O custo da MONARQUIA em ESPANHA é 0,19 € por espanhol.
O custo da REPÚBLICA em PORTUGAL é 1,58 € por português.
Governo espanhol transfere para a CASA REAL ESPANHOLA 9.000.000 €.Governo português transfere para a PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA 16.000.000 €.
Face às populações, dimensão territorial e desenvolvimento relativo, é bom de concluir que a REPÚBLICA PORTUGUESA já não faz sentido.
Está na hora de mudar o REGIME com uma nova CONSTITUIÇÃO de PORTUGAL e um REFERENDO POPULAR.
O Telejornal da RTP já confirmou o facto: http://www.youtube.com/watch?v=34hdr-0zdK8
O Telejornal da RTP já confirmou o facto: http://www.youtube.com/watch?v=34hdr-0zdK8
A Família Real de Saxe-Coburgo-Gotha e Bragança está pronta para a mudança. E você, ainda prefere pagar mais por menos?
CASA REAL DE PORTUGAL http://www.casarealdeportugal.org/


7 comentários democráticos:
Bomfim,
seja bem aparecido!!! Estava a ver que tinhas desaparecido do mapa.
Para não variar a tua luta mantém-se. És um adepto ferrenho!!! LOL
Abraço
Tiago
O que é que há de democrático numa monarquia??? Estão a pensar mudar o nome do blogue? Qualquer pessoa tem o direito de ser monárquica, não pode é pensar que pode confundir conceitos.
Caro RX,
este blog é democrático pois aceita todas as opiniões e ideais.
Quem cá vem há muito tempo sabe que temos colaboradores de diversos lados das bancadas parlamentares.
Há monarquicos, há comunistas, há democratas, há ateus, há loucos!!!
Mas todos são democráticos.
Penso que o conceito de Monarquia que o Bomfim fala não fere a Democracia de uma forma fatal. O cargo de Presidente da República é (infelizmente) simplesmente para passear pelo mundo fora e comer e beber às custas do povo. O P.R. tem os poderes muito limitados e não serve para quase nada. É o que fazem os Reis de Espanha. Mas, pelo menos, tem o prestigio de uma casa real e representam uma tradição monumental para o seu país.
Abraço
Tiago
Caro Tiago,
Se eu não considerásse este blogue democrático, não só não o seguia através do meu, como nem sequer me dignava comentá-lo, mas por muito democráticos que todos sejamos, há um equívoco no qual não podemos cair: o berço não pode ser uma condição. Mesmo que seja para viajar às custas da nação, temos o direito de ser nós a escolher quem o faz. De qualquer forma não pretendi fazer nenhum juizo de valor sobre o senhor Bomfim, apenas sobre o seu post. Gostava que houvesse mais pessoas com a vossa coragem, atenção à realidade e sentido de politica, na acepção grega do termo. Abraço.
No 3º Aviso sobre o desejado o poeta escreve:
Screvo meu livro à beira mágoa.
Meu coração não tem que ter.
Tenho os meus olhos quentes de água
Só tu, Senhor, me dás viver.
Aqui o poeta identifica o desânimo e o choro que vai na alma dos portugueses!
Só te sentir e te pensar
Meus dias vácuos, enche e doura.
Mas quando quererás voltar?
Quando é o Rei? Quando é a hora?
O poeta aqui identifica o tal sentido da hora de mudança com a vinda do Rei. Quando chega a hora do rei e da mudança, interroga-se.
Quando virás a ser o Cristo
De aquém morreu o falso Deus,
E a despertar do mal que existo
A Nova Terra e os Novos Céus?
O poeta aqui pergunta quando serás a luz, o escolhido, quando acabará a mentira do falso rei. Quando nos livrarás do mal em que vivemos e quando irás trazer a nova esperança e vida?
Quando virás, ó encoberto
Sonho das eras português
Tornar-te mais que o sopro incerto
De um grande anseio que Deus fez?
O poeta aqui pergunta, quando é que apareces para o povo te conhecer?
Mas afinal quem é o encoberto, o Rei que todos procuramos para realizar o sonho da alma pátria e cumprir Portugal?
O ENCOBERTO:
Que símbolo fecundo
Vem na aurora ansiosa?
Na Cruz Morta do Mundo
A Vida que é a Rosa
Que símbolo divino
Traz o dia já visto
Na Cruz, que é o destino
A Rosa que é o Cristo.
Que símbolo final
Mostra o Sol já desperto
Na Cruz morta e fatal
A Rosa do encoberto
A Vida que é a Rosa; A Rosa que é o Cristo; A Rosa do encoberto, as rosas multiplicam-se dando origem a um rosário ou campo de rosas. O símbolo da rosa identifica o rei verdadeiro!
Outras características que identificam o rei desejado:
As Ilhas afortunadas:
São ilhas afortunadas
São terras sem ter lugar,
Onde o Rei mora esperando.
Mas se vamos despertando,
Cala a voz, e há só o mar.
Calma
Que costa é que as ondas contam
E não se pode encontrar
Por mais naus que haja no mar?
O que é que as ondas encontram
E nunca se vê surgindo?
Este som de o mar praiar
Onde é que está existindo?
Ilha próxima e remota,
Que nos ouvidos persiste,
Para a vista não existe.
Que nau, que armada, que frota
Pode encontrar o caminho
À praia onde o mar insiste,
Se à vista o mar é sozinho?
O rei verdadeiro nasceu ou vive numa ilha próxima e remota.
Haverá rasgões no espaço
Que dêem para o outro lado
E que, um deles encontrado,
Aqui onde há só sargaço,
Surja uma ilha velada,
O país afortunado
Que guarda o rei desterrado
Em sua vida encantada?
Rasgões no espaço, refere-se a vinda do Rei desterrado de avião, o Rei que tem uma vida encantada.
O desejado:
Onde quer que entre sombras e dizeres
Jazas remoto, sente-te sonhado
O assunto do rei verdadeiro estavam aparentemente enterrado, mas alguém sonhava com o Desejado!
E ergue-te do fundo de não – seres
Para o teu novo fado!
O facto de não ser uma situação normal não impede de cumprir o destino, como Desejado!
Vem Galaaz com a pátria, erguer de novo,
Mas já no auge da suprema prova
A alma penitente do teu povo
À eucaristia Nova
Vem fiel cavaleiro, aquele a quem foi confiada a missão, vem erguer a pátria e celebra com o teu povo um novo compromisso, uma forma diferente de fazer e viver a vida!
Galaaz é o cavaleiro a quem se confiam missões!
Mestre da paz, ergue o teu gládio ungido,
Excalibur do Fim, em jeito tal
Que sua Luz ao mundo dividido
Revele o santo Graal!
Revela ao povo a tua força e a tua bondade de forma tal que as pessoas divididas, vejam a verdade, o santo Graal!
Apenas mais uma curiosidade Nª Sª de Fátima disse em 1917 aos pastorinhos; " Só o Rosário salvará Portugal!"
Portugal=(Port du Graal)
São apenas curiosidades para ir meditando, mas não deixa de ser curioso o facto do duque de Bragança D. Rosário ter sido ignobilmente alvo de actos de terrorismo de estado como pode ver no site www.reifazdeconta.com em crimes no MNE
Quanto aos previlégios de berço, as monarquias também podem ser e a meu ver devem ser electivas.
Bem haja
Caro RX.
Havia um fado cantado pelo saudoso Carlos Zell que dizia:
Portugal foi-nos roubado
à que dizê-lo a cantar
Para isso nos serve o fado
Para isso e para não chorar
Sou português e por tal
nunca fui republicano
o que eu quero é Portugal
Para desfazer o engano!
Fernando Pessoa;
Se nos Lusíadas a ultima palavra define o pecado dos portugueses que nos impede de ser grandes “ Inveja”,
Em Fernando Pessoa que foi para além de grande poeta um iniciado e astrólogo que soube sentir a pátria, o seu estado de alma. No nosso entender ele contribuiu para a descoberta e antevisão do nosso futuro através da sua “Mensagem”
O último poema da mensagem correspondente à 3ª parte (O Encoberto) é precisamente o 5º poema intitulado “ Nevoeiro” curioso é a simbologia a 3ª parte é a ultima parte de uma trilogia, se pensar-mos na trilogia cristã o reino do pai à, 4 mil anos o solstício de primavera dava-se sobre o Egipto, à 2 mil anos na era do filho o solstício dava-se sobre Roma e agora volvidos mais dois mil anos, dá-se sobre a península Ibérica. Por esse motivo as festas de espírito Santo em Tomar e nos Açores.
O facto de ser o 5º poema remete-nos imediatamente para o 5º Império que esteve sempre bem presente ao longo da nossa história nas tradições e na bandeira representado pelos escudetes.
Este poema reflecte o estado a que os nossos políticos levaram o nosso povo:
NEVOEIRO
Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer
Brilho sem luz e sem arder,
Como o que o fogo-fátuo encerra.
Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro
Ó Portugal, hoje és nevoeiro…
É a hora!
É fácil pela leitura do poema que dispensa explicações, entender que chegamos ao ponto de dizer que é a nossa hora enquanto povo, de reagirmos de cumprir o destino de ser português!
O destino de Portugal é fundar o 5º Império e o 5º Império o que é? Quanto a mim é uma nova forma de governar e fazer politica que vai trazer aos povos a “Pax in Excelsis”
No segundo poema dos símbolos do Encoberto Pessoa dá-nos a receita para nos libertarmos:
Triste de quem vive em casa,
Contente com o seu lar,
Sem que um sonho, no erguer de asa,
Faça até a mais rubra a brasa
Da lareira a abandonar!
Triste de quem é feliz!
Vive porque a vida dura.
Nada na alma lhe diz
Mais que a lição da raiz –
Ter por vida a sepultura.
Eras sobre eras se somem
No tempo que em eras vem.
Ser descontente é ser homem
Que as forças cegas se domem
Pela visão que a alma tem!
Só através da mobilização e da manifestação do descontentamento e da acção sobre as forças maléficas (o poder actual) o bem se pode impor.
Por um Portugal novo dá alternativa
Aos partidos que nunca estiveram no governo
PS e PSD são farinha do mesmo saco.
Não queremos acabar com os ricos
Não pretendemos é mais pobres.
Afinal os rosas fazem reformas que beneficiam
Mais os ricos que os pobres.
Já Os laranjas não fazem reformas em democracia
Será que ninguém vê que ambos são autênticas ditaduras
Há 34 anos!
Ass: cidadão lúcido.
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