Farto de ser enganado pelos políticos corruptos? Vamos fazer a diferença! Criticar, expôr, desmascarar...
Enviem novas aldrabices, tachos, cunhas, corrupções, injustiças... para tiago.democracia@gmail.com
29.5.10
António José... seguras, o quê???...
28.5.10
Hoje pior do que ontem..............amanhã..............o fim
- Preços da luz cairam na UE mas subiram em Portugal - Como somos um país rico comparando com os outros da Europa é normal pagarmos mais! Como é possível esta cambada de ladrões aumentar 4,5% a luz quando no resto da União os preços baixaram 1,5% (média!!!)? LADRÕES!!!! E o Estado tem Golden Share na EDP. Imaginem quando vender como o Pinóquio quer fazer...
- Parlamento com menos deputados permitiria poupar 15 milhões - "um valor «irrisório», segundo as contas feitas pelo politólogo Manuel Meirinho".... IRRISÓRIO!!!??? Para quem? Para alimentar e cuidar dos pobres (verdadeiros) este dinheiro dava muito jeito. 15.000.000€ é muito dinheiro para muitos. Para a maioria dos portugueses é. Grão a grão enche a galinha o papo! Se contabilizarmos os tachos futuros em Empresas Públicas que pouparemos se estes 50 deputados a menos precisarão... Muitos mais milhões!!! E os maus negócios que farão.... Muitos mais milhões!!!!
Ricardo Rodrigues, o homem que rouba mas não é ladrão
Continuamos a ser ROUBADOS!!!
26.5.10
Notícias do dia...
23.5.10
PARTICIPAÇÃO!

O povo saiu à rua para festejar a vitória do Benfica e eu não achei mal. As pessoas têm o direito de ficar alegres, com a melhor sorte dos outros.
O povo saiu à rua para ver o Papa e eu não acho mal. As pessoas têm direito a serem amansadas, pela sua fé.
O povo vai à Covilhã espreitar a selecção e eu não acho mal. As pessoas têm direito à adoração dos príncipes do futebol.
MAS,...:
"O governo, escolhido pelo povo, impõe medidas de austeridade umas atrás das outras, aumentando os impostos, aprofundando a injustiça e não abdicando dos mega investimentos.
O povo não reage. Não sai à rua. Reclama à boca pequena e cria grupos zangados no Facebook. É triste que este povo, que descobriu meio mundo, não imprima à reivindicação dos seus direitos a mesma força, que imprime à manifestação das suas paixões."
"Um país onde se admite a possibilidade de taxar o subsídio de Natal, ou mesmo acabar com ele, mas que gasta de dinheiros públicos para TGV, altares, estádios de Futebol, frotas milionárias para gestores públicos, reformas obscenas a quem trabalha meia dúzia de anos ou nem tanto, etc... é um país pobre, de facto. "
Mas de espírito, antes de mais.
Não sai à rua, por causas mais válidas, que afectam o nosso futuro e a vida dos nossos filhos!
20.5.10
O Roubo na TAP
É Só Mais Um
PRIMOS-IRMÃOS
Rogério Barroso [20-04-2010]
Sócrates e Alberto João reuniram-se ontem e anteontem, fizeram salamaleques um ao outro, juraram mútua fidelidade, e também a juraram aos princípios da família, da grande família neo-liberal, a qual, mentindo, vêm afirmando que se chama social-democrata.
Nenhum deles pertence a família que não seja a mesma a que pertencem os dois.
Nenhum deles tem ideias socialistas e ambos praticam a anti-democracia.
Não podem ser sociais-democratas, que o digam aqueles que o são – quanto ao epíteto «socialista», esse nem sequer alguma vez ficou bem ao que é agora primeiro-ministro do Estado de Portugal, e até já passou de moda: que o digam aqueles que, apesar de não saberem o que é, ainda se dizem «socialistas». O resto que se diga é p’ra enganar o Zé!
Tais bandalhos reuniram-se para concluir o que as respectivas máquinas partidárias, instaladas que estão nos órgãos de comunicação social do regime, divulgaram agora: cada português tem de entrar com 70,00 euros para o Estado de Portugal, para que o Estado de Portugal entregue esses euros todos à máquina da Região Autónoma da Madeira, e esta entregue a maior parte para as mais diversas traficâncias do bando do Alberto João, que vai da droga proibida até ao branqueamento de dinheiro e ao mais descarado gamanço.
E não se trata de um empréstimo, como no caso da Grécia, que pode dispor dessa grana dos cidadãos portugueses quando quiser, bastando que o governo do Estado da Grécia informar o seu apetite ao governo de Portugal.
Solidariedade? A puta que os pariu! Onde estão as actividades de solidariedade da família política neo-liberal (que abrange PS, PPD e CDS) para com os 25% de portugueses situados abaixo no nível mínimo de pobreza europeu?
Onde está essa dita solidariedade para com os 45% de portugueses analfabetos segundo as mais recentes normas de literacia europeia? Trata-se de facto consumado sobre os parcos haveres de muitos portugueses que são os mais fracos no processo de extorsão a que o Estado procede, com o voto maioritário dos cidadãos que têm direito a voto e votam, e com o aplauso unânime de quase todos os espoliados.
O administrador-chefe da TAP disse ontem que as cinzas vulcânicas e o excesso de zelo das autoridades nacionais de transportes aéreos estão a fazer com que a TAP perca dois milhões de euros cada dia que passa, enquanto não puder fazer os voos que habitualmente tem programados.
Nós sabemos pela comunicação social do regime (insuspeita nesta matéria) e pelas contas apresentadas, que a TAP vem perdendo, já de antes da erupção vulcânica da Islândia, 100.000,00 euros por dia. Nós sabemos dos números apresentados pela TAP que a TAP paga 75.000,00 euros por dia em salários, valor que já influencia o número anterior.
Nós sabemos que a TAP, segundo os seus divulgados números, poupa, cada dia que os aviões não voam, um milhão de euros em combustível, o que quer dizer que, nestes dias de influência vulcânica, poupou 750.000,00 euros por cada um desses dias. Se a TAP perde habitualmente 100.000,00 euros por dia e, nestes dias vulcânicos, poupou 750.000,00 euros por dia em gasolina, sobram de ganhos 650.000,00 euros por dia.
Se a TAP acusa, ainda assim, um prejuízo diário de 2.000.000,00 euros, não terá a Procuradoria-geral da República curiosidade (como é sua obrigação legal) em saber para onde estarão a ser desviados mais ou menos dois milhões e meio de euros por cada dia vulcânico que passa? Ou contentar-se-á com o dito de que os governos europeus estão a fazer todos os possíveis a favor da segurança dos passageiros?
Tudo gama, minha gente! É fartar, vilanagem!, qu’o Povo nã s’importa!!!
Embora pareça secundário, deve destacar-se a contagem do número de iletrados e de analfabetos no país, inseparáveis do número total de ignorantes. Como no comentário no post que precede este, «A população foi mantida numa ignorância a tal ponto profunda que quem se recordar reconhece ser muito superior àquela que se vivia no tempo do Estado Novo.» Se antes a ignorância estava quase restrita a analfabetos e iletrados, ela cobre hoje a quase totalidade da população, como se verifica. Essa ignorância foi propositadamente imposta à população por políticos para dela se aproveitarem, como se tem constatado, roubando à vontade e parindo leis que lhes permitem fazê-lo impunemente sem que ninguém conteste, o tudo por ignorarem que em democracia tal não é possível existir. Fizeram crer à população que vive em democracia por ela nem saber o que isso é, pois que na realidade se vive num estado totalitário governado pelas famílias mafiosas em que os partidos oligárquicos se transformaram. De salientar que este estado só foi possível de atingir com a estreita colaboração duma classe de biltres mentirosos e desinformadores que é a cambada dos jornaleiros ordinários de hoje.
Diz-se que o 25 de Abril trouxe a democracia e a liberdade. Poderia ter sido, mas é falso porque logo os oportunistas de tudo se apoderaram, roubaram, legislaram para se protegerem e maltrataram o povo como nunca, papagueando que isso era democracia. É factual que essa malta ordinária de políticos e jornaleiros não tinha liberdade antes da Abrilada e que agora tem, mas utilizou-a contra o povo. Assim, quem quer que se recorde e não tenha tido interesses políticos, sabe que o povo em geral tem hoje muito, mas muito menos liberdade do que tinha antes. Francamente, que nos interessa a liberdade de políticos e jornaleiros quando eles a usam invariavelmente para nos tramar a vida, nos fazer miseráveis, ignorantes, pobres e maltratados por serviços de saúde ignóbeis e outros sociais igualmente degradantes? Todos mal concebidos desde o início e de modo a permitir os conhecidos hobbies em que impera uma mixórdia de política com economia e com regalias e privilégios que proíbem a democracia.
Que fazer dum povo que pensa que democracia é fazer tudo o que se quer, pelo que tanto eles como os políticos têm direito a roubar? Que esperar duma mentalidade que acha que quando alguém é roubado a culpa é da vítima que se deixou roubar e não do criminoso que o roubou?
O povo deveria ter tomado o destino nas suas mãos controlando os políticos como democracia significa, mas não o fez. Terá agora capacidade para o fazer com a mentalidade que desenvolveu, ou seria ainda pior nas circunstâncias vigentes?
19.5.10
PLANO DE AUSTERIDADE!
Os nossos gestores políticos acordaram entre si um novo plano; cobrar mais a todos e poupar num lado, para poderem continuar a gastar noutro, ao ritmo das vontades dominantes!
Gasta-se para acomodar pessoas das campanhas partidárias, num qualquer departamento municipal, ministerial, ou num instituto ou comissão. Não faltam nomes para todos os gostos. Também se gasta, para pagar aos financiadores das campanhas, não apenas o que doaram, mas também o retorno dos juros elevadíssimos. Muitos são os que se colocam na disposição de financiar Partidos; é melhor do que investir na bolsa, porque não existe risco. Caso os candidatos eleitos não devolvam o rendimento da aplicação do donativo, podem ter a certeza que será accionada a campanha difamatória! À falta de uma execução fiscal, aplica-se a execução mediática!
Por tudo isto, governar tem sido sempre segundo o mesmo princípio. A solução deve incrementar sempre mais o problema.
Este governo, e outros, prometeram reduzir o peso do Estado, mas tem aumentado. Queriam diminuir o número de funcionários, mas tem aumentado. Querem diminuir a despesa, mas aumenta. Querem melhorar o nível de vida dos cidadãos, mas tem piorado. Prometeram-nos acabar com a ditadura do Estado, mas usam-na para nos entregarem à ditadura económica, pela via do enfraquecimento do mesmo Estado. Querem um Estado regulador, mas transformam-no em asilo, regulado pela economia.
Ora, se há afectação de recursos, para algum lado transita...; não é difícil encontrá-la, se pensarmos na crescente burocratização, quer da administração pública portuguesa ou europeia, quer dos grupos privados bolsistas, onde os salários de directores, gestores e administradores (guindados ao estatuto de controladores dos escravos, assistidos pelos modernos escrivões - vulgo funcionários dos parlamentos e administrações) disparam a um ritmo alucinante e até absurdo, para não dizer obsceno!
Os que financiam tudo isto, na condição de clientes obrigados, ou de contribuintes punidos, andam aturdidos, fervendo em revolta lenta, à beira de um ataque de nervos!
Basta um líder sanguíneo e o rastilho da revolta popular incendeia, à velocidade explosiva de um barril de TNT.
Foi assim que se extinguiram todas as antigas civilizações, por causa do peso das cúpulas privilegiadas, que acabam por parasitar as bases derreadas!
Mas os lideres das bases têm a virtude de organizar a revolta e evitar o caos, porque a força da acção individual é anarquista, pelo desespero do desenrasque de cada um, em busca da sua sobrevivência! Por isto, assistimos ao crescimento da violência criminosa, em resposta à estupidez, geradora da violência criminosa das decisões políticas!
Precisamos de um estadista, de um democrata, que nunca tivemos, de uma forte consciência social e de uma nova mentalidade; precisamos de acabar com o egoísmo, precisamos de justiça social, precisamos que se acorde a remuneração justa de todos, começando a pagar, apenas em função do esforço energético de cada um e da qualidade do seu desempenho social!
Bastava, aos ultrapassados minoritários, terem acordado o abaixamento do tecto salarial e a subida do salário mínimo. Bastava que evitassem a acumulação de salários e reformas, acabando com as acumulações de cargos. Bastava terem retirado os privilégios de classe e tornado universal qualquer sistema social ou compensatório das profissões. Bastava cortar nas despesas de funcionamento dos departamentos, racionalizando utilizações de conforto e gastos de consumíveis e economato. Bastava substituir progressivamente as viaturas oficiais, por utilitários e deixar de pagar as despesas diplomáticas, que qualquer cidadão trabalhador suporta, apenas com o salário. Bastava serem comedidos nas obras públicas e nos materiais incorporados. Bastava deixarem de viver luxuosamente, num País de pobres! Bastava terem sido mais amigos do cidadão, que lhes paga tudo, ao qual falta apenas a união e concertação de acções reivindicativas, para terem o direito constitucional de estipular o salário dos seus servidores públicos e o direito de moverem acções, contra a prevaricação dos gestores que contratam, em cada acto eleitoral!
Afinal, como se organizavam as cidades, onde os representantes da Lei e da administração eram nomeados ou depostos pelos cidadãos, em actos sumários, pois que pagavam, dos seus bolsos, aos representantes daqueles trabalhos?
A única coisa que mudou, é que os funcionários públicos tornaram-se em patrões dos seus patrões(?)!
PEDIDO DE AJUDA
Em 15/02/2009 coloquei aqui no blog um post sobre o Bicarbonato de Sódio e a possível cura do Cancro através do seu uso nos tratamentos.
Recebi hoje um email com um pedido de esclarecimento que passo a transcrever:
Ao fazer uma pesquisa na internet encontrei uma notícia divulgada por si sobre o uso do bicarbonato de sódio para tratamento do cancro.
Retive o testemunho de uma senhora sobre o uso do bicabornato de sódio que transcrevo
"lucia.vargas disse...
Queria muito trocar impressões com esta senhora, por motivos de saúde, tentei encontrar o contacto dela, não encontrei nada, mas vi o seu contacto daí ter tomado a liberdade de lhe estar a escrever, será que há forma de obter o endereço dela?
Desde já muito obrigada pela atenção que me puder dispensar, com os melhores cumprimentos
M. T. B.
EDP Renováveis - dividendos quando?
Como pioneiro que fui da energia eólica com o projecto do primeiro parque eólico naciona no Porto Santo em 1986, vi-me obrigado a responder para pôr os pontos nos is no que à eólica diz respeito.
http://energiaparaportugal.
http://horabsurda.org (minha página pessoal)
http://manifesto.horabsurda.
O pequeno opúsculo encontra-se disponível aqui:
http://www.lulu.com/product/
Contra a sua «subsidiação»!
O problema chama-se EDP!
Se concordarem, peço que divulguem para que uma voz fraca também seja ouvida.
O meu obrigado de antemão!
Abraços"
16.5.10
O DÉFICE!
Quando falamos de défice, pensamos logo no resultado, no jusante, no depois, como é hábito na mentalidade portuguesa; porque não temos o hábito de pensar nas causas, no montante, no antes, onde tudo começa. Por isto, decidir sobre o que fazer, nas nossas vidas, numa empresa, ou na condução de um povo, tem sido sempre em resultado das pressões e conveniências imediatas, como um autêntico tiro no escuro, por não se querer saber dos impactos sociais, do que decidimos escolher. Por vezes, sabemos que têm em conta os impactos económicos das grandes decisões políticas de construção; já é alguma coisa, mas ainda muito insuficiente, porque reduz a importância dos decisores políticos à de um qualquer construtor! Sempre disse que os nossos representantes políticos não passam de engajadores de obra, pois que, face ao desastre da governação do pós 25 de Novembro, ainda não perceberam qual a missão do Estado e a razão da sua existência. O Povo instituiu o Estado, como forma de garantir os serviços essenciais à sobrevivência humana de um povo, sem aproveitamento económico! É que se entregarmos o Estado ao interesse dos privados, a nossa sobrevivência fica dependente da nossa capacidade financeira, para satisfazer a ganância do mercado bolsista capitalista, entregue a especuladores, refugiados num qualquer castelo mundial! Neste horizonte, o Estado deixa de ter sentido de existência, a não ser para os que lá trabalhem! Por isso, a mediocridade política actual defende tanto o Estado meramente regulador, como se fosse possível regular a economia, sem Poder económico; a este propósito, veja-se o que aconteceu, quando o Estado quis evitar as remunerações absurdas nas empresas, onde participa! Para já não falar da desregulamentação dos preços, que nos massacram em todos os lados! Os gestores políticos foram humilhados pelos gestores empresariais que nomeiam; e tudo continua sorridente, relegando-se os políticos a meros serventes de interesses. O Povo assiste desanimado e perguntando como chegamos aqui! Bem, primeiro deixamos que alguém decida sobre o nosso futuro, sem que nos pronunciemos; limitamo-nos a passar cheques em branco, votando..., quando votamos! Segundo, permitimos que os governos sejam eleitos e as decisões se tomem por maiorias relativas. O método de eleição não contabiliza a base real de apoio a um Partido. De há muito tempo para cá, um governo torna-se arrogante e ditatorial, por uma base de apoio popular de menos de 25%, por falta de representação parlamentar dos votos brancos e das abstenções. Quer dizer, os politicosinhos minorcas decidem o nosso futuro, com o apoio minoritário do povo português. Por isso buscam tanto o apoio dos grupinhos privilegiados! Ou seja, o povo não lhes dá o apoio, mas os donos da riqueza dão. E por isto, são estes que decidem quanto tempo lá ficam os governos, orquestrando as campanhas mediáticas que entenderem! Em conclusão, existe o défice orçamental, porque existiu o défice democrático, fundado no défice da inteligência e da ignorância. Com estes estamos cada vez mais endividados, em falência técnica, porque o povo ainda não exigiu representar-se no parlamento, pelas suas associações cívicas, na proporção dos votos brancos e das abstenções! Muito por culpa da esperteza dos novos burgueses e do seu superavit de ganância e da nossa tradicional pacatez e passividade popular! Quanto menos proactivos, menos realizados e respeitados pelos dirigentes insensíveis, desumanos e corruptos! Temos o que merecemos! O que é que o povo quer merecer daqui em diante? Quer continuar a escolher as mesmas opções alternativas, ou estão à procura de um sinal de mudança real nos aparelhos partidários dominantes? Vão insistir na velha mentalidade estúpida? Em democracia a escolha compete ao povo, e a escolha faz-se pelo voto, a bem, ou pela força, a mal! Sempre foi assim...
Elogio de Bruna Real, Professora de Música de Mirandela, e estagiária da "Playboy", seguido da Grande Orgia do Sistema de Educação Português, durante a miserável regência de Isabel Alçada
15.5.10
Salazar punha as contas em ordem rápido!!!
A Lei 2105
DEMOCRACIA PARTICIPATIVA
Adeus, Ratzinger
14.5.10
11.5.10
Mais um tacho para um BOY
Ex-governante ganha 14 mil euros na ERSE
9.5.10
Football is the best show
Aproveito também para vos divulgar um excelente espaço sobre o desporto rei:








