será bem pior, dos justos encolerizados; estão todos marcados…! Basta que o povo já não suporte mais estrangulamentos económicos, para querer viver justamente do que produz e merece, relativamente uns aos outros.
Tudo porque os aspirantes da política não entendem nada de psico-sociologia da motivação humana mais primitiva, que produziu o capitalismo, face ao próprio medo da extinção de recursos, fome, doença, desconforto da sobrevivência e morte! 
O dinheiro e Poder na mão de incultos produz a selvajaria do mercado, fazendo-os esquecer o medo maior da morte, mas focando-os no instinto, tanto mais exagerado, quanto maior o medo; a resposta é a sofreguidão pela acumulação individual! É este total autismo, que um estadista não pode ter, usando de intelecto e alcance visionário dos assuntos. Pois não deve conciliar o que é antagónico e não pode defender o interesse privado, para satisfazer o interesse colectivo! Mas todo o interesse colectivo de Bem comum é do interesse privado, no prazo mais alargado, para que haja sucesso social na história civilizacional humana!
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