Farto de ser enganado pelos políticos corruptos? Vamos fazer a diferença! Criticar, expôr, desmascarar...
Enviem novas aldrabices, tachos, cunhas, corrupções, injustiças... para tiago.democracia@gmail.com
31.8.09
Justiça e poderosos em Estados de Direito
Já em 24 de Maio, no post Sentido da Honra e da Responsabilidade, se referia que na Coreia do Sul, dois ex-Presidentes da República, «em Agosto de 1996, foram severamente condenados em Tribunal. Nessa data, dois antigos Presidentes, apesar de terem sido pilares muito válidos na construção económica do País que tinha sido destruído pela guerra com o vizinho do Norte, ouviram sentenças por terem cedido à tentação da corrupção, tendo o General Park Chung Hee sido condenado à morte e Roh Tae-Wu a 22 anos de prisão.»
Recentemente o antigo Presidente da Coreia do Sul Roh Moo-Hyun suicidou-se, para evitar ser julgado pelo crime de corrupção.
Entre nós, infelizmente, há uma filosofia demasiado lassista em que se considera que os políticos são independentes de qualquer tipo de ética, são imunes e impunes e podem ser colocados a escrutínio dos cidadãos mesmo que sobre eles existam fortes suspeitas ou mesmo a situação de arguidos em processo judicial e até mesmo que tenham julgamento marcado. Há «boa» gente que quer defender que a ética e a política nada têm a ver uma com a outra. Poderão estar certos se apenas se referem a casos concretos de alguns políticos nacionais. Porque a Política, com P Maiúsculo, é a ciência e a arte de governar um País, o que exige ética, dignidade, competência, dedicação e patriotismo.
Lá fora a justiça é igual para todos e, além dela há o sentimento de que à mulher de César não basta ser séria, é necessário que além de o ser o pareça, sem mácula de suspeita.
Ninguém minimamente sensato passará procuração ou delegação de poderes alguém que lhe mereça suspeitas, que não mereça total confiança. E o voto é uma procuração, uma delegação de soberania, de poderes, para gerir a causa pública.
29.8.09
Na urna, com Ferreira Leite

Imagem do KAOS
27.8.09
Manelita quer mesmo ganhar
O PSD apresentou esta tarde o programa eleitoral para as próximas eleições legislativas, a que chamou «Compromisso de Verdade». A líder do partido, Manuel Ferreira Leite, diz que o documento é assente no «ponto de honra» de todas as suas propostas «poderem ser executadas». Entre as promessas sociais-democratas encontra-se a suspensão do modelo de avaliação dos professores e o reforço da autoridade dos docentes. O partido liderado por Manuela Ferreira Leite pretende ainda menos 50 deputados no Parlamento e assegura que, se for eleito, suspenderá «de imediato o mega-projecto do TGV».
Como alternativa ao actual modelo de avaliação, o PSD quer um assente em estudos internacionais, «dispensando burocracias e formalismos inúteis». Além dessa medida, e ainda relativamente aos docentes, os sociais-democratas, apontando «injustiças» ao actual «regime de progressão na carreira», prometem acabar com a actual divisão em professor e professor titular.
«Alteraremos o estatuto do aluno, valorizando a assiduidade, disciplina e civismo, revogando as normas que possibilitam faltas quase permanentemente justificadas e que sobrecarregam os professores com a obrigação de repetirem sucessivamente testes a alunos faltosos», aponta o programa do PSD. Manuela Ferreira Leite disse esta tarde que é «fundamental reabilitar a respeitabilidade dos professores».
Redução de deputados e revisão constitucional
O documento social-democrata prevê um emagrecimento do Parlamento, com a redução do número de deputados de 230 para 180, o que significa o fim de 50 lugares na Assembleia da República.
«Tentaremos aprovar, como vimos fazendo há muito, a redução do número de Deputados à Assembleia da República para 180», saliento o programa social-democrata.
Existe ainda a intenção da realização de uma «revisão constitucional». «Não abdicaremos de apresentar um projecto de revisão constitucional que vise a adaptação da nossa Lei Fundamental aos desafios com que o país se confronta, mantendo a sua coesão e unidade e permitindo a criação de condições para o seu desenvolvimento», aponta o programa.
As 3 principais medidas propostas:
- Dignificar a carreira dos Professores e retornar a exigência à escola pública. CONCORDO
- Reduzir o tacho a 50 mamões que não fazem nada. CONCORDO
- Acabar com a palhaçada do TGV que iria arruinar o futuro dos nossos filhos. CONCORDO. Só espero que o Pinóquio não se ponha a aprovar medidas à pressa antes das eleições para garantir que isto avança.
...
25.8.09
O Ensino segundo os números maravilhosos
Os caminhos da Educação
JN. 090825. 00h30m. Por Paulo Ferreira
O retrato ontem apresentado pelo Governo sobre os chumbos (taxas de retenção, como agora se diz) verificados no Ensino Básico e Secundário no último ano lectivo é uma maravilha. Como são também uma maravilha os dados relativos às matrículas no nono ano de escolaridade e o número de alunos que concluíram com proveito este grau. Peço desculpa pelo que se segue, mas não há outra forma de ilustrar o sucesso sem recorrer aos números. Aí vão eles.
Taxa de chumbos no Secundário no último ano lectivo: 18%, menos 4% do que em 2007/2008 (em 2000/2001, a taxa de retenção era de 40,2%).
Taxa de chumbos no Básico: 7,7% por cento, menos 0,6% do que no ano lectivo anterior. A taxa de chumbos no Ensino Básico situava-se em 14% no ano lectivo de 2001/2002 (baixou para metade, portanto).
Número de alunos que concluíram o nono ano de escolaridade, no ensino público e privado, evoluiu 50%, entre 2005 e 2009 (de 81 743 para 121 222).
Número de alunos matriculados no nono ano no ensino público e privado cresceu 36%, entre 2005 e 2009.
Número de alunos matriculados no 10.º ano de escolaridade no ensino público e privado aumentou de 114 895 no último ano lectivo, face aos 113 031 de 2007/2008.
Quem esconder uma pontinha de orgulho depois de ler isto não é, verdadeiramente, um patriota. Portugal progride a olhos vistos, pelo menos no fundamental e decisivo capítulo da Educação. As confederações de pais e professores vêem com bons olhos esta realidade. Uns acham que é mérito do esforço acrescido dos alunos, outros julgam que os docentes são a chave deste sucesso. A Oposição, maldosa como sempre, não acredita: trata-se de pura manipulação estatística, diz. A ministra e o primeiro-ministro rejeitam as acusações de facilitismo.
E nós, que devemos nós pensar? Eu, francamente, fico contente com a evolução da coisa. Sim, aceito que os números possam ter sido um bocadinho retocados; aceito que os professores reclamem para si a vitória; e até acredito que os nossos alunos (tantas vezes apelidados de calaceiros) se tenham esforçado um bocadinho mais nos últimos anos.
Aceitando tudo isso de espírito aberto, sobra apenas uma pequena questão. Por que carga de água se alcançaram só agora números tão entusiasmantes nestes níveis de ensino? Todos os anteriores ministros - e são já bastantes... - foram inábeis, incompetentes e incapazes de perceber qual o caminho a seguir para reduzir os chumbos e estancar a hemorragia do abandono escolar? Juro que as perguntas só têm um mísera dose de ironia. Porque, de facto, a coisa é intrigante.
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22.8.09
Madame de Sade
19.8.09
Um certo amianto de certas fibras esfarrapadas de certas Esquerdas esquecidas

17.8.09
Recebi este mail que reproduzo. Importante!
NÓS, ORGÃOS POLÍCIA CRIMINAL, QUEREMOS SABER COMO AGIR.Queremos que nos digam o que esperam que façamos. Queremos que nos digam como querem que seja executada a nossa acção.Até agora corremos por nossa conta e risco. Sacrificamos a vida pessoal e familiar, sacrificamos o nosso orçamento familiar para adquirir meios que não nos facultam e agimos de acordo com a nossa avaliação dos factos com o único objectivo de manter a Ordem Pública, a Autoridade do Estado. Quando as coisas correm mal descobrimos que não era exactamente o que a sociedade pretendia e somos punidos. E se não agimos somos acusados de complacência.Em principio, o POLICA está investido de Autoridade do Estado, mas em quê que se traduz essa autoridade? Como pode fazer valê-la? Como se pode mantê-la inviolável?Fisicamente, qualquer POLICIA pode ser vencido por qualquer cidadão. Ainda não há “Super-Homens”, mas os POLICIAS também não podem usar a violência física, apenas podem defender-se da violência contra si.Alguém acredita que basta uma ordem verbal para fazer sanar um crime, por menor que ele seja? Sendo desrespeitada a ordem verbal, qual o patamar seguinte?Ignorar o crime ou manter a Autoridade Pública? A que custo? Reportemo-nos ao caso do militar da GNR condenado a 14 anos de prisão por ter disparado contra um jovem de 17 anos que lhe havia roubado um fio de ouro, causando-lhe a morte. Face à evolução da sociedade, face à queda de valores e da ordem social, este caso merece a nossa reflexão, merece por isso uma análise profunda. Aqui apenas serão lançados os dados.O POLICIA em causa foi punido, assim o ditou a justiça. Então ficamos a saber que aquela actuação foi severamente condenada, foi considerada totalmente inaceitável.No entanto alguém deveria dizer como ele deveria ter agido para amanhã os outros POLICIAS saberem como actuar, e o cenário que se põe é o seguinte:O POLICIA, identifica-se e oferece resistência. Se os assaltantes prosseguirem com o roubo, o POLICIA, fisicamente em desvantagem, permite que lhe levem o fio. Posteriormente, pede apoio policial para tentar identificá-los, com ou sem sucesso dada a enorme multidão e enorme área urbana. Não se livra da vergonha pessoal, social e profissional de sendo POLICIA, ter-se deixado roubar.No dia seguinte esse mesmo POLICIA, já fardado exerce a sua actividade na zona e passa a ser vítima de chacota social. Como pode proteger um cidadão se ele próprio tinha sido assaltado?Mesmo que fosse possível identificar os indivíduos, o POLICIA não os levaria a justiça, por uma série de razões; A Justiça é excessivamente cara , perante o seu rendimento, e não teria apoio institucional; A Justiça é lenta e seria ineficaz pois a sua Autoridade como policia já estava ferida. Restar-lhe-ia conformar-se e eventualmente mudar de zona.Como se sentiriam os assaltantes se o POLICIA tivesse sido assaltado sem consequências? Confiantes para tentar um patamar mais acima? Qual? Qualquer um!Agora, digam-nos como reagiremos se, estando sozinhos, virmos um cidadão a ser roubado ou agredido por alguém fisicamente superior a nós? Deixamo-lo agir e chamamos reforços para tentar identificá-lo a posteriori? É que só dizer que se está investido da Autoridade do Estado não chega para fazer cessar a agressão. O que poderá o agressor temer quando vê um POLICIA? Nada!Mas a estas questões há duas versões: Se quem responde for a vitima, todos os meios são aceitáveis, caso seja pai, familiar do criminoso, todos os meios são escessivos. No meio destas análises está o POLICIA que tem de tomar uma decisão sozinho!Mas o que acontece ao POLICIA se “não viu” o cidadão a ser vitima de um crime? Nada. O que acontece se reagir e essa reacção foi desproporcionada? Severamente condenado!Então em que ficamos? Que querem de nós que ainda não somos Super-Homens?Quem rouba um fio a um POLICIA também pode roubar a arma. Não?! Então, se amanhã um grupo de delinquentes abordar um POLICIA e lhe exigir a arma, como deve reagir?Fisicamente inferiorizado, usa a arma para manter na sua posse (na posse do Estado) ou entrega-a para não por em risco a vida dos delinquentes? Como agirá?Se o POLICIA usar e atingir alguém, tem destino certo na cadeia, se a entregar ainda que resista sem pôr a sua vida em perigo, pode ser expulso pela Instituição. Mas a arma roubada pode ser usada contra cidadãos comuns, qualquer um! De quem será a responsabilidade? Vejamos ainda o seguinte:Há doentes que entram com próprio pé num hospital e saem no estado vegetativo e outros já nem saem de lá vivos: Erro médico mas ninguém vai para a cadeia;Há juízes que condenam inocentes e outros que libertam criminosos que voltam a cometer crimes, muitos deles violentos, e nenhum vai para a cadeia porque não se pode beliscar a Autoridade do Estado. É que caso acontece os Senhores Juízes passariam estar condicionados no momento de decidir. É exactamente o que acontece com os POLICIAS, estão extremamente condicionados no momento de decidir porque o risco da cadeia é real e não há desculpabilização para um erro policial, ainda que seja sobre delinquentes, ainda que seja para repelir um crime!Precisamos que nos digam como deveremos agir!Não podemos manter a Autoridade do Estado por nossa conta e risco! Alguém tem que assumir essa responsabilidade: Agimos até que ponto ou simplesmente não agimos? É preciso ter presente que a voz da POLICIA apenas é respeitada pelas pessoas de bem, mas com essas pessoas não resultam problemas, queremos saber como agir perante aqueles que não obedecem e até desafiam a Autoridade do Estado? Alguém dirá, levem-nos à justiça! Mas é exactamente isso que queremos que alguém diga, como levamos alguém à justiça contra a sua vontade, quando resiste e é fisicamente forte? Como fazemos cessar uma agressão contra nós ou contra um cidadão, se fisicamente estivermos em desvantagem? Deixamos agredir e identificamo-los depois? Deixamos de ser POLICIAS e passamos a ser identificadores de criminosos?No passado, um delinquente era severamente punido pela moral social e isso, em muitos casos, era suficiente. Hoje tal não acontece.Para uma melhor qualidade da actuação policial, exige-se que os cidadãos digam o que esperam de nós, como querem que o POLICIA mantenha a Autoridade do Estado, ainda que seja contra si, mas para o bem comum. O risco é cada vez maior e tal verifica-se no aumento da insegurança.O ridículo já aconteceu:Um cidadão fugiu para uma esquadra para se proteger e foi agredido lá dentro por quem o perseguia. Alguém perguntou como é possível tal acontecer? Acontece porque o POLICIA não pode fazer nada. Essa é a realidade que ninguém quer ver! Amanhã, quando casos ridículos se banalizarem, poderá ser tarde demais! Daqui a tomarem de assalto a esquadra… pouco falta! Até por brincadeira, mas é possível. Vale a pena pensar nisto!VALE SEMPRE A PENA ACRESCENTAR, O INDIVIDUO QUE ROUBOU O FIO AO GUARDA DA GNR ERA REINCIDENTE NESTAS ACÇÕES, OS AMIGOS DO "FULANO" CERCARAM O CONDENADO E TENTARAM AGREDI-LO, NAO SE AUXILIASSE ELE DA ARMA, A PENA APLICADA (14 ANOS) FOI A MAIOR APLICADA A UM ELEMENTO DAS FORÇAS DE SEGURANÇA, POR CRIME COMETIDO EM SERVIÇO, MAS FORA DAS HORAS DE SERVIÇO, NÃO FOI TIDA EM ATENÇÃO O ESTATUTO DA GNR, C.P. PENAL E C. PENAL. EM QUE O GNR É OBRIGADO E NA PRESENÇA DE UM CRIME, (MESMO ESTANDO FORA DA HORA LEGAL DE SERVIÇO), EM AGIR.
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Não poderia deixar de acrescentar.........
Pois entendo que a população têm que saber, e ajuda à reflexão..... espero que sim.
O individuo que entra na esquadra e agredi (deu 3 tiros) o que se refugiou (deixando este numa cadeira de rodas) fica a aguardar julgamento em liberdade. Estranho esta decisão, não é?
Mais estranho é depois ver indivíduos a serem presos por não pagarem multas ou conduzirem alcoolizados. Logicamente que são crimes que deverão ser punidos, mas...... Enfim.
Outro caso engraçado....
Guarda nocturno em serviço é contactado pela PSP e informado para se deslocar a um bar onde se encontra um grupo de 5 individuo de etnia cigana a provocarem desacatos e dados materiais no referido bar. O guarda nocturno profissional que é segue para o destino, quando lá chega começa a ser agredido pelo 5 indivíduos..... (5 contra 1)... o guarda nocturno vendo a sua vida nas mãos dos indivíduos, puxa da sua arma de dá um disparo para o ar com o objectivo de assustar os indivíduos. Sem resultado, continuou a ser agredido. Dá mais dois disparos, e...... infelizmente um dele atinge a cabeça de um dos indivíduos.
Conclusão: O guarda nocturno foi condenado a 9 anos de prisão efectiva, pois actuou com excesso de zelo e de forma desproporcionada, ...... os indivíduos não tinham armas... Enfim.
E como estas situações não passam só pelos POLICIAS, passam por todas as FORÇAS DE AUTORIDADE, (POLICIAS, GNR, GUARDAS NOCTURNOS, GUARDAS PRISIONAIS, P. JUDICIARIA, S.ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS.....) todos os que "GUARDAM" o nosso Estado, a nossa sociedade, a população, os nossos bens.... Todos aqueles que se dedicam e muitas vezes abdicam de estar com as suas famílias para proteger a sociedade e fazer cumprir as REGRAS impostas pela sociedade, e para a sociedade. Para que possamos viver o dia-a-dia com segurança e qualidade de vida.
Não poderei de deixar aqui uma ultima nota:
TODOS ESTES HOMENS E MULHERES MERECEM APOIO.
Mas não só o apoio do Estado.
Merecem o apoio de todos nós, de todos os cidadãos. O APOIO DE TODA A SOCIEDADE.
Muitas das vezes criticamos e apontamos o dedo às FORÇAS DE AUTORIDADE (como por exemplo, acusamos os Guardas Prisionais e fazemos dos reclusos, santos), e esquecemos que são eles que lidam com aqueles, que nós cidadãos, excluímos da sociedade, aqueles que infringem/infringiram a lei e nos colocam/colocaram inseguros.
VAMOS TENTAR NÃO CONFUNDIRMOS AS COISAS, E FAZERMOS UM ESFORÇO PARA SABERMOS DISTINGUIR QUEM AFINAL É "O BOM E O MAU".
Nas próxima eleições vota nos partidos pequenos, não te abstenhas! Faz crescer os pequenos da esquerda à direita tens montes de opções e até novos partidos vamos diminuir a força dos partidos grandes que nos andam a lixar e a colocar tudo de pantanas desde o 25 de Abril! Enquanto o pau vai e vem folgam as costas e se os gajos não tiverem maiorias são obrigados a trabalhar para o povo.
16.8.09
Notícias do dia´- O Verão está a acabar......

José Cid: "pedi 500 mil para posar nu na Playboy" - POR FAVOR!!!!! Eu pago para ele não aparecer...
15.8.09
A verdade sobre a questão da bandeira na CML
Contráriamente ao que se pensa, o acto de colocação da bandeira monarquica na CML não foi uma brincadeira inocente.
A verdade é que o autor moral Duarte Pio de Bragança, anda completamente aflito com medo de ser desmascarado!
Correm por aí na net 2 links profusamente documentados que o liquidam:
http://www.4shared.com/file/110673526/a4662172/Contestacao1.html
http://www.reifazdeconta.com/
Sebendo que a verdade pode cair na praça publica de um momento para o outro, Duarte Pio e os seus apoiantes tentam capitalizar simpatias a partir do descontentamento geral que vai na população e tem mesmo feito algumas diligencias nos meios castrenses a contar espingardas para uma eventual sublevação.
Pior que o estado actual da republica e da democracia, seria a entrada em cena pela porta grande do Sr. Duarte Pio de Bragança. Portugal retrocederia para os anos de 1830 quando o seu bisavô D. Miguel I se juntou à pior ralé do país e semeou o terror de Norte a Sul, com consequente guerra civil que afectou 10% da população da época com cerca de 70.000 mortos e cerca de 15.000 refugiados politicos.
Deveremos estar alerta, porque apesar de Duarte Pio per si não representar qualquer perigo, tem como apoiantes, gente com comprovada capacidade como Paulo Teixeira Pinto e o agora arguido Jardim Gonçalves!
O melhor contributo que como portugueses podemos dar para uma mudança pelas vias democráticas, mesmo que para um novo regime como uma eventual restauração da monarquia é desmascarar Duarte Pio de Bragança e restabelecer a verdade histórica a que como povo com as fronteiras mais antigas da Europa e uma história secular temos direito!
