Democracia em Portugal?
Farto de ser enganado pelos políticos corruptos? Vamos fazer a diferença! Criticar, expôr, desmascarar...
Este blog serve de escape, um anti-stress, um ombro amigo que me faz manter a calma quando vejo o caminho que o nosso país leva... AI O FUTURO DAS MINHAS FILHAS!!!
Enviem novas aldrabices, tachos, cunhas, corrupções, injustiças... para tiago.democracia@gmail.com
Enviem novas aldrabices, tachos, cunhas, corrupções, injustiças... para tiago.democracia@gmail.com
29.1.12
O aniversário da Infanta Dona Adelaide, vos garanto, não será celebrado em Boliqueime
26.1.12
Democracia em risco.... a censura d´ELES actua sobre os cidadãos
O lápis azul dos corruptos actua de novo!
O blog Braganza Mothers foi atacado: foi destruído o perfil de um dos autores e foram violados vários gmails, associados a contas que integravam os Blogue. Foi também violada a conta do Facebook associada.
Os contadores do statcounter foram, pura e simplesmente, apagados, e... e...., pouco mais se sabe.
A última indicação foi um acesso de Luanda, sede de um governo de criminosos, e há uma decisão seguinte, da “Google”, na Índia, que passou a declarar o blogue como “blogue de conteúdos não sei quê”, de maneira que quando se vai a http://braganzas.blogspot.com/ , imediatamente cai uma cortina de advertência.
A imagem do “Facebook do Cavaco” foi apagada em todos os blogues em que estava, o "Democracia em Portugal", o “Arrebenta-SOL”, o “Braganza” e o “Klandestino”...
Não estranhem se de repente este blog passe também a ser LOCAL PERIGOSO.
Afinal ELES ainda andam aí...
25.1.12
Cavaco, o Supercínico
Finalmente descuidou-se e revelou o que sempre pensou. Não é a primeira vez que acontece, mas parece que a maioria teima em não tomar os repetidos deslizes dos seus desabafos a sério. Não contente em ser o autor principal da miséria actual, quer ser também actor fantoche das políticas de miséria do governo. Tem feito grande algazarra contra a miséria e quis ser tomado como o paladino dos mais pobres, afirmando sem cessar que as desgraças deviam ser a dividir por todos. Simultaneamente, assinava – e tem continuado a assinar – toda a legislação que sacrifica os mais desprotegidos e poupa os que mais têm, mais ganham e mais recebem. Simples contrariedade? Pior que moeda falsa.
Deviam pô-lo com os bandalhos dos deputados e os sacanas dos ministros a viver três meses com €250 e daí pagar comida, remédios, água, luz, gás, telefone, etc. Aí sim, ele e outros da sua estirpe iriam perceber o que os nossos mais pobres pensionistas passam não para viver, mas sim para sobreviver. Ninguém se revolta com os discursos do F.d.P. do ministro da economia? Por tudo permitirem, os portugueses têm realmente aquilo que merecem.
Nem vale a pena repetir o que todos sabem: não consta que tivesse aproveitado a sua posição de primeiro-ministro para roubar como a canalha dos seus seguidores que por isso ficou e é tão conhecida. Raros se comportaram ou comportam honestamente. No entanto, como chefe, não pode rejeitar a alta responsabilidade que lhe cabe por direito e por obrigação e ainda não prestou contas.
Juntam-se agora assinaturas para uma petição visando a sua demissão, mas Portugal não é uma democracia e o caminho dado às mais de 200.000 assinaturas contra a lei do aborto, assim como outras, mostra-o claramente que a petição é como o livro de reclamações. Serve para os papalvos desabafarem, que é tudo aquilo de que os cobardes portugueses são capazes. É para isso que servem as petições e as outras areias que nos atiram aos olhos: enquanto o povo continuar a digerir os discursos-burlas a corrupção e a impunidade não terão fim. Apenas um controlo dos políticos pelo povo pode evitar o deboche político-partidário.
O destruidor de tudo o que produzia riqueza no país: agricultura, pesca, indústria, quer que os parolos o tomem pelo «provedor dos portugueses». Que arrojo. Que afronta. O coveiro da nação!
Segundo a constituição, ninguém e nada pode demitir o presidente da república. Nem o povo o pode fazer, o que, mais uma vez, atesta que o povo é lixo neste país. Ele mesmo poderia ter algum pudor e consideração e satisfazer o desejo popular em repeli-lo.
A petição, tal como vemos o caminho que se lhe pode dar de acordo com os que se tomam por órgãos soberanos, não tem qualquer valor. Se o único soberano numa democracia é o povo e os governantes não podem passar para além de mandatários, logo se constata que uma democracia não pode ter órgãos soberanos e conclui-se que se Portugal os tem não pode ser uma democracia.
Não interessa que se possam fazer petições. Tampouco interessaria a garantia de que elas seriam sempre aceites, como deveria ser. O que interessa é que ao soberano seja devolvido o poder de aceitar ou rejeitar as idiotices ou os projectos de roubo impune antes de se tornarem leis.
O Blog do Leão Pelado publicou não há muito tempo um artigo com uma importante transcrição de como a Islândia concebeu uma nova constituição que devolve o poder ao povo; de como rejeitaram as dívidas dos conglomerados financeiros que deles se serviram par sugar todos os lucros aos desventurados pagadores de impostos; dos julgamentos e das condenações dos governantes e banqueiros que levaram o país à bancarrota.
Esse artigo não se relaciona directamente com o caso actual, mas apresenta aquilo que a corja desinformadora nacional nos tem vindo a esconder há anos (só mais um caso entre um número sem fim, um preceito), como é de seu costume, para permitir aos políticos avassalarem a população. A transcrição ensina como o povo e não os políticos elaboraram uma constituição democrática. Assim como o povo passou a controlar os políticos e as suas políticas. Num caso semelhante, a importância de um qualquer partido no governo deixa de assumir uma importância capital, visto que, seguindo as regras democráticas, é apenas um mandatário do povo. Idem para juízes e magistrados. As funções de todos eles são as de cumprirem os desejos de quem os elegeu e de satisfazerem às suas necessidades. Nada do que cá se passa.
É actual. É na União Europeia, onde outros países estão a ser massacrados economicamente devido à consequências do controlo financeiro apoiado pelos EUA no seu interesse próprio, devido à sua própria dívida, a maior por habitante no planeta. Como o assunto do artigo não se encontra directamente na linha do presente, não parece apropriado ser aqui incluído.
Com efeito há duas petições que decerto seria melhor juntar, já que a união faz a força. Coisas que em Portugal ainda não se compreenderam, e assim cada um puxa o seu cordelinho em lugar de juntos puxarem um cabo bem grosso que tudo arrastaria. Duas petições sobre o mesmo assunto, que loucura! Eis as duas petições, em que a primeira é a mais antiga e tem muito mais assinaturas:
Deviam pô-lo com os bandalhos dos deputados e os sacanas dos ministros a viver três meses com €250 e daí pagar comida, remédios, água, luz, gás, telefone, etc. Aí sim, ele e outros da sua estirpe iriam perceber o que os nossos mais pobres pensionistas passam não para viver, mas sim para sobreviver. Ninguém se revolta com os discursos do F.d.P. do ministro da economia? Por tudo permitirem, os portugueses têm realmente aquilo que merecem.
Nem vale a pena repetir o que todos sabem: não consta que tivesse aproveitado a sua posição de primeiro-ministro para roubar como a canalha dos seus seguidores que por isso ficou e é tão conhecida. Raros se comportaram ou comportam honestamente. No entanto, como chefe, não pode rejeitar a alta responsabilidade que lhe cabe por direito e por obrigação e ainda não prestou contas.
Juntam-se agora assinaturas para uma petição visando a sua demissão, mas Portugal não é uma democracia e o caminho dado às mais de 200.000 assinaturas contra a lei do aborto, assim como outras, mostra-o claramente que a petição é como o livro de reclamações. Serve para os papalvos desabafarem, que é tudo aquilo de que os cobardes portugueses são capazes. É para isso que servem as petições e as outras areias que nos atiram aos olhos: enquanto o povo continuar a digerir os discursos-burlas a corrupção e a impunidade não terão fim. Apenas um controlo dos políticos pelo povo pode evitar o deboche político-partidário.
O destruidor de tudo o que produzia riqueza no país: agricultura, pesca, indústria, quer que os parolos o tomem pelo «provedor dos portugueses». Que arrojo. Que afronta. O coveiro da nação!
Segundo a constituição, ninguém e nada pode demitir o presidente da república. Nem o povo o pode fazer, o que, mais uma vez, atesta que o povo é lixo neste país. Ele mesmo poderia ter algum pudor e consideração e satisfazer o desejo popular em repeli-lo.
A petição, tal como vemos o caminho que se lhe pode dar de acordo com os que se tomam por órgãos soberanos, não tem qualquer valor. Se o único soberano numa democracia é o povo e os governantes não podem passar para além de mandatários, logo se constata que uma democracia não pode ter órgãos soberanos e conclui-se que se Portugal os tem não pode ser uma democracia.
Não interessa que se possam fazer petições. Tampouco interessaria a garantia de que elas seriam sempre aceites, como deveria ser. O que interessa é que ao soberano seja devolvido o poder de aceitar ou rejeitar as idiotices ou os projectos de roubo impune antes de se tornarem leis.
O Blog do Leão Pelado publicou não há muito tempo um artigo com uma importante transcrição de como a Islândia concebeu uma nova constituição que devolve o poder ao povo; de como rejeitaram as dívidas dos conglomerados financeiros que deles se serviram par sugar todos os lucros aos desventurados pagadores de impostos; dos julgamentos e das condenações dos governantes e banqueiros que levaram o país à bancarrota.
Esse artigo não se relaciona directamente com o caso actual, mas apresenta aquilo que a corja desinformadora nacional nos tem vindo a esconder há anos (só mais um caso entre um número sem fim, um preceito), como é de seu costume, para permitir aos políticos avassalarem a população. A transcrição ensina como o povo e não os políticos elaboraram uma constituição democrática. Assim como o povo passou a controlar os políticos e as suas políticas. Num caso semelhante, a importância de um qualquer partido no governo deixa de assumir uma importância capital, visto que, seguindo as regras democráticas, é apenas um mandatário do povo. Idem para juízes e magistrados. As funções de todos eles são as de cumprirem os desejos de quem os elegeu e de satisfazerem às suas necessidades. Nada do que cá se passa.
É actual. É na União Europeia, onde outros países estão a ser massacrados economicamente devido à consequências do controlo financeiro apoiado pelos EUA no seu interesse próprio, devido à sua própria dívida, a maior por habitante no planeta. Como o assunto do artigo não se encontra directamente na linha do presente, não parece apropriado ser aqui incluído.
Petição para a demissão do Cavaco
Com efeito há duas petições que decerto seria melhor juntar, já que a união faz a força. Coisas que em Portugal ainda não se compreenderam, e assim cada um puxa o seu cordelinho em lugar de juntos puxarem um cabo bem grosso que tudo arrastaria. Duas petições sobre o mesmo assunto, que loucura! Eis as duas petições, em que a primeira é a mais antiga e tem muito mais assinaturas:
21.1.12
Democracia precisa-se!
No fim o reles funcionário público será o único a ficar sem os subsídios.
O Paulo mostrou-o aqui.
Isto não é foto-montagem nem o documento é do ano passado. Foi publicado hoje mesmo em Diário da República e foi dado despacho no dia 11 de Janeiro de 2012.
O Paulo mostrou-o aqui.
Isto não é foto-montagem nem o documento é do ano passado. Foi publicado hoje mesmo em Diário da República e foi dado despacho no dia 11 de Janeiro de 2012.
As miseráveis reformas do Cabrão de Boliqueime, analisadas pela medíocre pena de António Sousa Bicha, perdão, Sousa Homem
Imagem do Kaos
Desde que o "Concorde" voou pela última vez que estou limitado à oferta dos transportes públicos banais.
Ora, coisa que é heráldica nos transportes públicos banais é o exercício da coprofilia física e mental dos sanitários anexos.
Português que se preza deixa suja a casinha, para o que se lhe segue, senão, não é macho, e isso de ser macho é coisa que anda a rarefazer-se, tal como a qualidade da democracia nacional. Todos nós, conhecemos, pois, aquele angustiante momento da aflição, em que temos MESMO de esvaziar o intestino, e começamos a saltar de reservado em reservado, em busca daquele que ofereça melhores condições de não sairmos de lá com uma infetocontagiosa de estirpe resistente.
Bergson estudou esta qualidade psicológica do Tempo, e Proust explorou-a depois, e só nos vêm estas referências culturais, quando, depois de percorrermos tudo, achamos mais saudável procurar uma moita, que se apreste a receber a fase terminal do nosso almoço caro...
Como devem perceber, já estou a falar da substituição de Mega Ferreira por Vasco Graça Moura, na gestão daquela retrete de calcário caro que o Sr. Aníbal mandou prantar em Belém, e conseguiu, já na altura, o prodígio de custar, incompleta, quase o dobro do genial Guggenheim de Bilbao, mas nós cá só sabemos fazer coisas em grande, lapidares, CARAS, para deixarem, não rasto, mas dívidas, para a Eternidade.
Mega Ferreira, uma espécie de Carrilho dos postos "culturais", fez uma carreira que ninguém percebe onde começou, mas sabe por onde passou e que teve os apoios da poia do costume.
Para mim, sibarita e nefelibata, o momento mais alto do percurso do traste foi, quando, casado oportunisticamente com a célebre Vice Reitora e pró copofónica Clara Pinto Correia, ela um dia veio, à praça pública, estúpida, sem saber que já havia antes um juiz e os rapazinhos todos do "Bric à Bar" -- os tais do memorável apartamento de Santos -- dizer que andava a ser encornada com um célebre trapezista e médico dos "bas fond gay". A crise tinha se dado em Atenas, muito antes da bancarrota, quando numa briga de bichas, o trapezista Risério saiu do carro, e deixou a Mega sozinha e parada, num engarrafamento de uma das cidades mais poluídas e corruptas do mundo... O carmo e a trindade não caíram, porque, em Portugal, nada cai, nada se desmancha, tudo se integra, e ficou a pairar sempre aquela dúvida da má língua, que, ciclicamente, recai sobre figuras impolutas como Marco Paulo, Zezé Castel Branco, Cláudio Ramos e Ribeiro e Castro.
É claro que o Mega não... "era", e a coisa passou em claro, sobretudo, quando ele começou a abastecer-se no mercado "low price" de Cuba, com os nossos dinheiros da Parque Expo: os machos vinham, faziam o que tinham a fazer, e regressavam aos arquipélagos que Colombo confundiu com as Índias Orientais, de onde veio o topónimo "Gare do Oriente", onde Mega simulava longos orgasmos, sobretudo depois da colostomia a que foi sujeito, e que, de vez, lhe limpou o nome da infâmia com que o cobriam, de ter feito a carreira toda "de empurrão".
A verdade é que, ao longo de uma carreira realmente toda feita "de empurrão", entre outros empurrões, foi conhecendo trastes afins, como Francisco José Viegas, o futuro breve rombo, costa concordiano, deste governo: fizeram "parties" no "Expresso", na "Ler", no "Círculo de Leitores" (de lombadas), e, assim como o Viegas nunca parou muito tempo nos mesmos sítios, o Mega tinha uma estaca enterrada no cu, que o ia alçando a postos cada vez mais altos, e mais de acordo com o Princípio de Peter.
Mal se viram em situação de se traírem, mutuamente, sabendo cada um o NADA que valia cada qual, um demitiu o outro, e, ao demiti-lo cavou a sua sepultura, pois nunca se deve pedir a quem pediu, nem servir o Pocinho de quem serviu...
Acontece que, ao contrário dos Alpes, dos Pirenéus, do Atlas e dos Himalaias, Portugal só tem uma coisa rasteirinha, a Serra da Estrela, que as saloias costumam considerar ser uma das sete maravilhas naturais do mundo, sobretudo, depois de virem de lá com as crias a deitar ranho pelo nariz, naqueles dias de névoa e nevão, pelo que, a hierarquia dos poleiros nunca consegue alcançar grandes elevações, neste país desgraçado. À maneira de Cavaco Silva, que conseguiu alcançar o seu topo da base no Palácio de Belém, Mega Ferreira teve os seus quinze minutos de glória enxovalhada nos penicos da Expo e do CCB, embora toda a gente soubesse que, para criatura de tal estatura, seria necessário ressuscitar Frederico e Catarina, a Grande, para o convidarem para Potsdam e São Petersburgo, para ouvir o que a luminária teria para lhes ensinar.
O complexo disto tudo é que o enxovalhamento que acabei de fazer de Mega (micro) Ferreira se adapta, quase ponto por ponto, ao traste que o foi substituir, no CCB.
De Vasco Graça Moura, exceto a má catadura que tem, poderíamos ressalvar ser, como Mega, um comissário político, que frequenta a "Cultura", tal como o Mega frequentava os célebres sanitários defronte da Maternidade Alfredo da Costa, onde me chegou a assediar, mostrando uma coisinha que, deus meu, já na altura parecia um prodígio da nanotecnologia... Vasco Graça Moura, pelo contrário, é mais daquelas gajas que se recobrem de leopardos e andam com a defunta "Franco Maria Ricci" debaixo do braço, embora não percebessem peva de italiano, mas só para mostrar que gostavam de comprar dourado impresso em negro.
As anomalias feitas por ambos os trastes valeram sempre milhões, e regeram-se, sempre, por usar os dinheiros públicos, e até estavam num equilíbrio estático dinâmico, um pouco à maneira dos movimentos brownianos, um bocado para cima, um bocado para o lado, um bocado para a frente, mas, mas, mas... nunca, nunca, nunca, para baixo, porque as lojas não deixavam, até aparecer um tubarão ainda mais medíocre, esse tal de Viegas, do Pocinho, uma Clara Ferreira Alves de calças, que, por aparecer muito na televisão, a falar de papel estragado com obras inexistentes, levou a preta de Massamá a dizer ao Passos Coelho, "querido, já temos o nosso homem na Cultura...", e tinham, um homem que frequentara tudo o que eram águas mornas das letras do Sistema, com graves omissões de passagem pelo "Correio da Manhã", como poderão confirmar na "Wikipédia", por três razões principais, e o que eu vou escrever não sou eu que sei, foi um passarinho que me contou: a de Francisco José Viegas fazer parte da terceira escolha, como Otávio Ribeiro, para a direção da choldra, em sede vacante, depois da saída de António Marcelino e de Leonor Pinhão, da "Mafia do Record" -- a mesma do Carlos Abreu Amorim, cujas "Blasfémias" não passaram de um mero pretexto e trampolim para a bancada do Sistema, versão PSD -- e de Paula Teixeira da Cruz, incurável viuvinha do homem mais sinistro de Portugal, Paulo Teixeira Pinto, do poema "Tão"; e, por fim, a de ter abocanhado a secção "Imperdível", da Revista de Domingo, com o pseudónimo de António Sousa Homem, onde se prova que um gajo que tem a alma vendida tantas vezes até consegue estar na posição de fazer "crítica" a si mesmo.
O "judaísmo" de Francisco José Viegas, esse Secretário da "Cultura" a curto prazo não é judaísmo, é oportunismo, puro fariseísmo, e a epítome do rés do chão do estado de coisas a que chegámos. Adoraríamos saber quanto recebe por continuar a fazer "cut & past" de lugares de cultura onde nunca foi, e recomendações literárias de coisas que nunca viu, não conhece, nem verá.
Está-lhe no sangue, e à altura da "Cultura" nacional, cujo última epifania é aquele entubamento, ligado à máquina, de "Guimarães 2012", uma coisa que se intitula "portuguesa", e estreia com os "Fura dels Baus" (!), que devem ter custado uma fortuna, e um incêndio na Sede do PSD, que, disse-me também um passarinho... não foi "inocente" :-)
Toda a gente sabe que esta merda está por um fio, para estoirar: pode ser que estoire, desta vez, de uma forma diferente..., culturalmente..., sei lá, pela minha pena, ou de um outro qualquer..., sei lá, de alguém que, como eu, que não escrevo nem com um décimo da qualidade do António Sousa Bicha, perdão, Homem, nem tenho os 23 cms de André Wilson da Luz Viola para me consolarem, finalmente se decida a pôr a boca no trombone.
Há consolos que não são para todos, como as miseráveis reformas do Senhor Cavaco, que só as ações traficadas do BPN consolam :-)
(Quadril(h)ateramente, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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