30.6.08

EDP Renováveis - dividendos só em 2012 porquê???

Recebi por email e transcrevo:
Não há dúvida que estes políticos (Governo), andam a gozar connosco…………..!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

ESPALHEM MAIS ESTE ESCÂNDALO:

EDP Renováveis - Porque só há dividendos em 2012...

Salário Milionário (EDP Renováveis)
EDP Renováveis
Salário da CEO pode superar 1 milhão
Uma remuneração anual fixa de 384 mil euros prevista para 2008, à qual acresce uma contribuição para o plano de pensão e ainda um prémio anual e um prémio plurianual para períodos de três anos, cada um dos quais até uma verba máxima de 100% do salário base.




Uma remuneração anual fixa de 384 mil euros prevista para 2008, à qual acresce uma contribuição para o plano de pensão e ainda um prémio anual e um prémio plurianual para períodos de três anos, cada um dos quais até uma verba máxima de 100% do salário base.


Ou seja, se todos os seus objectivos de desempenho forem cumpridos, Ana Maria Fernandes poderá receber mais de 1,1 milhão de euros no seu primeiro ano como presidente de EDP Renováveis após a entrada da empresa na bolsa. Os valores constam do prospecto de admissão.

NOTA: São quase 2.000 salários mínimos ou seja cerca o trabalho de 143 anos pelo salário mínimo. Como é possível? É pior do que no Futebol.

Assim a EDP faz negócio e, se falha, obriga os clientes a pagarem os erros da sua gestão, como nas dívidas incobráveis que agora quer exigir aos pagadores honestos .

Esta Srª gaja deve ser muito habilidosa e ter feito uns favores especiais ( .... má língua..) aos detentores do Poder. A quem pertence? de quem é amiga?

Mais um «TACHO DOURADO», para membro do clã

28.6.08

No War for Oil

AEROPORTO: O RECUO JÁ COMEÇOU
Ainda que de uma forma tímida, encapotada e envergonhada, ilustres técnicos que defendiam a construção de um novo aeroporto para Lisboa já começaram a recuar nas suas posições. Nenhum deles, ainda, diz claramente que o novo aeroporto não deve ser construído. Por enquanto eles falam só em "faseamentos" e "flexibilizações" (ver Público ). No entanto, esta crise dos combustíveis era perfeitamente previsível e desde há muito tempo. Se estes ilustres técnicos lessem o resistir.info saberiam mais acerca do Pico Petrolífero e das suas consequências. E talvez chegassem à conclusão de que os investimentos que o governo prevê para infraestruturas rodoviárias também deveriam ser reanalisados.
Mas a batalha contra o novo aeroporto ainda não está ganha e os jogos de interesses são muitos. Continua portanto a ser válido assinar a Petição contra a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal .

Parabéns ao RESISTIR. É excelente.

... por baixo da pele!

9
A incompetência de um técnico de alta craveira, de um reconhecido professor universitário ou apenas o estrebuchar do moribundo?

Fernando Teixeira dos Santos, ministro das finanças, politicamente é, um farsante. O técnico, o professor universitário, deixou-se transformar num clown. Ganhou o político, perdeu o técnico, o professor, o cidadão. Honesto, autêntico, sério, verdadeiro, competente, digno, foi Luis Campos e Cunha. Ao contrário daquele, este, ciente que o doente necessitava de uma profunda e cuidada intervenção cirúrgica e por maior e doloroso que fosse o recobro quando se convenceu que, entre isso (que solucionaria parte substancial dos padecimentos) e a pequena cirurgia, com anestesia local, menos dolorosa e de recobro imediato (que resultaria de facto em fazer com que o paciente continuasse a sofrer embora menos) optou pela objecção de consciência. Ganhou ele, perdemos nós! ganhou a “política”, perdeu ele!
Fernando Teixeira dos Santos, ministro das finanças, por causa da “política” passou a ser, tecnicamente, um farsante. Assim me obriga a qualificá-lo ao ouvi-lo desafiar um deputado da oposição (Diogo Feio) a «adivinhar o preço do barril de petróleo daqui a ...» porque o deputado da oposição o entalava no que respeita a alguns dos pressupostos com que o ministro das finanças prospectivou o comportamento da economia portuguesa para o ano de 2008 e 2009... coisa que nem sequer é especulação, retórica ou chicane política. São factos. Factos recentes, e como Teixeira dos Santos bem sabia ao permitir-se tal, não levados a sério pelos cidadãos e destroçados pela realidade.
Quando elaborou o OE fê-lo no pressuposto de um preço médio anual do barril de petróleo de, salvo erro, 72 dólares. E que o produto iria crescer 2,2%. Nessa ocasião, o preço médio já era superior 85. Quando em fim de Abril, princípio de Maio rectificou os números e estabeleceu que, ao preço médio de 115 dólares, cresceríamos 1,9%. Quando o disse o preço roçava os 130. E cresceríamos 1,3%. Certo é que dos 130 (valor médio anual) – oxalá!vamos acreditar que sim - não baixará. Não encontra razões para alterar em nada o prognóstico. O PIB no 1º trimestre foi de 0,9%. Para se atingir um crescimento de 1,3%/ano o crescimento terá de ser já no fim de Junho, igual ou superior, a 1,43%... crescer, em relação ao período homólogo anterior, pelo menos 55%... ou seja, inverter em rigôr o comportamento dos três últimos trimestres. Probabilidade real e efectiva em cabeças iluminadas.... até porque a banda de flutuação da paridade euro-dólar se mantém entre os 6,7% e os actuais 8% (péssimo para as nossas exportações) e a cotação do petróleo entre os 45% e os actuais 49% (desde o início do ano – fonte Expansion).
Por outro lado (para isso socorro-me de dados de quem tem informação privilegiada – Dr. Tavares Moreira), apesar da economia se encontrar praticamente estagnada quiçá em recessão (veremos dentro de quinze dias), os números mostram um forte agravamento do défice com o exterior - o défice da balança corrente evidencia um aumento de 41,75% em relação a idêntico período do ano passado (de € 4.678 milhões para € 6.631 milhões) «sugerindo que no final do ano pode ficar bem acima de 12% do PIB»; o défice na rubrica dos rendimentos (evidencia a nossa dependência financeira externa) subiu 36,3% (de € 1.959 milhões para € 2.671 milhões) «a manter-se este ritmo, atingirá no final do ano a bela cifra de € 10.000 milhões ou seja, 6% do PIB ... com este nível de dependência financeira do exterior, que deverá acentuar-se ainda mais nos próximos anos, o problema do financiamento de todos os sectores institucionais - Famílias, Empresas, Estado –está a transformar-se num pesadelo».
Não fosse a nossa economia estar tão dependente de tanta coisa e ainda mais do Estado o que quer dizer que, a política orçamental é importantíssima (em países à séria o OE e a política orçamental só são ou podem ser episodicamente importantes) digo mesmo, vital. Não fosse essa circunstância e bem podia dizer a Sócrates e aos “adjuntos” que, ao OE para 2008, bem podem limpar-lhe o cú.

P.S.: já agora que estamos na onda de dar destino e utilidade a uma série de documentos, vem a talhe de foice sugerir que, podem fazer o mesmo com o último relatório da OCDE sobre Portugal. Porquê? porque para quem o leu como eu li, as conclusões estão tão equivocadas e desfasadas da realidade quanto o estão todos e cada um dos dados e índices que lhes foram cedidos para assim concluirem. Quem os forneceu foram exactamente os mesmos que ponderam e elaboram os prognósticos cá dentro aliás, para que não se pense que isto é dizer mal por dizer mal, transcrevo passagens... de sorrir! (amarelo) para não chorar.
«A taxa de desemprego tem subido desde o início da década. Recentemente, há sinais de que esta taxa está a estabilizar(...) um notável crescimento dos projectos de investimento directo estrangeiro em Portugal (...) No que diz respeito ao desenvolvimento do capital humano, há reformas interessantes em curso na área educativa. O bem concebido programa Novas Oportunidades está a ser implementado; proporcionando novas oportunidades de aprendizagem a jovens e adultos. Os resultados iniciais são promissores»

Tiros para assustar

Transcrevo notícia do JN

Tiros disparados contra pavilhão onde José Sócrates discursou
JN.080628.01h55m

Seis tiros foram disparados esta sexta-feira à noite, em Portimão, acertando na cobertura do Pavilhão Arena, de onde saíra meia hora antes o primeiro-ministro José Sócrates, mas só dois projécteis acertaram na cobertura do recinto.

Fonte do gabinete do primeiro-ministro disse que José Sócrates já se encontrava, na altura dos disparos, perto de Albufeira, a cerca de 20 quilómetros do local. Segundo uma testemunha, que estava no exterior do Pavilhão, ouviram-se primeiro três tiros, seguidos de outros três, desconhecendo-se o local de onde foram feitos. A mesma fonte adiantou que não viu qualquer movimentação de veículos na estrada junto ao recinto, admitindo a hipótese que tenham sido efectuados por indivíduos que estivessem escondidos nas imediações ou ainda nas residências a cerca de cem metros.

Na altura, ainda se encontravam no interior e no exterior do Pavilhão, onde decorria um jantar da Federação do PS Algarve, centenas de pessoas que, apesar de tudo, mantiveram a calma.

O presidente da Câmara Municipal de Portimão, Manuel da Luz, desvalorizou o incidente atribuindo os disparos a indivíduos que se entretêm a disparar contra placas de sinalização. "Nos últimos quinze dias, têm aparecido sinais e placas de trânsito furadas por tiros, desconhecendo-se os autores do disparos", acrescentou. Ninguém ficou ferido no incidente.

A polícia viria a encontrar cinco invólucros de uma arma de calibre 7.65 milímetros, calibre normalmente utilizado pelas forças de segurança, num parque de estacionamento a cerca de cem metros do Pavilhão Arena.

26.6.08

Fosso entre ricos e pobres aumenta

Quando se diz que o fosso que separa os cidadãos portugueses mais ricos dos mais pobres está a aumentar em largura e profundidade, saltam logo à liça fanáticos do regime a dizerem com voz que, pelo esganiçamento, procuram tornar mais convincente, que isso não passa de exageros caluniosos de bloguistas e populares mal informados ou de partidos derrotistas.

As atitudes desses defensores caninos não e de estranhar, é natural, pois nunca faltaram apoiantes mercenários a «patriotas» como Idi Amin, Bokassa, Saddan Hussein, Mugabe e… Tudo depende de quanto beneficiam ou pensam vir a beneficiar com essa «fidelidade».

Pior do que a impressão generalizada é, hoje apareceram notícias que nada surpreendem quem se mantém atento à vida nacional. Trazem-nos números, o que significa que para os nossos governantes, tão desejosos de chamar em seu apoio as estatísticas, não podem ser postos sob suspeição. Se os governantes não confiam nestes números, então não podem esperar que sejam levados a sério aqueles que nos atiram à cara, porque esses até já sabemos que são intencionalmente manipulados.

Mas, se os governantes vierem dizer que são números referentes ao passado, temos que com eles concordar, pois todas as estatísticas e relatórios traduzem realidades passadas, mais ou menos recentes. Porém, se fosse possível dispor de números referido a hoje, eles seriam, sem dúvida, mais negros e pessimistas, pois a crise, apesar das palavras enganosas, falsamente optimistas, que temos vido a ouvir desde a elaboração do último orçamento, não tem parado de se agravar. Até já o BdP tem recuado no seu optimismo que queria justificar dom uma taxa de crescimento rigorosa até às milésimas!

Depressa aparecerão comentários a dizer que a crise se deve a factores internacionais e não a inépcia do nosso Governo. Em parte, é verdade, mas o que não deixa de ser grave é que nada foi previsto, nada foi remediado com oportunidade, não foram corrigidos os erros de esbanjamento. Por exemplo, em Espanha, apesar de os combustíveis não terem subido tanto como cá, o Governo está a cortar as despesas públicas e a reduzir o número de funcionários não estritamente indispensáveis. E fica a questão: e os nossos milhares de assessores «de ornamento? De autarquias e de gabinetes da estrutura do Estado, irão continuar intocáveis?

Uma das notícias diz que segundo dados da EU, «Portugueses são os mais preocupados com o futuro», sendo apenas 15% os que acham que a vida vai melhorar nos próximos 12 meses, sendo os piores face aos seus parceiros da UE a 27. Apenas 11% (também o valor mais baixo da União, onde no conjunto há 22% de optimistas), acredita que esta poderá evoluir positivamente. E quando convidados a antever a sua situação económica e de emprego as expectativas também são as mais baixas. As preocupações incidem principalmente no desemprego, subida dos preços e situação económica do país

Outra das notícias diz que «número de ricos em Portugal sobe em plena crise económica», havendo agora mais de 11600 portugueses com mais de um milhão de dólares, tendo passado de 11400 para 11600. Estes dados, ontem, divulgados têm em conta os patrimónios financeiros individuais, excluindo os investimentos imobiliários e as aplicações financeiras em off shores (paraísos fiscais).

A terceira notícia evidencia que ao contrário dos milionários que aumentam, as populações mais carecidas de fortuna enfrentam mais dificuldades para satisfazer as suas necessidades básicas, com o título «dívidas no crédito ao consumo sobem 27%». Segundo o Banco de Portugal está a aumentar o crédito malparado, seja no consumo, na habitação ou em geral, o peso da cobrança duvidosa, tendo crescido, no total, 16%. A procura de empréstimos não abranda, e o endividamento dos portugueses voltou a subir em Abril. Em relação a igual período do ano passado, nos primeiros quatro meses de 2008, os montantes totais em incumprimento subiram, em valores absolutos, 16,4%, com especial agravamento nos empréstimos ao consumo. Face ao total concedido, o rácio de malparado subiu para 1,9%, mais 5,5% que nos primeiros quatro meses de 2007. O rácio de incumprimento passou para 3,8% do total atribuído, uma subida de 26,6% face a igual mês do ano passado. Nestas estatísticas não se encontram dados sobre aqueles que nem sequer conseguem créditos e vivem abaixo do limiar de pobreza, completamente ignorados dos poderes públicos.

Olé conhos....de puta madre

Portugal visto de Espanha. AS VERDADES OCULTAS EM PORTUGAL

(DES)DITOSA PÁTRIA MINHA AMADA.....
LISBOA, 21 sep (IPS) - Indicadores económicos y sociales periódicamente divulgados por la Unión Europea (UE) colocan a Portugal en niveles de pobreza e injusticia social inadmisibles para un país que integra desde 1986 el 'club de los ricos' del continente.
Pero el golpe de gracia lo dio la evaluación de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE): en los próximos años Portugal se distanciará aún más de los países avanzados.
La productividad más baja de la UE, la escasa innovación y vitalidad del sector empresarial, educación y formación profesional deficientes, mal uso de fondos públicos, con gastos excesivos y resultados magros son los datos señalados por el informe anual sobre Portugal de la OCDE, que reúne a 30 países industriales.
A diferencia de España, Grecia e Irlanda (que hicieron también parte del 'grupo de los pobres' de la UE), Portugal no supo aprovechar para su desarrollo los cuantiosos fondos comunitarios que fluyeron sin cesar desde Bruselas durante casi dos décadas, coinciden analistas políticos y económicos.
En 1986, Madrid y Lisboa ingresaron a la entonces Comunidad Económica Europea con índices similares de desarrollo relativo, y sólo una década atrás, Portugal ocupaba un lugar superior al de Grecia e Irlanda en el ranking de la UE. Pero en 2001, fue cómodamente superado por esos dos países, mientras España ya se ubica a poca distancia del promedio del bloque.
'La convergencia de la economía portuguesa con las más avanzadas de la OCE pareció detenerse en los últimos años, dejando una brecha significativa en los ingresos por persona', afirma la organización.
En el sector privado, 'los bienes de capital no siempre se utilizan o se ubican con eficacia y las nuevas tecnologías no son rápidamente adoptadas', afirma la OCDE.
'La fuerza laboral portuguesa cuenta con menos educación formal que los trabajadores de otros países de la UE, inclusive los de los nuevos miembros de Europa central y oriental', señala el documento.
Todos los análisis sobre las cifras invertidas coinciden en que el problema central no está en los montos, sino en los métodos para distribuirlos.
Portugal gasta más que la gran mayoría de los países de la UE en remuneración de empleados públicos respecto de su producto interno bruto, pero no logra mejorar significativamente la calidad y eficiencia de los servicios.
Con más profesores por cantidad de alumnos que la mayor parte de los miembros de la OCDE, tampoco consigue dar una educación y formación profesional competitivas con el resto de los países industrializados.
En los últimos 18 años, Portugal fue el país que recibió más beneficios por habitante en asistencia comunitaria. Sin embargo, tras nueve años de acercarse a los niveles de la UE, en 1995 comenzó a caer y las perspectivas hoy indican mayor distancia.
Dónde fueron a parar los fondos comunitarios?, es la pregunta insistente en debates televisados y en columnas de opinión de los principales periódicos del país. La respuesta más frecuente es que el dinero engordó la billetera de quienes ya tenían más.
Los números indican que Portugal es el país de la UE con mayor desigualdad social y con los salarios mínimos y medios más bajos del bloque, al menos hasta el 1 de mayo, cuando éste se amplió de 15 a 25 naciones.
También es el país del bloque en el que los administradores de empresas públicas tienen los sueldos más altos.
El argumento más frecuente de los ejecutivos indica que 'el mercado decide los salarios'. Consultado por IPS, el ex ministro de Obras Públicas (1995-2002) y actual diputado socialista João Cravinho desmintió esta teoría. 'Son los propios administradores quienes fijan sus salarios, cargando las culpas al mercado', dijo.
En las empresas privadas con participación estatal o en las estatales con accionistas minoritarios privados, 'los ejecutivos fijan sus sueldos astronómicos (algunos llegan a los 90.000 dólares mensuales, incluyendo bonos y regalías) con la complicidad de los accionistas de referencia', explicó Cravinho.
Estos mismos grandes accionistas, 'son a la vez altos ejecutivos, y todo este sistema, en el fondo, es en desmedro del pequeño accionista, que ve como una gruesa tajada de los lucros va a parar a cuentas bancarias de los directivos', lamentó el ex ministro.
La crisis económica que estancó el crecimiento portugués en los últimos dos años 'está siendo pagada por las clases menos favorecidas', dijo.
Esta situación de desigualdad aflora cada día con los ejemplos más variados. El último es el de la crisis del sector automotriz.
Los comerciantes se quejan de una caída de casi 20 por ciento en las ventas de automóviles de baja cilindrada, con precios de entre 15.000 y 20.000 dólares.
Pero los representantes de marcas de lujo como Ferrari, Porsche, Lamborghini, Maserati y Lotus (vehículos que valen más de 200.000 dólares), lamentan no dar abasto a todos los pedidos, ante un aumento de 36 por ciento en la demanda. Estudios sobre la tradicional industria textil lusa, que fue una de las más modernas y de más calidad del mundo, demuestran su estancamiento, pues sus empresarios no realizaron los necesarios ajustes para actualizarla.
Pero la zona norte donde se concentra el sector textil, tiene más autos Ferrari por metro cuadrado que Italia.
Un ejecutivo español de la informática, Javier Felipe, dijo a IPS que según su experiencia con empresarios portugueses, éstos 'están más interesados en la imagen que proyectan que en el resultado de su trabajo'.
Para muchos 'es más importante el automóvil que conducen, el tipo de tarjeta de crédito que pueden lucir al pagar una cuenta o el modelo del teléfono celular, que la eficiencia de su gestión', dijo Felipe, aclarando que hay excepciones.
Todo esto va modelando una mentalidad que, a fin de cuentas, afecta al desarrollo de un país', opinó.
La evasión fiscal impune es otro aspecto que ha castrado inversiones del sector público con potenciales efectos positivos en la superación de la crisis económica y el desempleo, que este año llegó a 7,3 por ciento de la población económicamente activa.
Los únicos contribuyentes a cabalidad de las arcas del Estado son los trabajadores contratados, que descuentan en la fuente laboral. En los últimos dos años, el gobierno decidió cargar la mano fiscal sobre esas cabezas, manteniendo situaciones 'obscenas' y 'escandalosas', según el economista y comentarista de televisión Antonio Pérez Metello.
'En lugar de anunciar progresos en la recuperación de los impuestos de aquellos que continúan riéndose en la cara del fisco, el gobierno (conservador) decide sacar una tajada aun mayor de esos que ya pagan lo que es debido, y deja incólume la nebulosa de los fugitivos fiscales, sin coherencia ideológica, sin visión de futuro', criticó Metello.
La prueba está explicada en una columna de opinión de José Vitor Malheiros, aparecida este martes en el diario Público de Lisboa, que fustiga la falta de honestidad en la declaración de impuestos de los lamados profesionales liberales.
Según esos documentos entregados al fisco, médicos y dentistas declararon ingresos anuales promedio de 17.680 euros (21.750 dólares), los abogados de 10.864 (13.365 dólares), los arquitectos de 9.277 (11.410 dólares) y los ingenieros de 8.382 (10.310 dólares).
Estos números indican que por cada seis euros que pagan al fisco, 'le roban nueve a la comunidad', pues estos profesionales no dependientes deberían contribuir con 15 por ciento del total del impuesto al ingreso por trabajo singular y sólo tributan seis por ciento, dijo Malheiros.
Con la devolución de impuestos al cerrar un ejercicio fiscal, éstos 'roban más de lo que pagan, como si un carnicero nos vendiese 400 gramos de bife y nos hiciese pagar un kilogramo, y existen 180.000 de estos profesionales liberales que, en promedio, nos roban 600 gramos por kilo', comentó con sarcasmo.
Si un país 'permite que un profesional liberal con dos casas y dos automóviles de lujo declare ingresos de 600 euros (738 dólares) por mes, año tras año, sin ser cuestionado en lo más mínimo por el fisco, y encima recibe un subsidio del Estado para ayudar a pagar el colegio privado de sus hijos, significa que el sistema no tiene ninguna moralidad', sentenció.

25.6.08

Sarkozy: Mais vale suicidar-se do que ser suicidado...

Imagem do KAOS
Só dEUS e a defunta Irmã Lúcia sabem quanto eu adoro Sarkozy. Depois da Europa ter entrado na sua "berlusconização", ainda pensei: pronto, batemos no fundo, esquecido eu, de que desde os Evangelhos e Álvaro de Campos, quando há fundo, também haverá fundo do fundo, e ele aí veio, primeiro, Durão, e depois Sócrates, e, ainda, Sócrates em mau, na pessoa de Sarkozy.
Sarkozy é o mais perigoso político europeu, desde que um, com a mesma voz e bigodinho de Jaime Silva, aflautava, para multidões, o Fim da História, em Nuremberga...,
mas,
lá me desculparão, ainda terei de fazer uma pequena deriva pelo palheiro nacional. Desde que, em Guimarães, fundada quimericamente, pela Condessa Momadona (valente brochista devia ser, com um nome desses...), se juntou uma coisa chamada PSD que eu aprendi a dar valor à prata da casa. É sabido que sou um apaixonado das florestas tropicais, dos ambientes de permanente estio e floração dos perfumes, não naquela versão do para-turista-ver, mas na vertente de passar lá tardes inteiras enfiado, e mesmo à noite, quando os estranhos habitantes saem dos seus ninhos e começam a enorme polifonia da escuridão, deus meu, que riqueza, desde Messiaen, mas isto era uma deriva de quem está morto para se ir embora daqui, porque o que eu queria alegoricamente dizer é que Sócrates e os seus lacaios, aquela fauna menor, e exótica, no mau sentido, subitamente brilham, e até parecem vivos, depois de ver a Bruxa do PSD e o seu séquito de figurantes. Para ser mais explícito: vai, entre o horror presente, de Sócrates, e o horror futuro, de Ferreira Leite, a diferença entre um festim de piranhas vivas, e o ar com que as piranhas ficam, depois de dissecadas e empalhadas, no Aquário Vasco da Gama, por exemplo. Que diferença, deus meu, entre a Grande Galeria de Buffon, em Paris, e uma autêntica revoada de urubus, na Praia da Baía Formosa, e isto é só um pequeno comentário, porque, face a tal cenário, é mesmo melhor meter férias, aquando do ir à urna, em 2009. À urna do Sócrates já não vou, porque ele gosta; à da Ferreira Leite nunca irei, porque apanhava alguma doenças dos pézinhos e ficava com a coisa mirrada, só deus sabe, o meu pobre posto de trabalho na forma de algum penduricalho de múmia dos Andes...
Grave foi ter hoje um homem decidido matar-se, quando Sarkozy e a sua Du Barry embarcavam, depois de terem ido assegurar a Israel que aquela França aguerrida, e com interesses no Médio Oriente, estava... extinta. Para isso a enorme terraplenagem, assegurada pelo Tratado de Bilderberg, que, não fosse a Irlanda, prepararia, já em Julho, todo o Velho Mundo para ser um enorme aterro de aviões piratas dos Interesses Americanos e adjacentes. "Finita est" aquela diplomacia paralela, e algo desgastante, de "l'Hexagone" e da Alemanha, quando a América já sabia muito bem o que queria.
Duas vezes papámos a factura, e pelo mesmo motivo: nos Idos de 60, quando De Gaulle se preparava para negociar, com o Mundo Árabe, a venda do barril de petróleo, não em dólares, mas em divisas europeias, o franco, "pour quoi-pas?...", e eles nos chaparam, nos braços, com aquele imprevisível menino, chamado "Maio de 68"; a segunda, quando o Saddam decidiu fazer a mesma proposta aos seus con... não sei como é que se diz... pronto, países com a mesma Religião, a transacção do Petróleo, não em $US, mas em €. Toda a gente sabe o que sucedeu, a seguir...
Felizmente, isso acabou, a Europa, tirando a Irlanda, é agora mansa, desde o Plano para a Zona Ribeirinha (onde uns gastarão energia para fazer ondas em praias artificiais, enquanto outros se esforçam para ganhar energia, a partir das ondas... até pode ser a mesma, suponho que esse segredo é o que o escroque Júdice irá levar ao Parlamento, mas não contem a ninguém,.., schiuuu.. que ainda é segredo...) até aos Urais. Isso mesmo foi Sócrates dizer à Ucrânia, e parece que perguntou ao gajo como é que tinha sido envenenado, não venha a precisar de qualquer coisa de semelhante, para uma emergenciazita, e como Europa mansa, o futuro Presidente dos 6 meses cruciais, Sarkozy, que irá ter poderes com que o Führer nunca se atreveu a sonhar, foi dizer a Israel que podia avançar. Os avanços de Israel já nós sabemos: mal o barril tenha atingido o zénite, ver-se-á que a Economia nem colapsou, mas, tão-só, abrandou, e ABRANDAR é a palavra preferida do léxico de Bilderberg, depois de ESTABILIDADE, e Israel poderá avançar, como cabeça de testa da Guerra Suja: a limpeza das instalações atómicas iranianas é uma questão de tempo, e o Estado Enclave irá fazê-lo, mal desçam os calores do Verão, uns "raidesitos" aéreos, uma enorme poeira atómica na região, e, como A. C. Clark previu [até 2010] uma grande cidade do Terceiro Mundo será devastada nuclearmente. É indiferente qual seja, Islamabad, ou uma afim, no fundo, são tantas, e com uma população, tão, tão.. enfim, tão pouco Mc Donald's.
Aqui, para mal dos nossos pecados, entra uma frase hermética de Bush, onde a Estupidez, muitas vezes, se confunde com a opacidade dos oráculos. Algures, ouvi-o dizer que temia a união do Islão, em redor de um novo Califado (?). Se ele fosse tão imbecil e ignorante como os nossos Sócrates e Barroso, e falasse o Português, talvez pudéssemos pensar que confundira Califado com Alcatifa, e estivesse a pensar no seu futuro, depois de deixar a Casa Branca nas mãos de McCain. A realidade é que ele não fala Português, para além do seu coloquial inglês técnico fraquito, e a hipótese do Califado é sinistra: é ver um estado de crença muçulmana subitamente devastado por uma calamidade atómica, e os seus vizinhos unirem-se subitamente, numa aliança de indignação, recorrendo à paralisação da extracção do petróleo, a arma mais eficaz e imediata de que dispõem. Em condições normais, isso seria catastrófico, de modo que o Império da Imobilidade deciciu proceder a uma espécie de Ensaio Geral desse cenário, que é aquilo a que diariamente estamos a assistir: preços altíssimos do Barril, e o Mercado, pronto, lá vai sofrendo um bocadinho, mas coisa não pára cmpletamente.
É como aqueles mentirosos que nos contam uma mentira, bem debaixo dos nossos olhos, para ver se não descobrimos que é uma mentira, ou, usando uma velha máxima, a melhor maneira de esconder algo é pô-la bem à vista.
Ah, sim, já me esquecia... num cenário destes, vai morrer muita gente, e talvez por isso, aquele militar se decidiu suicidar hoje, bem debaixo dos olhos do criminoso Sarkozy. Deu-nos uma das melhores imagens televisivas "ever"...

a da putéfia da Bruni a galgar as escadas do avião. Ficámos a saber como é que se processa o sexo no Eliseu, quando eles fazem, escada acima-escada-abaixo, o número da enfermeirita que vai ser violada pelo médico abusador. Só faltaram os guinchos de hiena, quando é apanhada, a meio do corrimão...
Tenho pena do rapaz que se suicidou. Deve ter pensado que, ao soar o hino, mais valia matar-se do que ser enviado para a Morte, ou por outras palavras, suicidar-se do que "ser suicidado". Como eu o compreendo bem: já por duas ou três vezes na minha vida tive de optar por esse caminho.
Muito boa noite.

(Edição hexagonal no "Arrebenta-Sol", "A Sinistra Ministra", "Democracia em Portugal", "KLANDESTINO", "The Braganza Mothers" e "Twingly-Braganza Mothers" )

22.6.08

Este queria mais...."os lobos"/por uma reforma justa

Salter Cid (SIM, é mesmo esse o nome. LOL) trabalhou 6 anos na PT ou Marconi...
Reclama agora que a sua reforma não está correcta.

17.900€ por mês é pouco, segundo o Sr.
É que trabalhar 6 anos é muito duro para poder gozar uma reformita tão pobrezinha.

Coitado do homem.
Vamos abrir uma conta solidária para ajudar este pobre reformado.
Quem alinha?

A Justiça preocupa

Recebi este texto por e-mail do autor, José Morais da Silva, uma pessoa muito atenta à evolução da vida nacional e naturalmente preocupado com as incoerências que vai notando nos diversos sectores. E como a Justiça constitui um pilar importante para a sensação de segurança e civismo da sociedade, em que muita gente está a perder a confiança, como se ouve nos transportes públicos e na rua, decidi, pedir autorização para aqui o publicar.

Continua o regabofe na Justiça.

O Ministro afirma, com toda a prosápia própria de um pavão, que, quanto à hipótese de alterar o novo “Código Penal”, só para o ano!
E os casos trágico-cómicos continuam.
Eis alguns deles, tornados públicos pela Imprensa:

- Uma brasileira, matou o filho, de seis meses.
É presa e é presente a tribunal que lhe decreta prisão preventiva.
Mais tarde, o mesmo tribunal altera a medida de prisão, passando-a para termo de identidade e residência com a concordância do Ministério Público.
Ao mesmo tempo, adia a leitura da sentença.
Os advogados de defesa informam o tribunal que a ré, comprou passagem para o Brasil.
Se o tribunal alterar a situação da arguida, a defesa mete recurso, e ela foge sem a sentença.
Já não voltará a Portugal para ser punida, a não ser que o faça voluntáriamente!!!

- Um grupo de quatro jovens energúmenos, mata um jovem para lhe roubarem o casaco.
Um deles, assassina-o à facada.
Os outros amarram-no para ficar indefeso.
Apenas o que deu a facada está preso. Os outros estão em liberdade.
E, agora vem o melhor:
O Ministério Público propõe que os que estão em liberdade, apenas recebam uma pena suspensa.
O advogado de defesa, com toda a lata, propõe que o preso seja libertado e que a pena, se a houver, seja pena suspensa, pois o réu estava sob o efeito do álcool e até colaborou com a justiça!!

- Um jovem de 23 anos, testemunha de um processo, é alvo de uma tentativa de rapto executado por um dos réus com o auxílio de outro capanga.
Presente a tribunal, o arguido , apesar do seu cadastro, por outros crimes, é posto em liberdade com termo de identidade e residência!

- Foram dadas todas as facilidades a Valle e Azevedo para poder fugir para o estrangeiro.
E agora?
Claro que lhe irão continuar a a dar todas as facilidades para conseguir evitar a prisão, pois a lei vai ser usada até à exaustão para que a ordem de detenção e o pedido de extradição não sejam exequíveis.

A corda continua a ser esticada mas ela não chegará ao ponto de rebentar, porque este Povo está adormecido.
Não vê ou não quer ver que estão a ser gozados por grupos de políticos que utilizam as benesses que lhes foram dadas sem olhar a meios, as diferenças cada vez são maiores, idolatram um classe de inúteis ditos “Figuras Públicas”, vêm a ostentação ofensiva dos jogadores de futebol e continuam a alimentá-los enchendo os estádios e pagando o que não podem, aguentam os abusos da Galp e não a boicotam, aguentam a ERSE, as mordomias dos administradores das empresas públicas, as mordomias dos Ministros e deputados, etc., etc..

Uma tristeza sem fim.

Um abraço do

Morais da Silva

19.6.08

Estivemos quase...

FOMOS!!!
Como é costume éramos candidatos e fomos!!!
Fomos à vida.
Fomos buscar a bola dentro da baliza mais vezes que o adversário. Para variar.
CANDIDATOS!!!
Porque raio éramos candidatos?
NUNCA GANHÁMOS NADA!!!
Em desporto só é candidato quem já ganhou.

Todos pensávamos ser candidatos pois temos excelentes jogadores em todas as posições. Todos são do melhor que há no MUNDO do Futebol.

TODOS???

Mentira. Há um que é fraco. Mau. Péssimo. E é sempre nos jogos decisivos que se revela. Porquê? Porque é vulgar e jogadores vulgares não são convocados para estas provas.

É com muita tristeza que eu pensei durante o jogo "eu já adivinhava esta merda".



E ainda dizem que o Scolari fez um bom trabalho. DDDAAAAAASSSSSSSSSSSSSS.

Desde já digo aqui que vou iniciar uma petição para a não convocação do FRANGUEIRO (que não se sabe sair direito a uma merda de uma bola) e se ELE continuar a ir à Selecção eu passo a torcer pelos outros.
E ainda se queria comparar ao Baía. Coitadito...


Copiado do Blasfémias:
Felicidades para o futuro guarda-redes do Chelsea
Só pode. Scolari fez tudo por este homem. Agora não o vai abandonar às mãos frias e utilitaristas de outro seleccionador qualquer, porventura mais atento a questões técnicas e de valia do jogador. No Bétis viu-se o que sucedeu: em poucos meses estava no banco. Na selecção, uma vez mais, Scolari foi Pai, Mãe e Padrinho. Ainda hoje, o sargentão deve convencer Abramovich que Ricardo é um goleiro ímpar. Com Scolari a mandar, este fenómeno das balizas tem todas as condições para remeter Petr Chech para o banco. Só pode…

MEU COMENTÁRIO: O Scolari é tudo menos burro. Ele já sabia a merda que tinha aqui. Mas tb sabia que aqui fazia o que queria. E o burro sou eu??? Não, os burros somos nós!!!

Para os que dizem que o homem não teve culpa, vejam bem como ELE se faz aos 3 lances!!!
Ridículo.
O Vídeo está AQUI.

Os coveiros da Europa....pelo menos enterram o povo...

Post copiado do Kaos

Bilderberg 2008

Bilderberg 2008

Desta vez roubei a lista do blog IaOeOaI. Só ia fazer o link, mas é bom divulgar bem quem é e quem é a cambada que está a ser recrutada pelos sinistros Bilderberg Official 2008.

Bilderberg Participant List
June 6, 2008

DEU “Ackermann, Josef” “Chairman of the Management Board and the Group Executive Committee, Deutsche Bank AG”

CAN “Adams, John” Associate Deputy Minister of National Defence and Chief of the Communications Security Establishment Canada

USA “Ajami, Fouad” “Director, Middle East Studies Program, The Paul H. Nitze School of Advanced International Studies, The Johns Hopkins University”

USA “Alexander, Keith B.” “Director, National Security Agency”

INT “Almunia, Joaquín ” “Commissioner, European Commission”
GRC “Alogoskoufis, George” Minister of Economy and Finance

USA “Altman, Roger C.” “Chairman, Evercore Partners Inc.”

TUR “Babacan, Ali ” Minister of Foreign Affairs

NLD “Balkenende, Jan Peter” Prime Minister

PRT “Balsemão, Francisco Pinto” “Chairman and CEO, IMPRESA, S.G.P.S.; Former Prime Minister”

FRA “Baverez, Nicolas” “Partner, Gibson, Dunn & Crutcher LLP”

ITA “Bernabè, Franco” “CEO, Telecom Italia Spa”
USA “Bernanke, Ben S.” “Chairman, Board of Governors, Federal Reserve System”
SWE “Bildt, Carl” Minister of Foreign Affairs
FIN “Blåfield, Antti ” “Senior Editorial Writer, Helsingin Sanomat”
DNK “Bosse, Stine” “CEO, TrygVesta”

CAN “Brodie, Ian ” “Chief of Staff, Prime Minister’s Office”

AUT “Bronner, Oscar” “Publisher and Editor, Der Standard”

FRA “Castries, Henri de ” “Chairman of the Management Board and CEO, AXA”
ESP “Cebrián, Juan Luis” “CEO, PRISA”

CAN “Clark, Edmund” “President and CEO, TD Bank Financial Group”
GBR “Clarke, Kenneth” Member of Parliament

NOR “Clemet, Kristin” “Managing Director, Civita”

USA “Collins, Timothy C.” “Senior Managing Director and CEO, Ripplewood Holdings, LLC”

FRA “Collomb, Bertrand” “Honorary Chairman, Lafarge”

PRT “Costa, António” Mayor of Lisbon

USA “Crocker, Chester A.” James R. Schlesinger Professor of Strategic Studies

USA “Daschle, Thomas A.” Former US Senator and Senate Majority Leader
CAN “Desmarais, Jr., Paul ” “Chairman and co-CEO, Power Corporation of Canada”

GRC “Diamantopoulou, Anna” Member of Parliament
USA “Donilon, Thomas E.” “Partner, O’Melveny & Myers” ITA “Draghi, Mario” “Governor, Banca d’Italia”
AUT “Ederer, Brigitte” “CEO, Siemens AG Österreich”

CAN “Edwards, N. Murray ” “Vice Chairman, Candian Natural Resources Limited”

DNK “Eldrup, Anders ” “President, DONG A/S”

ITA “Elkann, John” “Vice Chairman, Fiat S.p.A.”
USA “Farah, Martha J.” “Director, Center for Cognitive Neuroscience; Walter H. Annenberg Professor in the Natural Sciences, University of Pennsylvania”
USA “Feldstein, Martin S.” “President and CEO, National Bureau of Economic Research”

DEU “Fischer, Joschka” Former Minister of Foreign Affairs

USA “Ford, Jr., Harold E.” “Vice Chairman, Merill Lynch & Co., Inc.”
CHE “Forstmoser, Peter” “Professor for Civil, Corporation and Capital Markets Law, University of Zürich”
IRL “Gallagher, Paul ” Attorney General
USA “Geithner, Timothy F. ” “President and CEO, Federal Reserve Bank of New York”
USA “Gigot, Paul ” “Editorial Page Editor, The Wall Street Journal”

IRL “Gleeson, Dermot ” “Chairman, AIB Group”
NLD “Goddijn, Harold” “CEO, TomTom” TUR “Gögüs, Zeynep ” “Journalist; Founder, EurActiv.com.tr”
USA “Graham, Donald E.” “Chairman and CEO, The Washington Post Company”

NLD “Halberstadt, Victor” “Professor of Economics, Leiden University; Former Honorary Secretary General of Bilderberg Meetings”

USA “Holbrooke, Richard C. ” “Vice Chairman, Perseus, LLC”

FIN “Honkapohja, Seppo” “Member of the Board, Bank of Finland”

INT “Hoop Scheffer, Jaap G. de” “Secretary General, NATO”

USA “Hubbard, Allan B.” “Chairman, E & A Industries, Inc.”

BEL “Huyghebaert, Jan” “Chairman of the Board of Directors, KBC Group”
DEU “Ischinger, Wolfgang” Former Ambassador to the UK and US

USA “Jacobs, Kenneth” “Deputy Chairman, Head of Lazard U.S., Lazard Frères & Co. LLC”

USA “Johnson, James A.” “Vice Chairman, Perseus, LLC” (Obama’s man tasked with selecting his running mate)
SWE “Johnstone, Tom ” “President and CEO, AB SKF”

USA “Jordan, Jr., Vernon E.” “Senior Managing Director, Lazard Frères & Co. LLC”

FRA “Jouyet, Jean-Pierre ” Minister of European Affairs

GBR “Kerr, John ” “Member, House of Lords; Deputy Chairman, Royal Dutch Shell plc.”
USA “Kissinger, Henry A.” “Chairman, Kissinger Associates, Inc.”
DEU “Klaeden, Eckart von” “Foreign Policy Spokesman, CDU/CSU”

USA “Kleinfeld, Klaus” “President and COO, Alcoa”

TUR “Koç, Mustafa ” “Chairman, Koç Holding A.S.”
FRA “Kodmani, Bassma” “Director, Arab Reform Initiative”

USA “Kravis, Marie-Josée” “Senior Fellow, Hudson Institute, Inc.”
INT “Kroes, Neelie ” “Commissioner, European Commission”
POL “Kwasniewski, Aleksander ” Former President
AUT “Leitner, Wolfgang” “CEO, Andritz AG”

ESP “León Gross, Bernardino” “Secretary General, Office of the Prime Minister”
INT “Mandelson, Peter” “Commissioner, European Commission”
FRA “Margerie, Christophe de” “CEO, Total”
CAN “Martin, Roger” “Dean, Joseph L. Rotman School of Management, University of Toronto”

HUN “Martonyi, János” “Professor of International Trade Law; Partner, Baker & McKenzie; Former Minister of Foreign Affairs”
USA “Mathews, Jessica T. ” “President, Carnegie Endowment for International Peace”

INT “McCreevy, Charlie ” “Commissioner, European Commission”
USA “McDonough, William J.” “Vice Chairman and Special Advisor to the Chairman, Merrill Lynch & Co., Inc.”
CAN “McKenna, Frank” “Deputy Chair, TD Bank Financial Group”
GBR “McKillop, Tom ” “Chairman, The Royal Bank of Scotland Group”

FRA “Montbrial, Thierry de” “President, French Institute for International Relations”

ITA “Monti, Mario” “President, Universita Commerciale Luigi Bocconi”
USA “Mundie, Craig J. ” “Chief Research and Strategy Officer, Microsoft Corporation”
NOR “Myklebust, Egil” “Former Chairman of the Board of Directors SAS, Norsk Hydro ASA”
DEU “Nass, Matthias” “Deputy Editor, Die Zeit”

NLD “Netherlands, H.M. the Queen of the”

FRA “Ockrent, Christine” “CEO, French television and radio world service”

FIN “Ollila, Jorma” “Chairman, Royal Dutch Shell plc”

SWE “Olofsson, Maud ” Minister of Enterprise and Energy; Deputy Prime Minister

NLD “Orange, H.R.H. the Prince of”
GBR “Osborne, George” Shadow Chancellor of the Exchequer
TUR “Öztrak, Faik” Member of Parliament ITA “Padoa-Schioppa, Tommaso ” Former Minister of Finance; President of Notre Europe
GRC “Papahelas, Alexis” “Journalist, Kathimerini”
GRC “Papalexopoulos, Dimitris” “CEO, Titan Cement Co. S.A.”
USA “Paulson, Jr., Henry M.” Secretary of the Treasury

USA “Pearl, Frank H.” “Chairman and CEO, Perseus, LLC”

USA “Perle, Richard N.” “Resident Fellow, American Enterprise Institute for Public Policy Research”
FRA “Pérol, François” Deputy General Secretary in charge of Economic Affairs

DEU “Perthes, Volker” “Director, Stiftung Wissenschaft und Politik”

BEL “Philippe, H.R.H. Prince”
CAN “Prichard, J. Robert S.” “President and CEO, Torstar Corporation”
CAN “Reisman, Heather M.” “Chair and CEO, Indigo Books & Music Inc.”

USA “Rice, Condoleezza” Secretary of State

PRT “Rio, Rui ” Mayor of Porto

USA “Rockefeller, David ” “Former Chairman, Chase Manhattan Bank”
ESP “Rodriguez Inciarte, Matias” “Executive Vice Chairman, Grupo Santander”
USA “Rose, Charlie” “Producer, Rose Communications”

DNK “Rose, Flemming” “Editor, Jyllands Posten”

USA “Ross, Dennis B.” “Counselor and Ziegler Distinguished Fellow, The Washington Institute for Near East Policy”

USA “Rubin, Barnett R.” “Director of Studies and Senior Fellow, Center for International Cooperation, New York University”
TUR “Sahenk, Ferit ” “Chairman, Dogus Holding A.S.”

USA “Sanford, Mark” Governor of South Carolina
USA “Schmidt, Eric” “Chairman of the Executive Committee and CEO, Google”

AUT “Scholten, Rudolf ” “Member of the Board of Executive Directors, Oesterreichische Kontrollbank AG”

DNK “Schur, Fritz H. ” Fritz Schur Gruppen

CZE “Schwarzenberg, Karel ” Minister of Foreign Affairs

USA “Sebelius, Kathleen” Governor of Kansas

USA “Shultz, George P.” “Thomas W. and Susan B. Ford Distinguished Fellow, Hoover Institution, Stanford University”
ESP “Spain, H.M. the Queen of”

CHE “Spillmann, Markus” “Editor-in-Chief and Head Managing Board, Neue Zürcher Zeitung AG”
USA “Summers, Lawrence H.” “Charles W. Eliot Professor, Harvard University”
GBR “Taylor, J. Martin” “Chairman, Syngenta International AG”

USA “Thiel, Peter A.” “President, Clarium Capital Management, LLC”
NLD “Timmermans, Frans ” Minister of European Affairs
RUS “Trenin, Dmitri V.” “Deputy Director and Senior Associate, Carnegie Moscow Center”
INT “Trichet, Jean-Claude” “President, European Central Bank”
USA “Vakil, Sanam” “Assistant Professor of Middle East Studies, The Paul H. Nitze School of Advanced International Studies, Johns Hopkins University”

FRA “Valls, Manuel ” Member of Parliament
GRC “Varvitsiotis, Thomas” “Co-Founder and President, V + O Communication”

CHE “Vasella, Daniel L.” “Chairman and CEO, Novartis AG”

FIN “Väyrynen, Raimo” “Director, The Finnish Institute of International Affairs”

FRA “Védrine, Hubert” Hubert Védrine Conseil

NOR “Vollebaek, Knut” “High Commissioner on National Minorities, OSCE”
SWE “Wallenberg, Jacob” “Chairman, Investor AB”

USA “Weber, J. Vin” “CEO, Clark & Weinstock”
USA “Wolfensohn, James D. ” “Chairman, Wolfensohn & Company, LLC”
USA “Wolfowitz, Paul ” “Visiting Scholar, American Enterprise Institute for Public Policy Research”
INT “Zoellick, Robert B. ” “President, The World Bank Group” Rapporteurs
GBR “Bredow, Vendeline von” “Business Correspondent, The Economist”

GBR “Wooldridge, Adrian D.” “Foreign Correspondent, The Economist”


If your name appears here and you were not at Bilderberg, leave a comment. Likewise, if you were a participant, leave a comment so we can give you, um, credit.»

18.6.08

A VERDADE - nº 14


Obrigado Manuel

Ensino. Quais os objectivos?

Há pouco mais de 30 anos foram encerradas as escolas técnicas, comerciais e industriais de onde saíam óptimos profissionais, com capacidade para iniciarem uma vida produtiva em que eram eficientes e de onde obtinham sucesso em todos os aspectos. Se o objectivo era fazer chegar todos os cidadãos às universidades, era um engano, porque delas também era possível tal acesso, conheço professores universitários que vieram daí.

Agora, reconheceu-se que a falta de tal tipo de ensino tem sido prejudicial ao país e está a iniciar-se o funcionamento de cursos especiais de formação, cujos programas foram elaborados sem o mínimo de sentido prático e utilitário e merecem críticas. Transcreve-se uma carta de uma professora ao 'Expresso' sobre o ensino de português nestes cursos.


SER PROFESSORA

Este ano lectivo, a minha escola abriu dois cursos de educação e formação: Electricista de Instalações e Assistente Administrativo. Sou professora de Língua Portuguesa e, normalmente, é possível aos docentes que pertencem ao quadro escolher os níveis que querem leccionar. Mesmo não tendo sido opção minha leccionar em turmas destes cursos, fui presenteada com quinze seres, projectos de electricistas de instalações, com idades compreendidas entre os 16 e os 18 anos. ( ... )

Fotocopiei o programa curricular dos módulos correspondentes ao 1º dos dois anos do curso. Fiquei logo céptica quando vi que, para futuros electricistas, os programas previam a leitura orientada de obras literárias como 'Falar Verdade a Mentir', de Almeida Garrett e 'A Saga' de Sophia de Mello Breyner Andresen.

É certo que a cultura nunca ocupa lugar e também é certo que fica sempre bem a um electricista saber as características do teatro do séc. XIX ( ... ), assim como a interessante história do mentiroso Duarte do 'Falar Verdade a Mentir', não vá de repente ser preciso que o electricista, no exercício da sua profissão, precise mesmo de falar verdade, embora estando a mentir ...

Também pode, a qualquer momento, ser necessário que o futuro electricista precise de dividir orações ( ... ).

Por favor, cérebros iluminados e destacados para conceberem os programas curriculares deste tipo de cursos, não sejam líricos!!! ( ... ) Venham até Condeixa-a-Nova ( ... ) e assistam à minha aula de Língua Portuguesa. Vão gostar de ver os 15 fabulosos projectos de electricistas a pedirem que não lhes ensine tais matérias pois não lhes servirão para exercer melhor a profissão e porque lhes tinham dito que, nestes cursos, 'as coisas' iam ser diferentes, sem matéria 'chata', só com assuntos ( ... ) relacionados com a vida mais prática (…)

E assim vamos andando, rindo até com certas tiradas dos formandos, com as suas análises de texto boçais e bestiais, vazias de encanto poético mas cheias de conteúdo telúrico, para ser eufemística... Se não, vejam a veia poética de um formando, que, após a leitura da frase '... e Hans foi pai de cinco filhos', do conto 'A Saga' de Sophia de Mello Breyner, o único comentário de análise textual que conseguiu fazer foi:

- É cum caraças, o homem fartou-se de martelar!!!' ....

Anabela Rosa Louro Gomes Estêvão, Coimbra

Andante senza moto

Sr. Sócrates, só deus sabe o desprezo que tenho por si, não enquanto político, porque até faz bem o seu papel: veste-se como aqueles fácies aflitivos e retardados do Interior sonham, desde as botas de Salazar, presta-se bem às anedotas, nas quais somos exímios, e tem conseguido manter este país razoavelmente no lugar que ocupa, desde que deixou de poder pilhar os outros povos. Pior do que o desprezo do homem público é o desprezo que sinto pelo homem humano, aliás, desumano, porque você parece feito de um poliestereno reles, reciclado e semi-rígido -- não não tome isto como uma insinuação sobre o seu pendor anal, estamos mesmo a falar de matéria consubstancial, como se diria no Primeiro Concílio de Niceia, o plástico, que, em si, é o plástico de si, que se revela Natureza, e prolonga em Acto -- um poliestereno que só consegue despertar piedade.
Hoje, à hora do Buzinão, como sempre, eu estava onde não devia, e até lhe vou dar alguns dados pessoais: estava sentado diante da Comadre -- acho que é assim que se diz -- do Cônsul do Dubai, em Londres, sim, imagine, para o que me haveria de dar hoje..., e ela debitava-me uns argumentos que não sei se servirão à E-Ko, se ao Pedroso: O Dubai, e Oman, assentam, até à extremidade do território Persa (e suponho que Afeganistão incluso), num gigantesco colchão de gás natural, que os que têm meios SUGAM, e os que não têm meios vêem sugado. Parece que ao ritmo de cada quarto de casa com ar condicionado, poderá durar 5 anos... O Dubai é uma espécie de Brave New World, onde coabitam as coisas mais estranhas do Mundo, desde as visitas reles do Hermann José e do "marido", ao tal hotel de 6 ******, que a miserável Torre Vasco da Gama, tenta imitar em Lisboa, até aos endinheirados, que lá vão fazer todas as porcarias que o Corão os inibe de fazer nos seus estados atrofiados e medievais, que Israel, de quando em vez, com a América pela mão, tenta atirar para a frente, enfim, para uma frente que só convém a alguns, mas que é, "malgré-tout", um "aggiornamento" forçado.
Não é isso que me traz aqui: Sr. Sócrates, conhecido nalguns meios, pouco letrados, pelo "Engenheiro", gostava de que o senhor tivesse visto o que eu vi hoje, à saída do Metro de Sete Rios. Eram dois rapazitos -- eu sou mau a dar idades -- talvez entre os 12 e os 14/15 anos, que não estavam mal vestidos, naquelas librés coloridas, que tentam imitar a Guarda Suiça, mas em vermelho, com uns emblemas de colégios inexistentes, não percebi bem se aquilo era Feira do Relógio, se uma relativa abundância bruscamente colapsada. Um deles passou por mim, mas como a Mariazinha bem sabe, das várias vezes que comigo se cruza, perto ex-Pavilhão do Rei D. Carlos, geralmente levo o telemóvel na orelha, não porque goste, mas porque, infelizmente, ultimamente tenho tido uma sequência de matérias bem graves para tentar gerir, em simultâneo, e nem ouvi o que me disse, excepto... "50 cêntimos". Depois de aquilo me ter ficado no subconsciente, olhei para trás, e confirmei que eram mesmo dois, erráticos, e zanzantes, e, quando desliguei, voltei a passar perto, para tentar perceber o que era. O mais velho, com um buço tipo o da Ministra da Saúde, pediu-me ajuda para comer, eu disse que já o amigo, irmão, suponho, o tinha feito, e acabei por dar 50 cêntimos a cada um (Faz cá falta a Allegra Geller do Carvalhido, para dizer que se deveria passar imediatamente a mão pelo botão direito do rato, e ler claramente que se tratava de Pedofilia...). Não, não era Pedofilia: era uma bota que não batia com a perdigota, como se aqueles dois tivessem sido subitamente deslocalizados de um determinado patamar socio-económico e lançados na realidade do País das Maravilhas do "Engenheiro". Ainda me virei para trás, com toda a gente a ver, porque, nisso, já nos comparamos com a Europa -- ninguém pára.... -- e acrescentei: espero que não me tenham estado a mentir.
Sr. Sócrates: gostava de que tivesse ficado ao meu lado, com o seu ar de pessoa sensível, universalmente reconhecido, e os tivesse visto contar as moedas que tinham na palma da mão, para as meterem naquelas máquinas frias, e impiedosas, que costumam caçar dinheiro, para, de facto, tirarem... dois bolos. Cá do alto, e o meu alto é relativo, porque é a exacta Distância Zen do Mundo, eu já estava com mais duas moedas na mão, caso as máquinas falhassem: há certas expectativas que é impossível deixar defraudar, e nós temos de ser, nesses minuciosos instantes, os pequenos deuses locais "ex-machina", que devem assegurar o regular funcionamento dos fatais pormenores invisíveis.
Sr. Sócrates, não pode imaginar o peso que sobre mim teve aquele vidro, que separava os putos dos seus pequenos objectos de prazer. Deixe que lhe diga que, para si, uma besta exaltada, hipócrita e amaricada, capaz de vender a alma ao diabo em prol de uma magra "carreira política", sempre com a mesma desgastada aparência do fato que quer passar por caro, e talvez seja, mas não o inibe de ter a mesma penca de saloio, do merceeiro da minha defunta vovó, nem o sotaque das brenhas, que mostra que frequentou pouco as grandiloquências das vozes graves dos nossos poetas, Sr. Sócrates, até por isso gostaria de que tivesse estado ali, pudesse ter visto a minha camisa de linho azul, com 7 000 km de viagem, e que, como os seus fatos -- vamos a medições, cão, por cão, cão e meio... -- daria, pelo valor, para esvaziar a vitrina inteira. Eu sei que um pensamento destes nunca lhe passaria pela cabeça, nem a si, nem a mim, mas hoje passou-me mesmo, pelo meu remorso pessoal, da facilidade com que eu satisfaço um capricho e que levou a que aqueles putos-do-deus-dará tivessem de andar a contar cêntimos, para poderem cumprir um pequeno sonho. Para si, não há pequenos sonhos, há pesadelos extensíveis e retrógrados, que insistem em ter o rosto das centésimas, mas tudo isso é falso: a infelicidade que o Sr. conseguiu, nos seus três miseráveis anos de Governo, estender a uma população inteira é indescritível, e não tem fronteiras nem perdão... e, ah, sim, não se vá já embora, porque que ainda lhe quero contar o resto... Depois de cumprido o pequeno milagre, aqueles filhos dos homens, ora condenados a serem sombra de gente, avançaram para mais um acto do Enorme Descampado em que o quotidiano se lhes tornou, erraticamente quebrado o galho do mundo frágil em que teriam vivido. Se quer que lhes diga, na manhã deste Buzinão, algo deve ter colapsado irremediavelmente no seu pequeno mundo, e os pais, que, na véspera ainda poderiam ter cumprido o ritual dos pólos de marca, talvez tenham deixado cair a brutal sentença do "hoje não temos mais dinheiro para vos dar...", vá, eu sei que dói, mas oiço ainda o resto: depois do bolo, passaram pelo café da esquina, onde pára o homem comum, e pediram, cada um, um copo de água, e -- eu vi! -- pediram à brasileirita do balcão, se podiam despejar lá dentro um dos pacotes de açúcar do café (!), e despejaram, e beberam. Como sabe, isso faz bastante mal à saúde. Brevemente irão fazer as Provas do 9º Ano, onde a execrável Bruxa que você insiste em chamar de Ministra tanto aposta, e irão ter o sucesso que se imagina, como, brevemente, estarão aptos a utilizar todos os quadros interactivos do mundo, e a comunicar a Realidade por teoremas e estrofes de Camões. Não era esse todavia o rumo do resto do seu dia: com a casa destroçada, todo o Mundo se lhes tornava numa Rota de São Brandão, e avançaram, quaisquer navegadores da Terra Incógnita, para afrontar a barreira seguinte, porque, para aqueles que nada têm, tudo é, subitamente BARREIRA, e atravessaram a cancela do Metro, muito colados a alguém que tinha enfiado o bilhete na ranhura... Do outro lado, já se erguia o olhar severo da vigilante, porque, neste país execrável que você construiu, há uma metade que sofre e outra metade que vigia, e pune, os que sofrem. Ainda parei, não fosse a funcionária interpelá-los, e eu ter de interpor a caução de cobrir mais aqueles bilhetes na direcção de um qualquer Desconhecido.
Gostava de que tivesse estado ao meu lado, Sr. Sócrates. Perdi, ou ganhei, como queira, nisto tudo, meia hora do meu fim de dia, e fi-lo friamente, nada comparável com aquele seu esgar de comoção, que acompanhou a assinatura, nos Jerónimos, com a outra tarada a gemer, desafinada, daquele texto, tão importante para a sua "carreira política".
Deixe que lhe diga que eu, refinadíssimo filho da puta, que por si nutre a maior indiferença política, e o maior desprezo, enquanto nascíturo humano, é por estas e outras coisas que ainda me animo a escrever aqui, diariamente, todas as provocações, e vos marco, com selo de fogo, toda a indignidade da vossa imensa agonia, a que chamam "governação". Isto Sr. Sócrates, era taõ-só uma pequena amostra urbana do gigantesco desastre para que conduziram Portugal.
Gostaria de que tivesse assistido a isto comigo, o Sr., no seu "Armani", eu, na minha caríssima "Richard's", com a diefrença de que você talvez não tivesse visto nada, e eu estivesse, com a minha pena, a grafar-lhe já um sinistro epitáfio: "Esta é a minha ditosa Pátria, diariamente em ti vaiada..."

17.6.08

...por baixo da pele!

8
Embrulhados pela vida e nela embrenhados, sabendo das coisas mais vale por lá não passar. Olhos que não vêem é coração que não sente e, se já é mau o que as sensações nos consentem pior será se, lhe encontrarmos os fundamentos. Acontece porém que, outras vezes há em que os atalhos, eles mesmo, nos colocam (e já não podemos fechar os olhos) face ao que antes fizemos por ignorar. Que vão indo os anéis (que deles não me lembro já) e me sobejem os dedos! Foi isso! o que, mesmo em escritos, procuro ignorar. Que sinto mas não digo, que falta mas não reclamo, de que careço mas não reivindico, de que necessito e faço-a superflua, de que já pude e deixei de poder... tanto que a minha modesta vida faria a felicidade, aparente e transitória que fosse, de tantos dos meus concidadãos (digo-o com tanto à vontade que não sou cristão que se recomende) mas, as coisas são o que são e, digam-se pois então. Não é mentira!
Na busca a um coeficiente científico pôs-me o atalho perante os coeficientes de desvalorização da moeda desde 1903. Porquê?! para quê?! para que eu - que tenho rigorosa consciência, sob vários prismas, da minha desgraça - me sinta ainda mais desgraçado? ... foram avaliações que, sabendo fazê-las, nunca cuidei de as fazer precisamente para não me mortificar mais.Fiz! peguei apenas num dos coeficientes. Do ano 1998. O ano da criação do euro – 1,30. Veja o seu caso.
Se em 98 auferia de um honorário líquido de 1500 euros hoje terá de estar a auferir de 1950 - ceteris paribus. Eu não referi rendimento líquido, escrevi honorário líquido. Isto para poder orgulhar-se em dizer que não está a ganhar menos. Para poder dizer que, passou por si o tempo e ganha em rigor, exactamente o mesmo que, estava a auferir há dez anos atrás. Se antes, com outros cálculos e manipulando outros dados, escrevi que isto não é viver é apodrecer aos bocados hoje fiquei, fundamentadamente, mais céptico, menos transigente e ... sair.
À vida! que se faz tarde... assim o consiga.

16.6.08

...por baixo da pele!

8
Se a moda pega!
Juro!... sob minha palavra de honra que li e depois voltei a ler. Fiquei-me por aí e à tarde, fui ler novamente. E afinal não estava a fazer nenhum erro por simpatia. Estava a ler bem!
«Até agora, EDP tinha de assumir a totalidade dos custos com as dívidas incobráveis. A situação vai mudar a partir de 2009. Os consumidores vão partilhar este risco com a eléctrica. Em causa estão valores entre 0,2% a 0,3% da facturação total. Em 2007, foram 12,5 milhões de euros. Os custos com as dívidas incobráveis da electricidade vão passar a ser pagos por todos os consumidores. Em 2009, a EDP vai partilhar os custos com consumidores». Trata o DN (Diário do Governo) de nos sossegar. Diz-nos o DN que só são «o acréscimo na factura anual seria pouco superior a 1 euro (1,13 euros)»
Para o caso tanto faz. Tanto dá que “só” sejam 1,13 euros por ano como serem 13 euros por mês. Não é a quantia que tem de se questionar. São 1,13 euros por ano porque foram 12 milhões de incobráveis. E se fossem 120 milhões de incobráveis?! O que se questiona é o assalto. Isto é mais um assalto! ROUBO! Se a moda pega!...
Tenho muitas dúvidas, muitas sobre a legalidade. Baseado em que ditâmes, em que princípios, é que a ERSE (ou mesmo o governo) pode fazer repercutir em terceiros, dívidas d´outrém? em que é que se baseia um governo para se arrogar a fazer-me pagar, um cêntimo que seja, do que um concidadão meu de Caminha ou de Valença utilizou e não pagou? Como?! E se as câmaras municipais resolvem fazer o mesmo na distribuição da água?! e, já agora, se as companhias distribuidoras de gás ao domicílio ...?! e os bancos? Já agora as seguradoras também. Dizem-nos que a nossa realidade é a de um mercado livre, aberto, de livre concorrência!... isto é uma pouca vergonha!
Será que não se arranja maneira de nos juntarmos e reverter esta situação de alto a baixo, começando por enviar esta “corja” para um “desterro” voluntário lá para a Ilha do Diabo...onde esteve a “estagiar” PapillonHenri Charrière.

E o preferido do povo é....

Sócrates!!! O preferido do povo para 1º Ministro.
PUTA QUE PARIU
DDDAAAAASSSSSSSSSS
QUE MERDA
CABRÕES

Pópó novo para Ministro e S.E.

Ministro Severiano Teixeira escapa à crise - Correio da Manhã
Apesar da crise...

Apesar dos cortes...
Apesar de terem um Mercedes 220 e um BMW 520...
Apesar...STOP.
Ministro é ministro. "Eles" podem.

2 pópós novos para o ministro da Defesa e o seu secretário de Estado.
Foram só + 140mil euros...
Ninharias.

Afinal os anteriores bólides eram fraquinhos.
Vejam mais no Sol online.
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