30.9.07

DIVIDA EXTERNA DE PORTUGAL

Recebi e achei piada (ou não)

DIVIDA EXTERNA DE PORTUGAL 26/09/2007

$ 272.200.000.000

DUZENTOS E SETENTA DOIS MIL MILHÕES DE DOLARES

DUZENTOS E SETENTA DOIS BILIÕES DE DOLARES

É verdade !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Qual déficit nas contas públicas de 3% , qual que, isso não é nada !!!!!!!!!!!!!!!!!

Nossos políticos, com a cumplicidade de toda a imprensa portuguesa, enterraram nosso país de vez.

Porque a imprensa económica não divulga a realidade de nosso país?

Porque pertencem a mesma MÁFIA que governa nossas vidas.

No ano de 2003, nossa divida externa era de 13,1 mil milhões de dólares. Hoje, no ano de 2007, nossa divida externa é de 272 mil milhões de dólares.

Em um ano passamos de 13 para 250 mil milhões de dólares !

GOSTARIA DE SABER ONDE FORAM GASTOS 237 MIL MILHÕES DE DOLARES EM UM ANO (DE 2003 A 2004)!!!

POR FAVOR, ME ESCLAREÇAM …………….

Gostaria de ser esclarecido pelo poder político, como Portugal irá saldar esta dívida?

Vão aumentar ainda mais os impostos que pagamos?

Vão contrair outros empréstimos para saldar os actuais?

Quem foi o responsável por este descalabro?

Onde estava a fiscalização da Assembleia da Republica?

Onde estava a fiscalização do Tribunal de Contas?

EM QUE FORAM GASTOS 272 BILIÕES DE DOLARES ?

NOS ESTADIOS DE FUTEBOL?

NOS DOIS SUBMARINOS DE 900 MILHÕES DE EUROS ?

NOS 500 MILHÕES DE EUROS GASTOS NOS AVIÕES F-16 DA FORÇA AÉREA ?

NO PERDÃO DA DÍVIDA AOS PAÍSES CORRUPTOS AFRICANOS?

NA GENEROSA E DESINTERESSADA AJUDA Á TIMOR ?

NA BARRAGEM CAHORRA BASSA, EM QUE PORTUGAL PERDOOU 1,5 MIL MILHÕES DE EUROS Á MOÇAMBIQUE?

Porque a imprensa económica nunca faz referência a divida internacional de Portugal ?

Cumplicidade é a resposta !!

Cumplicidade de todos ( políticos / imprensa / empresários / governo / bancos ).

Nós contribuintes portugueses estamos cá para pagar, e bem pago, para sermos escravos de uma classe política portuguesa corrupta e ineficaz.

As autarquias durante anos se endividaram nos bancos, sem terem condições para o fazer. Foram praças publicas construídas / destruídas / e outra vez reconstruídas. Dinheiro jogado ao lixo, nosso dinheiro!!!!!

Foi o governo central, dando subsídios para as regiões autónomas, e sendo avalista de empréstimos sem retorno económico possível (Torrar Dinheiro).

Foi a criação de Fundações Públicas que escapam ao controlo do Tribunal de contas. Sendo estas fundações um cabide de empregos para: filhos de deputados e presidentes de câmaras, amigos e cúmplices.

NÃO SE ENGANEM, TODOS NÓS CONTRIBUINTES PORTUGUESES VAMOS PAGAR MUITO CARO!!!!!!!!!!!!!!!

Cada português ( homem, mulher e criança ) deste país, deve $ 27.200 dolares em dívida externa aos bancos internacionais.

Salve quem puder …………………………………

Por mim, digo-lhes que vou pagar impostos em Espanha, e que se f### o estado português, mais o Zezinho Sócrates !!!!!!!!!!!!!

TCHAU, AMANHEM-SE PORTUGUESES ……………………

RAMIRO LOPES ANDRADE

ENGENHEIRO CIVIL

28.9.07

Rugby Português


No site http://www.planetrugby.com/ está a decorrer uma votação para determinar
qual a equipa que te impressionou mais no mundial

- Só pelo facto de serem amadores, merecem o nosso voto


- Só pelo facto de cantarem a
Portuguesa, como se não houvesse dia amanhã,
merecem o nosso voto


- São portugueses!!!

ALERTA!!!

Um dia, quando um homem chegou tarde a casa, cansado e irritado após um dia de trabalho, encontrou, esperando por si à porta, o seu filho de 5 anos.

- Papá, posso fazer-te uma pergunta?
- Claro que sim. O que é?
- Quanto ganhas numa hora?
- Isso não é da tua conta. Porque me perguntas isso?! - respondeu o homem, zangado.
- Só para saber. Por favor... diz lá... quanto ganhas numa hora? - perguntou novamente o miúdo.
- Bom... já que queres tanto saber, ganho 10 euros por hora.
- Oh! - suspirou o rapazinho, baixando a cabeça.
Passado um pouco, olhando para cima, perguntou:
- Papá, emprestas-me 5 euros?
O pai, furioso, respondeu:
-Se a razão de tu me teres perguntado isso, foi para me pedires dinheiro para brinquedos caros ou outro disparate qualquer, a resposta é não! E, de castigo, vais já para a cama. Vai pensando no menino egoísta que estás a ser. A minha vida de trabalho é dura demais para eu perder tempo com os teus caprichos!
O rapazinho, cabisbaixo, dirigiu-se silenciosamente para o seu quarto e fechou a porta. Sentado na sala, o homem ficou a meditar sobre o comportamento do filho e ainda se irritou mais. Como se atrevia ele a fazer-lhe perguntas daquelas? Como é que, ainda tão novo, já se preocupava em arranjar dinheiro?
Passada mais ou menos uma hora, já mais calmo, o homem começou a ficar com remorsos da sua reacção. Talvez o filho precisasse mesmo de comprar qualquer coisa com os 5 euros. Afinal, nem era costume o miúdo pedir-lhe dinheiro. Dirigiu-se ao quarto do filho e abriu devagarinho a porta.
- Já estas a dormir? Perguntou.
- Não, papá, ainda estou acordado. - respondeu o miúdo.
- Estive a pensar... Talvez tenha sido severo demais contigo? - disse o pai. Tive um longo e exaustivo dia e acabei por desabafar contigo. Toma lá os 5 euros que me pediste.
O rapazinho endireitou-se imediatamente na cama, sorrindo:
- Oh, papá! Obrigado!
E levantando a almofada, pegou num frasco cheio de moedas. O pai, vendo que o rapaz afinal tinha dinheiro, começou novamente a ficar zangado. O filho começou lentamente a contar o dinheiro, até que olhou para o pai.
- Para que queres mais dinheiro se já tens aí esse? - resmungou o pai.
- Porque não tinha o suficiente. Agora já tenho! - respondeu o miúdo.
- Papá, agora já tenho 10 euros! Já posso comprar uma hora do teu tempo, não posso? Por favor, vem uma hora mais cedo amanhã. Gostava tanto de jantar contigo...

Infelizmente, o nosso tempo está cada vez mais escasso, andámos numa lufa-lufa diária, e sem tempo para abraçar os nossos filhos, não consegui conter o meu pranto, ao ler esta linda mensagem de alerta, que me foi enviada por e-mail, por pessoa devidamente identificada. Decidi na hora colocá-la aqui, para vos alertar, como eu também o fui.

27.9.07

Educação Sexual

Ouvimos ontem a notícia sobre um dito "grupo de trabalho" – grupo de parasites a roubar os fundos públicos – que finge andar há um ano a estudar como a educação sexual deve ser introduzida nas escolas e como. Ao que parece, já outros governos tiveram um grupo semelhante. Resultados não se vêem, mas eles se lá vão enchendo enquanto preguiçam.

Quando recordamos que há várias décadas ela existe noutros países da Europa e noutros, podemos perguntar se não seria melhor enviar esses parasitas (que para isso são mais do que suficientes) durante um mês passear pelos vário países a indagar e aprender como foi feito para obter os melhores resultados. Além disso, recorde-se que estes parasitas corruptos nem professores são, o que significa que requerem tempo para aprender a fingir que estão ao corrente do assunto.

Pergunta-se ainda: -Se em Portugal se copia tudo o que está mal, sobretudo da outra estrumeira atrasada aqui ao lado, porque se hesita tanto e não se faz idêntico, copiando dos países desenvolvidos, onde os assuntos já estão mais que comprovados há décadas, se não para encher as carteiras dos parasitas da máfia?

Entretanto, passam os anos e Portugal passa para a vanguarda dos países com mais mães crianças. Mais uma glória para alimentar o orgulho dos parvos. Para não fugir à regra de estarmos quase sempre entre os primeiros lugares do que se deve evitar e nos últimos do que se deveria desejar. O que será pior? Ensinar as crianças ou deixar que elas engravidem por vergonha e recato absurdos? Se isso acontece, de quem é a culpa, se não da mesma corja parasitária e indigna do costume? E os abortos pariram a lei sobre o aborto antes desta medida. Mais uma casa construída a partir do telhado, como é uso. E a malandragem quer ser respeitada! Não aprenderam que o respeito é algo a que só se tem direito por mérito? Porque foram educados pelos pais.

Como é evidente, o problema que se repete sem cessar tem sempre a mesma origem e não se limita à educação sexual nem a nenhum outro caso singular. É a regra da máfia política. Sugar o estado para os parasitas do bando de corruptos cuja profissão é viverem à conta daqueles que roubam, sacando o dinheiro aos mais pobres.

A corrupção não pode ter fim com mezinhas que mais não servem que para atirar areia aos olhos dos eleitores. Nem enquanto for admitida a um só dirigente sequer. A corrupção só poderá começar a ter fim com o fim dos privilégios e da imunidade à responsabilidade dos governantes e outros que tais. Só poderá começar a ter fim quando mais nenhum cargo neste país possa ser atribuído por nomeação em lugar de por concurso público. Só poderá começar a ter fim quando estas medidas forem implantadas e seguidas obrigatoriamente.

A corrupção tem tomado conta de tudo, tendo-se chegado, ultimamente, a legislar sobre a sua protecção e impunidade. Democracia, diz a máfia corrupta oligárquica.

Não se pode permitir a formação duma Nova Classe acima da Constituição, da Justiça e da Cidadania nacional, que tudo e todos controle impunemente, aliada aos magnatas da exploração humana. Todos os governantes devem ser controlados, ou não é não democracia.

Enquanto estas medidas não forem adoptadas como norma intransponível e sem excepções, como nas democracias, o descalabro tem que continuar e é só nos contam mentiras!

26.9.07

Em que País estamos?

Reflorestação da Serra da Estrela num imbróglio

A Sociedade de Águas da Serra da Estrela (SASEL) do grupo Sumol promoveu em 2002 a campanha "Plante uma Árvore", com a finalidade de contribuir para a reflorestação da Serra que fora vítima de intensos incêndios.

Passados cinco anos, era suposto que estivessem arborizados cerca de 300 hectares, com 600.000 árvores, mas, segundo denúncia da Associação de Amigos da Serra da Estrela (ASE), conhecedora da área do Parque Natural, não é visível no terreno a reflorestação. A SASEL declara que tem pago as facturas aos viveiros, mas desconhecia esta situação. Porém, o que se apresenta muito estranho é que o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), parceiro neste programa de reflorestação das serras de Portugal, assume que não tem fiscalizado o projecto e, por isso, não pode afirmar com certeza, se existem e onde estão as árvores cedidas pela SASEL. Mas qual é o papel deste Instituto? Em que País estamos? Qual é o sentido das responsabilidades destes funcionários? Aproveitando esta incompetência e desleixo, há espertos que deram ao dinheiro um uso que lhes deve ser pessoalmente mais vantajoso, com prejuízo para a Natureza e a reflorestação da Serra.

O presidente da ASE, referiu ao JN que "há muito que andávamos desconfiados. O programa teve início em 2002 e cinco anos depois não são visíveis no terreno as plantações, que, pelos números divulgados pela SASEL, rondariam, no mínimo, 300 hectares. Uma dimensão que se faria notar na área total do parque, que ronda os 90 mil hectares e aos quais se têm de excluir 10 mil localizados no cimo da Serra onde não é possível arborizar".

Apesar de o director do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas Litoral Centro do ICNB, insistir que "esta é uma campanha importante para nós, que queremos credível e transparente", na prática, ninguém parece saber onde estão grande parte das árvores, pese o facto do ICNB ter a lista das entidades a quem concedeu créditos para poderem ir a viveiros adquirirem as plantas e a quem, mais tarde, a SASEL pagava as facturas, como atrás ficou dito.

Nos últimos anos a campanha passou a desenvolver-se numa base de confiança nas entidades intervenientes, pelo que o ICNB supunha ter havido a plantação de 475 mil árvores na Serra da Estrela, em mais de uma centena de locais. Mas não fiscalizou, não controlou, não sabe dar contas das suas responsabilidades.

O Grupo Sumol, detentor da marca Águas Serra da Estrela, afirma que, desde o início da campanha, foram "angariadas mais de 600 mil novas árvores que foram disponibilizadas para plantação ao Parque Natural da Serra da Estrela, nas edições de 2002 a 2004, e ao ICN, a partir de 2005", por estas serem as "entidades competentes pela identificação dos locais de reflorestação e selecção das espécies de árvores".

Esta situação anedótica, inaceitável num Estado gerido com normal competência, faz lembrar o que se passava com o controlo das actividades económicas antes de as três instituições que se atropelavam e se desculpavam uma com as outras serem extintas e dado lugar à ASEA.

As reformas prometidas pelo Governo têm um grande e difícil caminho a percorrer.

Dossier Sócrates - rigor e deferência

Este post é copiado Do Portugal Profundo

O Público de hoje, 25-9-2007, traz informações de relevo sobre o inquérito da Procuradoria-Geral da República(PGR)/Dra. Cândida Almeida ao diploma de licenciatura de José Sócrates:
Juíza mandou destruir escutas entre Arouca, Sócrates e Morais
Certificado do ISEL entregue em três dias
PJ legendou teor dos telefonemas nos autos
Rui Verde detido com dossier de Vara
Colegas ouvidos

A senhor procuradora-geral adjunta Dra. Cândida Almeida já havia feito revelações, específicas e concretas, sobre este inquérito, não contidas no comunicado da PGR de 1-9-2007, no domingo, 23-9-2007, em entrevista na Rádio Renascença/Público.
Essa entrevista pública foi comentada pelo José da Loja nesse mesmo dia.
A liberdade efectiva das televisões portuguesas, e a sua autonomia face ao Governo, pode ser aferida pelo facto de nos telejornais da RTP-1, SIC e TVI, das 13 horas de hoje, 25-9-2007, as extraordinárias revelações do Público merecerem... zero referências!...

24.9.07

REPUBLICA DAS BANANAS

Muito se tem falado estes últimos tempos em “República das Bananas”, há quem diga até que este pequeno jardim á beira mar plantado será um paraíso, para essa fruta tão apetecida pela raça macaca. Também os governantes dessa dita “República”, são quase equiparados com estes animais tão semelhantes aos humanos, direi até que para mim, isto numa opinião pessoal que, serão mesmo Macacos, tal é o estado em que têm deixado o jardim, onde em qualquer esquina prolífera a dita “casca de banana”, para que o tão medroso escorregão possa surgir e, nos leve a cair de queixos, ou quiçá a pôr em perigo todas as partes do corpo susceptíveis de quebrar ossos, após mais uma escorregadela seguida de tombo.
Uma das cascas mais dura de roer para estes nossos Grandes Macacos, tem sido ao longo destes anos, a ”casca Lobby”, que ao ser de extermínio impossível, ou quase impossível, pelo menos para este tipo de macacos, é uma casca que ao ser espalhada aqui e acolá, é a que tem feito mais estragos, com quedas e tombos do arco da velha, chegam a cair governos inteiros, tal é a sua força de escorregadela.
Depois, há os vários tipos de “casca Lobby”, Ex.:
- A “casca Lobby da Banca”, que é a que mais juros cobra, quando os nossos Macacos do poder necessitam de graveto, é com esta casca que contam, endividando-se e endividando-nos até ás entranhas, fazendo depois os tais ajustes a nível de impostos, que a dita beneficiará na redução dos mesmos, á custa do sacrifício das demais empresas (só algumas) e, os Bananeiros (cidadãos desta república) que terão estes sim de ver, os seus impostos, agravados para compensar o dito e afamado DEFICIT, criado neste jogo de macacos, que com as cascas se divertem, e os restantes se Lixam.
Eu á pouco disse que só algumas empresas, porque de facto, só são algumas empresas, é que a “casca Lobby Empresarial” também existe, e a troco de dizerem que criam postos de trabalho, fogem ao fisco como o diabo da cruz. Se aparece um Macaco, que até dormiu mal de noite e diz BASTA, e vai tentar cobrar os tais impostos em atraso e/ou em dívida, logo a macacada se junta, e desmente, com o pavor de que esses Lobby se exaltem e passem todo o espólio para o país vizinho, deixando no desemprego milhares de Bananeiros.
E por fim o mais temível Lobby, o da Saúde, pois é, este é bem mortífero. A “casca Lobby da Saúde”, tem interesses em todos os sectores de actividade, mas mais no sector farmacêutico, que eu até me pergunto se, não será este também um Lobby, disfarçado e tal mas, que cria grandes pressões. Actua normalmente depois de ver a sua classe melindrada com meras questões profissionais, deontológicas e científicas, claro está, que quem tentar fazer ou pedir que se faça alguma justiça, este Lobby logo ataca, causando a morte de quem esse desejo tiver, costuma-se dizer que morreu á nascença. Aqui eu tenho de dizer, que quando a ameaça é forte, o ameaçado deve cuidar, e para que não restem dúvidas, quando os macacos querem que algo na saúde mude, como por exemplo na questão dos genéricos, eles sim senhor, ponham nas receitas, uma parte que dê para o Macaco médico escolher entre um genérico e um medicamento mais caro, senão ele no final do ano não pode ir visitar a Macacada ao Brasil, porque o Lobby Laboratorial, não lhe oferecerá a viagem, por outras palavras, os genéricos não nasceram, foi morte embrionária.
Por tudo isto, digo que estou cada vez mais convencido, de que ainda havia outros tantos lobbys, mas como esta conversa me mete nojo, peço-vos desculpa, é que vou andando deitar carga ao mar, porque senão é o fim da macacada...

CARLOS ROCHA

Troca de seringas na prisão

Na minha inocência, pensava que é proibido, é infracção, o tráfico de droga, a sua circulação, a sua posse em quantidades elevadas.

Mas agora fiquei a saber que há excepções. Os muros das prisões que era suposto serem bem vigiados podem ser impunemente permeáveis à droga. Um estabelecimento do Estado não cumpre a lei.

Como se passa isto? Como é possível que cá fora continue a ser proibido o tráfico de droga? Como é possível que, continuando essa proibição cá fora, a droga consiga chegar à prisão e entrar livremente? Que controlo? Que recuperação social será permitida aos presos?

Problema complicado, com inúmeros factores, positivos e negativos, que merece reflexão cuidada da parte dos responsáveis pela Justiça, prisões, Saúde, etc. Como tornar coerente tudo o que se balanceia ao sabor dos vários factores do fenómeno?

Farsa Politico-Jornaleira

Na semana passada ouvimos notícias anunciando que Portugal era um dos países da vanguarda em serviços na Internet proporcionados pelo governo.

Trata-se duma enorme farsa do marketing governamental dos mais fáceis de verificar. Se se ignora é porque os portugueses praticamente nunca passam pelos serviços idênticos nos outros países para poderem comparar. Com efeito, alguns casos podem ser tratados directamente, mas não é esta a regra. Vejam-se alguns exemplos.

Os sites do governo português têm locais onde se encontram um certo número de formulário de que se faz o download, se imprime, se preenche e se vai à respectiva repartição ou, por vezes, se pode enviar pelo correio. A vantagem não é grande, pois que apenas evita a adquirirão do impresso.

Em contrapartida, ao consultarmos os sites idênticos de outros países. Constatamos que o número de documentos cuja entrega é possível pela Internet é efectivamente muito maior, quase total. Portanto, se a melhoria dos serviços nacionais tem sido notavelmente engrandecida neste sentido, a publicidade a seu propósito é falsa e enganadora como de costume. Uns mentem por profissão (políticos), outros encobrem por conluio (jornaleiros).

Os serviços do Estado já nasceram obsoletos. Os outros serviços não são muito melhores. Alguns, que já extorquiam dinheiro à população, aperfeiçoaram-se eximiamente nesse sentido. Um exemplo é o serviço informativo dos telefones. O da Telecom, antes de ter desaparecido, substituído pelo das Páginas Brancas e Amarelas, só permitia um pequeno número de buscas de números gratuitas – autêntico roubo – e era a única miserável informação que fornecia. Insuficiente e pago, como em nenhum outro país. Os serviços prestados continuam dos mais rudimentares, inferiores aos de qualquer país. As Páginas Amarelas e as Brancas dão acesso a muitos números, não todos, é só, nem os endereços são dados completos como nos outros países.

Veja-se esses serviços na Grécia (Páginas Brancas ou Amarelas), por exemplo, um país de baixo nível europeu, apenas um pouco superior ao de Portugal. Já fornece um serviço mais aceitável. Veja-se o da Suíça, um país já mais perto do topo. Grande numero de serviços, como e clique no número para ligação directa Voip, mapas do Google transportes de acesso ao local do assinante, etc., o tudo absolutamente gratuito. E ainda um serviço de busca telefónica internacional para seis países.

Com os serviços dos Correios é o mesmo. É idêntico com praticamente tudo.

Os serviços na Internet existem realmente, mas para pouco servem. Os que foram mais desenvolvidos foram os de recepção de impostos. Quem tenha documentos com dados errados, que experimente corrigi-los e logo verá como é. Até existe uma lei sobre desresponsabilização que responsabiliza a vítima e iliba o faltoso, mesmo quando os dados foram obtidos pelo Estado directamente de outros departamentos do Estado (Portaria 629/2007 de 30 de Maio).

São estes os serviços da Internet portugueses que os vigaristas berram a aclamar a qualidade. Puro marketing nojento direccionado a ignorantes desinformados que tudo aceitam, até votar em quem os degola.

19.9.07

LIBERDADE DE EXPRESSÃO!!!

A NOSSA LIBERDADE DE EXPRESSÃO ESTÁ A FICAR PELA HORA DA MORTE... SEM MAIS COMENTÁRIOS, VEJAM VOCÊS MESMOS...

LIBERDADE DE EXPRESSÃO (CLICA AQUI)

18.9.07

Renovar a imagem

«Os políticos, hoje, quando sentem que estão a escorregar numa casca de banana, não falam em alterar o conteúdo das suas propostas.
Falam simplesmente em ‘renovar a imagem’»

De: Fernando Sobral, Diário de negócios extraída do jornal «Meia Hora»

Frase para meditar. Mentalidade de palhaço ou de outros actores de espectáculo visual, mas não de homens com sentido de Estado e responsabilidade de governação.

17.9.07

Quem ganhará com isso?

"Quietinho e caladinho"

Por Manuel António Pina, no Jornal de Notícias

Aprovada pelo PS/"Máfia dos Bingos" e PSD/Somague, com abstenção do CDS/Portucale, entrou em vigor a norma do Código de Processo Penal que proíbe a publicação sem autorização expressa dos "intervenientes" de escutas comprometedoras obtidas em investigações criminais, mesmo que já não estejam em segredo de justiça.

A "lei da rolha" não constava do documento preparado pela Unidade de Missão para a Reforma Penal, coordenada pelo actual ministro da Administração Interna, Rui Pereira, nem foi sujeita, para consulta, às estruturas da Justiça, como revelou o juiz António Martins, presidente da Associação Sindical dos Magistrados Judiciais.

Apareceu não se sabe donde "ad usum delphini" (isto é, das públicas virtudes e vícios privados dos poderes políticos) e da "privacidade" de certos negócios que não é desejável que transpirem para a "rua".

Mas terá as mais sérias implicações no exercício do direito/dever de informar e do direito dos portugueses a serem informados. Até Vital Moreira, núncio do actual Governo PS em matéria legislativa, a considera "uma restrição claramente desproporcionada" à liberdade de informação.

O jornalismo vai ter agora de, como na canção, ficar "quietinho e caladinho ou leva no focinho". Adivinhe o leitor quem ganhará com isso.
Sobre este assunto sugere-se também a leitura do editorial do JN da autoria de David Pontes Alguém que nos explique

Para Onde Vai o Dinheiro Roubado aos Pobres?

Pedro Santana Lopes é o ramboia meio tresloucado que se conhece. Não é uma crítica duma característica pessoal que em geral não afecta terceiros, é um constato. Contudo, essa característica associada à mania dos espalhafatos e grandezas custou caro ao país durante o pouco tempo em que presidiu o conselho de ministros. Queria o espevitado político pôr o governo em permanente vilegiatura, com sessões turísticas pastando pelos concelhos do país. Era um modo de esbanjar os míseros centavos da pobreza da população.

O presente governo tem-se esforçado por matar os velhos sem medicamentose e à fome. Pois, propaganda falsa em sentido contrário ouve-se todos os dias, mas com ela ninguém compra saúde nem alimentos. Os ordenados extraordinários como o do incompetente governador do Banco de Portugal, as reformas chorudas (algumas delas mencionadas na coluna deste blog), as contínuas distribuições de popós novos à canalha parasita e nenhum para os departamentos do estado onde fazem falta, são um roubo de assalto aos contribuintes pobres.

Agora, adoptou o governo mais uma maneira de esbanjar aquilo que rouba aqueles atrás mencionado. Seguindo o método tradicional dos políticos portugueses em copiar tudo o que está mal (de outro modo, como teriam eles criado a lixeira em que vivemos?), foi o governo copiar o mau costume do seu predecessor imediato, armando a barraca dos saltimbancos em terras longe da sua sede para as reuniões da UE. À primeira vista até podia ser interessante, se não fosse tratar-se de um dos países mais miseráveis da UE armado em grande, com o mesmo orgulho estúpido do costume.

Como não somos uma democracia, em lugar de apresentar as contas publicamente para dar satisfação ao seu suserano que as paga, os vigaristas oligarcas armados em burlões querem pespegar a ideia de que tudo é pago por milagre do céu. Encobre-se que se fosse pago em material e bens ofertados, as despesas referentes sairiam na mesma da algibeira do povo. Alguém poderá crer que se investe sem retorno ou para agradar àqueles contra quem se manifesta?

Deram-nos um exemplo. O governo economiza quase cinco milhões de euros em água engarrafada oferta. Como se isto não fosse mais que um copo de água no oceano das despesas. No mais importante não se fala: na deslocação das estruturas governamentais e da respectiva logística que compreende, entre outros, as deslocações de todo o material e pessoal, o enorme séquito governamental e famílias, ajudas de custos, extras sobre extras, hotéis de primeira, etc., etc.

Tudo se esconde, tudo se oculta, com a imprescindível bênção e colaboração da oligarquia jornaleira que atraiçoa a razão da sua existência tal como os partidos se desviam das suas ideologias de base. A dita liberdade dos primeiros não nos é mais útil do que a dos seus predecessores do tempo do Estado Novo. A liberdade dos segundos só lhes serve para nos explorarem mais e tornarem ainda mais miseráveis do que na mesma época.

O Zé Povinho paga tudo e ainda fica com um serviço de saúde reduzido, reformas de morrer à fome, assassinado nas ambulâncias pelas distâncias a percorrer, grávidas constantemente a parir nelas pela mesma causa. Mas paga um dos serviços de saúde mais dispendiosos europeus, tem menos comparticipações, tem a boca como uma estrumeira porque os serviços de saúde só têm arrancadores de dentes e, caso único em toda a Europa, nem pode consultar o médico que quer (alguém ouviu qualquer referência a este facto por jornaleiros ou polítiqueiros?). Mas os políticos corruptos podem esbanjar o dinheiro que serviria para melhor as condições sociais.

Digam-nos que os governos não são povoados por parasitas salteadores engravatados, monstros repugnantes e nojentos.

14.9.07

É INADMISSÍVEL!!!

É inadmissível, que um doente, Diabético, após uma crise, e após se ter deslocado ao hospital de S. João, uma, e outra, e sei lá quantas vezes, pelo menos umas seis vezes de seguida, onde efectuou exames atrás de exames, raios-x, ecografias, ecocardiogramas, análises sanguíneas, biópsias ao fígado e pâncreas, um cem número de horas de espera e desespero, com internamentos á mistura, e alguns deles dos 8 dias seguidos para cima, é INADMISSÍVEL, que com este tratamento(s) todo(s), lhe tenham PRESCRITO um medicamento capaz de a matar, e que por descargo de consciência do paciente, e após meio ano de calvário, como tem sido descrito anteriormente, resolve consultar um médico particular, levando de arrasto toda a medicação que estava a tomar.

Qual não é o seu espanto, que o médico lhe diz, que aquelas crises todas, o inchaço os tremores de frio, os enjoos, a falta de apetite, as crises de rins, e todas as maleitas associadas, derivaram, por suposto, da má medicação administrada. Bastou, a esse médico particular, analisar a dita, e constatar que estava mal medicada, trocando-lhe a medicação, não receitando QUALQUER outro medicamento, e apenas eliminando o que a estava a prejudicar.

A minha, pertinência neste caso, é que passaram-se 5 dias, mais ou menos, e as melhoras são significativas.

O QUE É QUE OS MÉDICOS(AS) DO HOSPITAL DE SÃO JOÃO, ANDAM A FAZER? PORQUE É QUE AS PESSOAS SÃO TRATADAS ASSIM?

É INADMISSÍVEL!!!

Lembro ainda, antes de terminar, que o dito médico particular, é só médico particular, não acumula serviço na ARS, nem em clínicas, nem noutro centro hospitalar qualquer.

Exijo no entanto, averiguações, por parte dos órgãos competentes sobre este e outros casos, já que a saúde é algo de muito valioso para qualquer ser humano. SINTO-ME COMO DEVEM CALCULAR, INDIGNADO, COM ESTA CAMBADA DE INCOMPETENTES.

MAS A MIM NINGUÉM ME CALA!!!

13.9.07

Qual "arroz com feijão" do Filipão qual quê...

Eu sabia que ia ser assim. Eu sabia que me ia comover quando visse a Selecção Nacional de Rugby entrar em campo. Eu sabia que o hino me ia arrepiar. O que eu não sabia é que ia ver a imagem mais impressionante que alguma vez vi no que a Representar Portugal diz respeito e que me ia desfazer em lágrimas com um sorriso de orgulho no rosto como nunca o tinha feito antes.

Aquilo é que é cantar o hino. Aquilo é ter orgulho em vestir aquela camisola (já tenho uma encomendada!). Aquilo é que é entrar e sair de campo de cabeça erguida. Aquilo é que é ser homem! Ter aquele tamanho todo, aquela coragem toda, aqueles quilos todos, aquela raça toda e ainda assim não ter vergonha de mostrar o coração aberto a 34.162 pessoas e chorar ao cantar o hino do seu país com toda a força e a plenos pulmões. Para que todos ouvissem bem donde eles vieram.

O "homem-do-jogo" é nosso. É advogado. Chama-se Vasco Uva e é o nosso capitão. E eu estou a transbordar de orgulho!

No dia anterior, tinha visto a nossa Selecção Nacional de Futebol a perder estúpida e infantilmente depois de trautear um hino tímido entredentes - isto os que o sabem, porque outros há que praticamente só fazem lálálás. Não terá sido só por isso, mas também, no final aquele empate soube-me a dupla derrota e a derrota no Rugby de ontem soube a Campeonato do Mundo ganho.

Há tantas diferenças na atitude, nas regras, no espírito dos dois desportos que ontem, depois de explodir de alegria e gritar até ficar rouco com o nosso ensaio, ao sentar-me de novo no sofá tive pena de ainda assim gostar mais de futebol do que de rugby. Eu não queria, juro que não queria...

Para quem não viu:


Pensamento do dia 13/09/2007

“Quando a dor de não estar vivendo for maior que o medo da mudança, o ser humano tende a mudar”.

(Freud)

Portugal está a acordar.
Aqui já levamos 503 artigos (posts) e 35.624 visitantes
em menos de 1 ano.

Ninguém está acima da lei

A afirmação deste título é normal em todo o país democrático, moderno, de Direito, mesmo que situado nos antípodas. Mas não podemos concluir que isso aconteça entre nós, como foi referido nos posts Lei aplicada com filtros e Corrupção em vários níveis.
Nas Filipinas, o ex-presidente Joseph Estrada, de 70 anos, acusado de corrupção, foi ontem condenado a prisão perpétua por um tribunal de Manila, seis anos após ter sido afastado do poder por uma revolta apoiada pelo exército e pela Igreja Católica. Isto vem ao invés de estados de menor consciência cívica em que os «crimes de colarinho branco» ficam frequentemente impunes.

Também na Coreia do Sul, em Agosto de 1996, os ex-presidentes Park Chung Hee e Roh Tae-Woo ouviram, respectivamente, a sentença de condenação à morte e a de 22 anos de prisão devido a crimes de corrupção no exercício das funções desempenhadas como Presidentes. Vale a pena referir que Park Chung Hee foi o homem forte do país no período de 1962 a 1979, dirigindo a política económica por forma a levar a Coreia a dar um grande salto em frente para recuperar da destruição sofrida durante a guerra. As orientações económicas foram engenhosamente adaptadas conforme as fases de desenvolvimento até transformar o país numa potência de exportação de indústria de ponta. Passou de um fase de controlo centralizado para uma liberalização progressiva. Mas, apesar de tal direcção positiva, não foi perdoado ao presidente alguma atenção recebida de empresário beneficiado.

Quanto a Roh Tae-Woo, foi presidente desde 1987 a 1993, tendo desencadeado um activo combate à corrupção que estava a criar algumas dificuldades à competitividade entre as diversas empresas. Porém, não resistiu a receber atenções de empresários e o tribunal agiu com a isenção de uma Justiça séria.

São três casos vindos dos lados do Pacífico, de países com os quais temos muito a aprender. Por vezes, países que menosprezamos como sendo do terceiro mundo, mostram-nos estarem uns degraus à frente e acima de nós, europeus, ocidentais e convencidos de sermos os melhores em tudo.

10.9.07

INTERMITENTES!

Recebi, por e-mail, o seguinte pedido de ajuda e divulgação, e como sempre, achando eu que este e outros casos me merecem destaque, aqui o coloco à vossa disposição.

"Caros Profissionais do Espectáculo e do Audiovisual,
O Partido Socialista prepara-se para aprovar ainda este mês a lei do governo sobre a intermitência. Esta lei DETURPA todas as nossas propostas e não apresenta nenhuma medida para ajustar a segurança social à nossa realidade laboral. Após um ano de discussões, propostas e acções da Plataforma dos Intermitentes, o governo pretende arrumar o assunto de forma escandalosa: com piores condições de trabalho para os profissionais do espectáculo inseridos numa estrutura fixa e ignorando novamente a condição do intermitente.
Para mais esclarecimentos, e para não deixar esta fraude impune, aparece nesta SEGUNDA dia 10, às 18h00 no MAXIME, na praça da Alegria (Metro Avenida).
programa:
18h-18h15 apresentação da proposta do governo
18h15-19h45 debate
19h45-20h15 resoluções
Divulga SFF, para qualquer esclarecimento:

Vamos todos ajudar, e divulgar esta causa, por um Portugal mais justo, por um Portugal com mais cultura.

Novo Golpe de Ilusionista Caseiro

O que é que e o que significa o anúncio do governo de «benefícios fiscais para as actividades económicas no interior do país», para além da propaganda da banha da cobra, nojenta publicidade de aldrabões de mentalidade atrofiada?

Como foi que os países europeus conseguiram fixar as populações nas suas regiões com tendência a desertificação, logo quando esse fenómeno começou a manifestar-se? O coelho que este governo tira agora do saco já está morto há muito, pois que a falta de medidas adequadas anteriores já deixou avançar a desertificação a um ponto desmesurado.

Diz-nos o PM, como se tivesse descoberto a pólvora, sobre o início dessa aplicação por António Guterres, que «correu bem e manteve-se ao longo destes anos». Comparando esses resultados com os que se verificaram noutros países até correu pouco bem; já vamos ver porquê e porque agora também não trará resultados aceitáveis. Afinal, atira-nos à cara com um facto podre de velho, provado há mais de meio século, como se tivesse descoberto a pólvora. Poderá ser-se maior aldrabão, encobrindo a realidade?

Afirmou que «é preciso agora ter a coragem de ir mais além» disse que aumentaria os benefícios fiscais – justo – mas tomou medidas erradas e escondeu propositadamente (alguém acredita que desconheça?) quais as medidas complementares adoptadas pelos países que obtiveram êxito com estas resoluções.

Com efeito de pouco servem os benefícios fiscais para as empresas se não encontrarem pessoal residente para nelas trabalhar. Foi o que se soube evitar nos países com políticos onde o povo não permite a corrupção nem a ganância políticas e que não se deixa enganar com falsos discursos babosos. Por isso que à população das mesmas zonas foram concedidos idênticos ou maiores benefícios fiscais do que aos permitidos às empresas. Em consequência, não só os autóctones se mantiveram como até gente mais rica se mudou para lá a fim de reduzir os seus impostos, cortando-se assim definitivamente a desertificação e aumentando eficazmente o desenvolvimento.

Em Portugal, as medidas para o desenvolvimento são sempre apresentadas como um milagre de boa vontade da máfia política, mas são sempre de concepção deformada e estúpida, não produzindo mais do que resultados medíocres. É a mediocridade desta cambada política que berra grandes actos cada vez que provoca atraso no país.

Rua com a máfia de parasitas incapazes, excepto para roubar e se encherem à conta da população!

7.9.07

Cidadão agredido por autarca

RECEBI DE UM CIDADÃO DESCONTENTE O SEGUINTE EMAIL:

"Olá Tiago
Sabes é de uma vergonha, sim! mas para quem tem vergonha .
Eu Tenho agora 61 e se lá chegar farei 62 a 1 de Novembro, tenho uma reforma de miséria.
Fui agredido pelo senhor José Maria Ministro dos Santos em plena sessão publica a 28/12/2004.
Entrei na sala em paz sai de maca para o hospital fui arrastado como se de uma saca de batatas se tratasse.
Sabes o ridículo aconteceu. Apresentei queixa no mesmo dia.
A 05/12/2006 condenaram-me a pagar 400€ no tribunal de Mafra, porque segundo o que o Exmo. senhor Meritíssimo Juiz Luciano de Carvalho do tribunal de Torres Vedras disse que uma das queixas prescreveu outra eu não provei que o Presidente da câmara me chamou de bêbado. Aquela era a decisão dele e se quisesse tinha o direito de recorrer .
Mais uma vez o ridículo aconteceu. Eu senti-me tão injustiçado que pedi para falar, e fui impedido, mas a força da razão fez com que eu dissesse para o senhor Juiz (saiba vossa Exa.Meritíssimo Juiz que acabei de constatar que foi feito nesta sala um atentado à minha honra e dignidade, e eu defende-la-ei até à morte). Se não podia falar porque não recebi deste uma ordem de prisão por desobediência?
Revoltado com o que se passou pedi ao meu advogado que recorresse, este apenas disse, não valia apensa porque ia perder, e como tinha apoio judiciário, não pagava nada. Ridículo não é? Mas aconteceu. O advogado que já era o terceiro, pediu escusa, veio o quarto e pediu escusa, veio o quinto pediu escusa, veio o sexto pediu escusa, veio o sétimo pediu escusa, e neste momento estou esperando que me nomeiem o oitavo. Ridículo não é. Desde cartas à ordem dos advogados. Pedidos de ajuda ao Conselho Superior do Ministério Publico. Ministro da Justiça, que por sua vez manda para a procuradoria de Torres Vedras que na Pessoa de sua Exa. a senhora Exma. procuradora Ana Paula Silva arquivou o primeiro pedido de queixa dizendo que o senhor José Maria M. dos Santos pode fazer o que quer dentro do espaço que lhe pertence. Ridículo Não É? Mas como quem não deve não teme ainda hoje estive na Câmara Municipal afim de saber porque razão não me tinha sido dada resposta à reclamação que fiz no livro Amarelo, em 02/04/2007. Resposta da Senhora d. Florescia chefe de secção de atendimento: o senhor presidente só responde se quiser. Ridículo Não É? Sabes que o vigilante, senhor João Gonçalves (madeira como o conhecem), ele foi mentir ao tribunal, mandou-me beber água à casa de banho por duas vezes e andou a puxar-me de roxo pela sala, e hoje ameaçou-me se fosse na rua ele certamente matava-me, É ridículo não é? Não vou alongar mais, mas continuo sem saber quem manda no senhor Presidente ou quem o está a proteger.
Tudo indica que ele está a cima de qualquer lei. Ridículo Não é? Se o Tiago me quiser escutar pessoalmente e me poder ajudar informando dos caminhos que devo tomar ficaria muito grato, e acredite não se trata de vingança, mas de defender a minha honra e dignidade como pessoa humana que sou.
Sem mais receba os meus sinceros cumprimentos .
Zulmiro lesto do Rego Bravo"

5.9.07

Estou de volta e os escândalos também

Olá amigos!!!
Estou de volta das férias. Já recarreguei as baterias e estou pronto para mais uma época de luta.
Vamos ao trabalho...

Professora vítima de cancro volta ao trabalho

A professora, vítima de três cancros, que foi impedida de se aposentar por decisão da Junta Médica vai regressar ao trabalho já no próximo dia 20.

Apesar de toda a atenção centrada em casos idênticos este verão, incluindo a preocupação demonstrada pelo primeiro-ministro, não houve alterações substanciais. Maria Conceição Marques, vitimada por três cancros (útero, língua e mama) e afastada do ensino desde 1997, foi simplesmente convocada para uma nova Junta Médica ordinária e, possivelmente, iniciará a ano escolar na Escola Básica do 1.º Ciclo da Regedoura, Válega, Ovar.

A docente havia sido aconselhada pela Direcção Regional de Educação do Centro a pedir aposentação por incapacidade. Após ter sido sujeita a duas juntas médicas foi considerada apta para trabalhar. A professora pediu uma junta médica de revisão que a Caixa Geral de Aposentações (CGA) marcou para o passado dia 2 de Agosto. «Estavam lá cerca de 35 doentes para serem atendidos, mas cada um não passava lá dentro mais de dois ou três minutos», afirmou ao Jornal de Notícias.

O júri, segundo a professora, era formado por dois médicos e um membro da CGA. «Só quiseram saber se eu tinha algum relatório para entregar e mandaram-me logo sair pela porta fora. Nem sequer três minutos estive lá dentro», contou Maria Conceição. Quando protestou pelo facto de ter interrompido as férias e não ter ido lá fazer nada, recebeu de resposta: «Então continue de férias e faça de conta que não veio aqui».

Maria Conceição foi informada pelo CGA, no dia 14 de Agosto, de que será sujeita a uma consulta de otorrinolaringologia, ainda por marcar, pelo mesmo especialista que, outra professora cancerosa, havia apenas sugerido um arranjo aos dentes. O seu médico assistente, por estar certo de que apenas um especialista em cirurgia maxilo-facial poderá avaliar as condições de saúde, considerou a decisão desajustada.

É VERDADE! NÃO VALEU DE NADA AS DENÚNCIAS ANTERIORES DESTES CASOS. O PINÓQUIO MAIS UMA VEZ VEIO MENTIR AO DIZER QUE ESTES CASOS NÃO SE IAM REPETIR. Afinal repetem! Mentiroso! O Sócrates é um mentiroso!

Mortes na estrada continuam

O bloguista «Mentiroso» deve estar muito pesaroso por, depois do seu alerta no blog Mentira a favor de uma condução segura na férias, ter de enfrentar a estupidez e insensatez dos condutores que originam as notícias trágicas de acidentes.

As mais recentes dizem que os acidentes de viação nas estradas de Portugal continental provocaram 14 mortos, 54 feridos graves e 702 feridos ligeiros na semana passada, segundo dados revelados esta terça-feira pela Direcção-Geral de Viação (DGV).
A PSP registou 13 mortos, 40 feridos graves e 500 feridos leves.
A GNR, contabilizou um morto, 14 feridos graves e 202 feridos ligeiros.

Esta foi uma semana atípica, uma vez que a GNR costuma registar maior número de vítimas.

Desde o início do ano, os acidentes de viação provocaram 551 mortos, tantos como em igual período do ano passado. O número de feridos graves e ligeiros registaram quebras de 311 e 876, para 2.070 e 28.167, respectivamente.

Podem cobrir a cara de vergonha os governantes e os legisladores que há décadas, a pretexto de acabar com esta tragédia, têm feito sucessivas alterações ao Código das Estradas, como se a causa e o remédio desta desgraça que enluta tantas famílias, por vezes em momentos festivos que era esperado serem de felicidade, estivesse na legislação e no valor de multas e cóimas, numa atitude sadicamente restritiva e repressiva.

Ninguém lê o código, nem ele é acessível à maioria da população. Talvez valesse a pena os responsáveis procurarem pensar analisar outros factores da tragédia, como a sinalização irreal das estradas, que serve mais para enganar e fazer caça à multa do que para ajudar a segurança dos utentes e olhar para a forma mais eficaz de suprir a ignorância, insensatez e falta de civismo dos condutores, através de um policiamento mais frequente e rigoroso. A eficácia do policiamento passa fundamentalmente pelas atitudes posteriores dos tribunais que não punem de forma «educativa» os homicidas por negligência que abundam nas estradas. A acção conjunta do sistema polícia-tribunal tem que ser rápida e eficiente quanto a resultados dissuasores a longo prazo.

Quanto a sinalização, já aqui dissemos que sinais incoerentes e exageradamente restritivos são convite a ser desrespeitados eles e todos os outros. Mas, se um dia surgir um sinal verdadeiro, haverá aí acidentes porque o condutor, ao ver 30 pensa, baseado na experiência, que pode circular a 60 ou mais e despista-se. Quem coloca os sinais deve ter maior sentido das responsabilidades. Já aqui referi a existência de um de 30 num troço que pode ser percorrido a 70 sem qualquer perigo.

1.9.07

PR veta orgânica da GNR

Recebi por e-mail do meu amigo V.C. a carta enviada pelo PR à AR em que comunica e justifica a não promulgação do diploma sobre a orgânica da Guarda Nacional Republicana. Trata-se de um documento muito esclarecedor dos inconvenientes da maioria absoluta quando levada ao autoritarismo de decidir sem ter em atenção as opiniões da oposição, como aqui já foi referido e aqui e também aqui.

A carta, como não podia deixar de ser, cinge-se ao teor do diploma em apreço, realçando a inovação do posto do Comandante-geral e a finalidade da instituição que colide com a estrutura operacional do vector armado da Defesa Nacional, colocando em risco a coerência e coesão desta. Mas, o problema da GNR é muito mais profundo e não se vê, da parte da maioria, coragem para o equacionar. A criação da GNR, como corpo especial de tropas, data de 3 de Maio de 1911, logo após a implantação da República e é pouco claro que, nas condições actuais da vida do País, existam razões lógicas para a sua manutenção em moldes idênticos aos primitivos.

Embora a permanência das tradições possa ser útil, nem sempre isso acontece. Os factores que, em determinada data, justificaram certas decisões, raramente se mantêm o que obriga a que estas tenham de ser corrigidas ou mesmo anuladas. Há que ter coragem de formular interrogações sobre a GNR, analisar as virtualidades e defeitos de cada resposta, comparar as mais válidas e escolher a melhor solução para a segurança interna do País. Justifica-se a existência de duas instituições policiais, PSP e GNR? Qual a razão de a tentativa posterior ao 25 de Abril de as unir sob um mesmo comando foi colocada de lado? Qual a vantagem de hoje a GNR ser um corpo militar? Qual a percentagem de agentes da GNR que estão a desempenhar funções inerentes directamente à missão? Parece que é mínima devido ao aumento da burocracia e à «obesidade» da complexa estrutura de comando. Qual a solução utilizada nos países europeus mais evoluídos e desenvolvidos social e economicamente? Desses qual o modelo que melhor pode servir à população e à dimensão do território português?

Um dia, esta profunda reestruturação tem de ser feita. Porque não se aproveita esta ocasião em que se está a mexer no assunto? Porque não se aproveita a sensibilidade ao simplex para se criarem estruturas de segurança mais simples e eficientes? O peso da estrutura da GNR, cada vez mais complexa, torna-a menos eficaz, como se viu na destruição da cultura de milho de Silves que não foi evitada apesar dos blindados, dos cães e dos cavalos que esta força de segurança possui.
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